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Cresce produção de açúcar e etanol hidratado no Norte-Nordeste

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De acordo com o presidente-executivo da NovaBio, Renato Cunha, o açúcar apresentou alta de 12,4%, alcançando 3,22 milhões de toneladas contra 2,87 milhões de toneladas observadas no mesmo período da temporada anterior. Já a fabricação do biocombustível hidratado, aquele comercializado diretamente nas bombas, cresceu 12,3%.

“Foram produzidos 1,05 bilhão de litros contra 938,8 milhões de litros verificados na segunda quinzena de fevereiro do ano passado”, informa Cunha, que também preside o Sindicato da Indústria do Açúcar e do Álcool no Estado de Pernambuco (Sindaçúcar/PE).

Cana

No acumulado da safra 2023-2024 até o dia 29 de fevereiro, o volume de cana-de-açúcar processado aumentou 4,7% em comparação aos números verificados em igual data de 2023. A moagem atingiu 55,24 milhões de toneladas ante 52,76 milhões de toneladas fabricadas no mesmo período da safra 2022-2023.

Etanol Total

Até 29 de fevereiro de 2024, a produção total de etanol, somando o hidratado e o anidro, apresentou leve crescimento. As unidades sucroenergéticas do Norte e Nordeste entregaram 2,08 bilhões de litros, quantidade 0,7% superior aos 2,06 bilhões de litros da mesma quinzena na safra anterior. No caso do biocombustível anidro, misturado à gasolina, houve retração de 8,9%, com a produção de 1,02 bilhão de litros.

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O estoque físico de etanol, considerando o anidro e o hidratado, atingiu 286,5 milhões de litros, volume 17,13% inferior aos 345,7 milhões de litros armazenados na segunda quinzena de fevereiro da safra 2022-2023.

Fonte: NOVABIO

Fonte: Portal do Agronegócio

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Estado decreta emergência por risco de seca severa até o fim do ano

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O governo do Acre decretou situação de emergência em todo o Estado em razão do risco de seca severa e da possibilidade de desabastecimento hídrico nos próximos meses. O Decreto nº 11.932, tem validade de 180 dias e autoriza a adoção de medidas emergenciais para minimizar os efeitos da estiagem em todo o estado.

A decisão foi baseada em estudos climáticos que apontam para o fortalecimento do fenômeno El Niño no segundo semestre de 2026. Segundo o governo, a previsão é de redução das chuvas, temperaturas acima da média e agravamento da seca entre agosto e novembro, período em que o Acre já registra baixos índices de precipitação.

De acordo com o decreto, o cenário pode provocar queda significativa no nível dos rios, escassez de água potável, dificuldades na navegação, isolamento de comunidades e prejuízos à agricultura, pecuária e pesca. O governo também alerta para o aumento do risco de queimadas e incêndios florestais durante o período.

A medida destaca ainda os impactos sobre povos indígenas, ribeirinhos e moradores da zona rural. As 36 terras indígenas, que abrigam 246 aldeias e 16 povos, podem enfrentar isolamento, dificuldades no abastecimento de alimentos e medicamentos, perdas na produção de subsistência e agravamento da insegurança alimentar. O decreto também cita a possibilidade de interrupção do transporte escolar em comunidades acessíveis apenas por via fluvial.

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Com a publicação do decreto, a Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil ficará responsável por coordenar as ações de enfrentamento, em conjunto com órgãos estaduais, federais e prefeituras. Caberá ao órgão monitorar os níveis dos rios, as condições meteorológicas e os focos de calor, além de apoiar os municípios na elaboração de planos de contingência.

O governo também autorizou a realização de despesas emergenciais, como contratação de serviços, aquisição de insumos, instalação de abrigos e distribuição de água por carros-pipa nas localidades mais afetadas. As ações terão prioridade para comunidades indígenas, ribeirinhas e rurais, além de escolas e unidades de saúde.

Durante a vigência do decreto, também serão reforçadas as ações de prevenção e combate às queimadas, bem como campanhas de conscientização sobre o uso racional da água e os cuidados com a saúde em períodos de calor intenso e baixa umidade. O texto ainda autoriza agentes da Defesa Civil, em situações de risco iminente, a ingressar em imóveis para prestar socorro, determinar evacuações e requisitar temporariamente propriedades particulares, quando necessário, com garantia de indenização em caso de danos.

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Com validade de seis meses, o decreto busca agilizar a mobilização de recursos e a adoção de medidas administrativas para reduzir os impactos da estiagem e garantir assistência às populações mais vulneráveis.

Fonte: Pensar Agro

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