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CTC registra lucro líquido de R$ 48 milhões no 2T25, com crescimento de 22,7%

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O Centro de Tecnologia Canavieira (CTC), líder em biotecnologia e genética para o setor sucroenergético brasileiro, alcançou excelente desempenho financeiro no segundo trimestre da safra 2024/25 (2T25). A empresa, listada no segmento BOVESPA MAIS (CTCA3), registrou um lucro líquido de R$ 48,03 milhões, representando um crescimento de 22,7% em comparação com o mesmo período do ano anterior (2T24).

A receita líquida do CTC foi de R$ 100,1 milhões, um aumento de 12,3% em relação ao 2T24. Esse crescimento é atribuído ao aumento da área contratada das variedades CTC e à ampliação do market share de plantio, que passou de 26% para 30% no período.

O EBTIDA da companhia totalizou R$ 42,1 milhões, com uma ligeira queda de 1,3% em relação ao 2T24, mantendo uma margem de 42,1%. O caixa líquido da empresa encerrou o trimestre em R$ 408,2 milhões, um incremento de 24,5% em relação ao mesmo período do ano passado.

Investimentos em P&D e inovação sustentam o crescimento

Os bons resultados financeiros do CTC refletem o sucesso das variedades de elite e geneticamente modificadas (GM), que possuem maior valor agregado. Os investimentos em pesquisa e desenvolvimento (P&D) da empresa somaram R$ 54,1 milhões no 2T25, representando um aumento de 8,4% em comparação com o 2T24.

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Paulo Geraldo Polezi, Diretor Financeiro e de Relações com os Investidores do CTC, ressaltou que a excelente performance reflete a confiança do mercado nos produtos da empresa, que continuam a gerar ganhos de produtividade nos canaviais por meio de soluções inovadoras em genética, biotecnologia e manejo.

Desde 2012, o CTC investiu R$ 2 bilhões em pesquisa e inovação voltadas à cana-de-açúcar, incluindo o projeto Sementes, a expansão do portfólio de variedades geneticamente modificadas e o programa de Melhoramento Genético. A companhia conta com um time altamente qualificado, com 375 posições em P&D, incluindo mais de 200 mestres e doutores.

O plano estratégico do CTC visa dobrar a produtividade dos canaviais até 2040, impulsionado por novas tecnologias que acelerem o desenvolvimento sustentável da cana-de-açúcar no Brasil.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Milho brasileiro bate recorde histórico e ultrapassa 369 sacas por hectare em concurso nacional de produtividade

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Milho no Brasil atinge novo patamar produtivo com avanço tecnológico

A cultura do milho no Brasil alcançou um novo patamar de produtividade na safra atual, conforme os resultados do Concurso Getap Verão 2026, que evidenciam a consolidação do uso de tecnologia, manejo avançado e gestão eficiente no campo.

O levantamento reuniu produtores de diversas regiões do país e registrou produtividades recordes, reforçando o potencial do milho brasileiro em diferentes condições climáticas e sistemas de produção.

Segundo o coordenador técnico do Grupo Tático de Produtividade do Milho (Getap), Gustavo Capanema, os resultados refletem a evolução contínua do setor.

“Cada ano traz um desafio diferente, seja clima ou pressão de pragas, mas o produtor mostra capacidade de adaptação e evolução constante”, destacou.

Norte e Centro-Oeste registram altas produtividades no milho sequeiro

Na Região Norte, a Bahia voltou a se destacar com resultados expressivos no milho sequeiro. O maior desempenho foi de Marcelino Flores de Oliveira, de Formosa do Rio Preto (BA), com 315,37 sacas por hectare.

Outros produtores também apresentaram números elevados, com produtividades acima de 250 sc/ha, reforçando a força da região na produção do cereal.

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Já na Região Oeste, o destaque ficou com Thomas David Peixoto, de Costa Rica (MS), que atingiu 208,28 sc/ha no sistema sequeiro.

Minas Gerais se consolida no milho irrigado e sequeiro no Centro do país

Na Região Centro, Minas Gerais manteve forte presença entre os melhores resultados do país.

No sistema irrigado, a liderança foi da Fazenda Nacional AgroFarm, em São Gonçalo do Sapucaí (MG), com 289,55 sc/ha, seguida por produtores que também ultrapassaram a marca de 280 sc/ha.

No sistema sequeiro, o destaque foi Marcelo Sanfelice, de Ibiá (MG), com 307,71 sc/ha, acompanhado por outros produtores mineiros com desempenhos próximos ou superiores a 280 sc/ha.

O desempenho reforça a importância da regionalização e do uso de tecnologia para elevar a produtividade em diferentes ambientes agrícolas.

Sul do Brasil lidera recordes e alcança maior produtividade do país

Os maiores resultados do concurso vieram da Região Sul, que novamente se destacou como referência nacional em produtividade de milho.

Na categoria irrigado, a Agrícola Binsfeld, de Palmeira das Missões (RS), atingiu 359,61 sc/ha, enquanto outros produtores da região também superaram a marca de 330 sc/ha.

No sistema sequeiro, o maior resultado do Brasil foi registrado por Eduardo Pletz, de Guarapuava (PR), com impressionantes 369,92 sacas por hectare, liderando o ranking nacional.

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Outros produtores do Paraná e Santa Catarina também figuraram entre os melhores desempenhos, com resultados acima de 350 sc/ha.

Tecnologia e gestão impulsionam evolução do milho brasileiro

De acordo com o coordenador do Getap, os resultados refletem a disseminação de conhecimento técnico e o avanço das tecnologias agrícolas no país.

A combinação entre genética, manejo de solo, nutrição e inovação tem permitido ao produtor rural atingir patamares cada vez mais elevados de produtividade, mesmo diante de desafios climáticos e fitossanitários.

Perspectiva: milho brasileiro mantém trajetória de alta produtividade

Os dados do Getap Verão 2026 indicam que o milho brasileiro segue em trajetória de crescimento produtivo, com médias elevadas em todas as regiões e recordes históricos em diversas propriedades.

A tendência, segundo especialistas do setor, é de continuidade na evolução tecnológica, com maior eficiência no uso de insumos e expansão do acesso a práticas de alta produtividade no campo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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