AGRONEGÓCIO

Cuiabá avança em mais uma etapa rumo ao Selo UNICEF

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Mais uma fase decisiva para que Cuiabá conquiste o Selo UNICEF 2025–2028 foi promovida na tarde desta quinta-feira (27), no Hotel Fazenda Mato Grosso. O 1º Fórum Comunitário do Selo UNICEF reuniu representantes da Prefeitura de Cuiabá, por meio das secretarias de Assistência Social, Educação e Saúde além de conselheiros, gestores, técnicos, sociedade civil organizada e dezenas de adolescentes. Juntos, avançaram na construção de políticas voltadas à proteção integral de crianças e adolescentes, etapa obrigatória do ciclo de certificação.

O evento abriu espaço para diagnóstico coletivo, apresentação de metas e alinhamento das ações intersetoriais que serão executadas ao longo dos próximos anos. As três secretarias municipais reforçaram seu compromisso com estratégias capazes de melhorar indicadores de imunização, redução da evasão escolar, prevenção de violências, fortalecimento familiar e oportunidades de participação juvenil — pilares acompanhados pelo UNICEF.

Um dos momentos mais marcantes da tarde foi a participação das adolescentes do Projeto Siminina, que inauguraram o fórum com uma apresentação vibrante de siriri. A dança tradicional mato-grossense simbolizou o protagonismo juvenil buscado pelo Selo UNICEF e deu o tom de acolhimento e identidade cultural ao encontro. As apresentações foram seguidas de falas de mobilizadores, professores, conselheiros tutelares e representantes das secretarias, que ressaltaram a importância da atuação conjunta.

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Durante o fórum, também foram apresentados os objetivos do ciclo 2025–2028, que incluem ampliar a vacinação infantil, fortalecer a qualidade da educação, garantir proteção contra violências, ampliar o acesso a água e saneamento, apoiar famílias vulneráveis e promover equidade racial. Os adolescentes do Núcleo de Cidadania (NUCA) tiveram espaço de fala e reforçaram sua disposição em participar ativamente das decisões que impactam suas vidas.

O encontro marcou o início oficial da jornada de Cuiabá rumo à certificação do UNICEF. Com diagnósticos, metas e compromissos traçados, a capital avança para fortalecer políticas públicas que assegurem direitos, reduzam desigualdades e garantam melhores oportunidades para crianças e adolescentes.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

Exportações de proteínas animais disparam em maio e carne de frango lidera avanço brasileiro

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As exportações brasileiras de proteínas animais seguem aquecidas em maio de 2026, reforçando o protagonismo do agronegócio nacional no comércio global de alimentos. Dados divulgados pela Secex apontam avanço consistente nos embarques de carne de frango e carne suína, com destaque para o desempenho do setor avícola, que lidera em volume e faturamento.

O cenário positivo reflete a forte demanda internacional pelas proteínas brasileiras, favorecida pela competitividade dos produtos nacionais e pela ampliação das compras em mercados estratégicos.

Carne de frango lidera exportações brasileiras de proteínas

A carne de frango manteve a liderança entre as proteínas animais exportadas pelo Brasil neste mês. Segundo os dados da Secex, os embarques de carnes de aves e miudezas comestíveis frescas, refrigeradas ou congeladas somaram 238,3 mil toneladas até a segunda semana de maio.

A receita acumulada alcançou US$ 450,4 milhões no período, com média diária de US$ 45 milhões. O volume médio exportado ficou em 23,8 mil toneladas por dia útil.

Além do elevado ritmo de embarques, o setor avícola brasileiro manteve forte competitividade internacional. O preço médio da proteína exportada foi de US$ 1.889,9 por tonelada, consolidando o Brasil entre os principais fornecedores globais de carne de frango.

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O desempenho positivo ocorre em meio ao aumento da demanda internacional por proteínas de menor custo e ao fortalecimento das exportações brasileiras para mercados da Ásia, Oriente Médio e América Latina.

Carne suína mantém crescimento nas vendas externas

A carne suína também apresentou resultado expressivo nas exportações brasileiras ao longo da primeira metade de maio. De acordo com a Secex, os embarques de carne suína fresca, refrigerada ou congelada totalizaram 55,5 mil toneladas no período.

A receita gerada pelas vendas externas chegou a US$ 138,4 milhões, com média diária de faturamento de US$ 13,8 milhões.

O volume médio exportado ficou em 5,5 mil toneladas por dia útil, enquanto o preço médio negociado atingiu US$ 2.491,6 por tonelada.

Mesmo com volume inferior ao registrado pela carne de frango, o setor suinícola brasileiro segue sustentado pela ampliação da demanda internacional e pela consolidação da proteína nacional em importantes mercados importadores.

A valorização dos preços médios também reforça a competitividade da carne suína brasileira no mercado externo.

Exportações de pescado têm menor participação em maio

Entre os segmentos analisados pela Secex, o pescado inteiro vivo, morto ou refrigerado apresentou participação mais modesta nas exportações brasileiras em maio.

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Até a segunda semana do mês, o setor embarcou 419,7 toneladas, gerando receita de US$ 2,15 milhões.

A média diária de faturamento ficou em US$ 215 mil, enquanto o volume médio exportado atingiu 42 toneladas por dia útil.

Apesar da menor representatividade em relação às carnes de aves e suína, o pescado registrou o maior valor médio por tonelada entre as proteínas analisadas. O preço médio negociado alcançou US$ 5.122,9 por tonelada exportada.

Agronegócio brasileiro mantém força no mercado global

O avanço das exportações de proteínas animais reforça a posição estratégica do Brasil como um dos maiores fornecedores mundiais de alimentos.

O desempenho positivo de frango, carne suína e pescado em maio mostra a força do setor exportador brasileiro, que segue beneficiado pela demanda internacional aquecida, pelo câmbio favorável e pela competitividade da produção nacional.

A expectativa do mercado é de continuidade no ritmo elevado de embarques ao longo do segundo trimestre, especialmente para os segmentos de aves e suínos, que seguem ampliando presença nos principais destinos globais.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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