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Cuiabá adere ao Programa Vigia Mais MT e reforça segurança na capital

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O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini, anunciou a adesão do Município ao Programa Vigia Mais Mato Grosso, uma iniciativa do Governo do Estado voltada ao fortalecimento da segurança pública por meio da instalação de câmeras de monitoramento em pontos estratégicos da capital. A parceria foi oficializada durante uma reunião com o secretário de Segurança Pública, coronel César Roveri, consolidando a integração entre as gestões estadual e municipal.

O projeto prevê a instalação de cerca de quatro mil câmeras em Cuiabá, ampliando o monitoramento em áreas estratégicas como o Centro Histórico, as entradas e saídas da cidade e regiões com maiores índices de ocorrências policiais.

O prefeito Abilio Brunini destacou que, além de contribuir para a segurança pública, o programa será uma ferramenta importante para a fiscalização de obras, acompanhamento de eventos e o monitoramento de intervenções urbanas.

“O Vigia Mais Mato Grosso é um grande avanço para a qualidade de vida da população. Com o uso dessas câmeras, poderemos reduzir a criminalidade, melhorar o trânsito e identificar problemas de infraestrutura, como buracos, permitindo ações mais rápidas e eficientes. Essa integração entre Cuiabá e o Governo do Estado será um marco para a segurança e a gestão da nossa região”, afirmou o prefeito.

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Roveri reforçou que o programa representa um compromisso com o bem-estar da população e o fortalecimento do controle urbano. “Há muito aguardávamos essa parceria com o Poder Executivo Municipal. Agora, com o prefeito Abilio, isso se tornou realidade. Estamos prontos para implementar o sistema, e essa colaboração entre a Prefeitura de Cuiabá e o Governo do Estado certamente trará benefícios para diversas áreas, como segurança pública, educação e outras instituições”, declarou.

Com o cercamento digital da capital, o objetivo é garantir mais proteção, eficiência e modernidade para a cidade.

A reunião também contou com a presença do secretário de Esportes, Jeferson Neves, e do secretário de Cultura, Johnny Everson.

#PraCegoVer

A imagem mostra um grupo de nove homens posando para uma foto, incluindo o prefeito de Cuiabá, Abílio Brunini; o secretário de Estado de Segurança Pública, Coronel César Roveri; o secretário municipal de Esporte, Jeferson Neves; e o secretário municipal de Cultura, Johnny Everson. Eles estão em frente a um painel com o texto “Aqui tem Vigia Mais MT” e a ilustração de uma câmera de vigilância. O painel também apresenta o contorno do mapa do estado de Mato Grosso como parte do design. Ao fundo, telas exibem imagens de câmeras de monitoramento.

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Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Preço do cacau segue elevado e mantém pressão sobre o chocolate, apesar da queda nas cotações internacionais

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O mercado internacional do cacau apresenta sinais de acomodação após meses de intensa volatilidade, mas os preços continuam em um patamar elevado que mantém a pressão sobre toda a cadeia produtiva do chocolate. Mesmo com a recente correção nas bolsas internacionais, a commodity permanece acima de US$ 5 mil por tonelada, cenário que dificulta uma redução significativa dos custos para a indústria e, consequentemente, para o consumidor.

Dados da Organização Internacional do Cacau (ICCO) mostram que o preço diário da commodity foi de US$ 5.169,23 por tonelada em 1º de julho de 2026, recuando para US$ 5.116,52 por tonelada no dia seguinte. Nos contratos futuros negociados em Nova York, as cotações ficaram em US$ 5.178,33 e US$ 5.141,67 por tonelada, respectivamente. Já em Londres, os contratos encerraram os dias em £ 3.883,00 e £ 3.811,33 por tonelada.

Novo patamar de preços preocupa a indústria

Embora os valores estejam abaixo dos picos registrados recentemente, o mercado avalia que o cacau entrou em um novo nível de preços, significativamente superior ao observado em anos anteriores.

Para a indústria de chocolates e derivados, o principal desafio deixou de ser apenas a volatilidade diária e passou a ser o elevado custo estrutural da matéria-prima. Esse cenário reduz a margem das empresas, limita promoções e mantém pressionados os preços de produtos como chocolates em barra, bombons, coberturas, achocolatados e itens utilizados pela confeitaria.

Mercado brasileiro acompanha cenário externo

No Brasil, as cotações também permanecem firmes, refletindo tanto o comportamento das bolsas internacionais quanto fatores internos, como logística, disponibilidade de produto, qualidade das amêndoas e variações cambiais.

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Em 3 de julho de 2026, o cacau era comercializado a:

  • R$ 305,00 por arroba na Bahia;
  • R$ 1.220,00 por saca de 60 kg no Espírito Santo;
  • R$ 19,00 por quilo no Pará.

Na equivalência por peso, tanto a arroba negociada na Bahia quanto a saca comercializada no Espírito Santo correspondem a aproximadamente R$ 20,33 por quilo, enquanto no Pará a referência permaneceu em R$ 19,00/kg.

Apesar da estabilidade recente, os preços ainda refletem um mercado sensível às oscilações internacionais e ao comportamento do câmbio.

Correção recente não altera cenário de custos elevados

Na comparação com o final de junho, houve uma leve retração nas cotações nacionais.

No dia 26 de junho, as referências eram de R$ 320,00 por arroba na Bahia, R$ 1.280,00 por saca no Espírito Santo e R$ 21,00 por quilo no Pará.

Com isso, a redução foi de aproximadamente 4,7% na Bahia e no Espírito Santo e de cerca de 9,5% no Pará.

Apesar desse movimento, especialistas avaliam que a correção ainda é insuficiente para provocar mudanças relevantes na estrutura de custos da indústria.

Consumidor ainda não sente redução nos preços

Mesmo quando ocorre uma queda nas cotações do cacau, o impacto sobre o preço do chocolate costuma demorar a chegar ao varejo.

Isso acontece porque as indústrias trabalham com contratos antecipados, estoques já adquiridos e estratégias graduais de repasse de custos. Em muitos casos, o ajuste ocorre não apenas por meio do aumento do preço final, mas também pela redução do peso das embalagens, alterações nas formulações ou diminuição das margens de lucro.

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Dessa forma, oscilações pontuais da commodity dificilmente resultam em redução imediata dos preços encontrados pelo consumidor nos supermercados.

Cadeia produtiva vive desafios distintos

Enquanto os preços elevados favorecem a rentabilidade dos produtores, estimulando investimentos em renovação de lavouras, manejo e controle fitossanitário, o cenário representa um desafio para a indústria, que precisa ampliar o capital destinado à compra da matéria-prima.

Para o consumidor, os reflexos aparecem em uma categoria que deixou de ser predominantemente sazonal e passou a fazer parte do consumo cotidiano, aumentando o peso dos produtos derivados do cacau no orçamento das famílias.

Perspectivas para os próximos meses

O comportamento do mercado dependerá da evolução da oferta global e das condições climáticas nas principais regiões produtoras, além do câmbio e da demanda internacional.

Caso as cotações permaneçam acima de US$ 5 mil por tonelada, o espaço para uma queda significativa no preço do chocolate continuará limitado. Para que o consumidor perceba um alívio consistente, será necessária uma combinação de maior oferta mundial, recomposição dos estoques, estabilidade cambial e redução dos custos industriais.

Embora o mercado tenha deixado para trás o período mais agudo de volatilidade, o cacau ainda permanece distante de um cenário considerado confortável, mantendo a pressão sobre toda a cadeia do chocolate.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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