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Coordenadores debatem políticas de aprendizagem da educação infantil em Cuiabá

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Mais de 100 professores vinculados à Secretaria Municipal de Educação (SME) da Prefeitura de Cuiabá participaram, nesta quarta-feira (6), da primeira imersão para coordenadores pedagógicos, com o tema “Reflexão Sobre o Papel do Coordenador Frente às Ações Pedagógicas na Educação Infantil”.

O evento foi aberto às 7h pelo secretário municipal de Educação, Amauri Monge Fernandes. As atividades foram encerradas às 17h.

Durante o curso de formação continuada, foram apresentadas as melhores metodologias para a alfabetização de crianças e as boas práticas para o pleno desenvolvimento infantil em ambiente escolar.

O secretário Amauri Monge ressaltou a importância de manter diálogo com todos os profissionais da educação para que a rede de ensino de Cuiabá avance nas metas de aprendizagem, o que passa, obrigatoriamente, pelo aperfeiçoamento dos gestores das unidades escolares.

“A educação só funciona com formação continuada. É assim nos melhores países do mundo, como Singapura e França. A gente precisa apostar sempre na formação continuada dos nossos profissionais. A educação infantil é a base de toda a educação pública, e a gente precisa formar cada vez melhor esses gestores que levam às unidades toda a metodologia aplicada na formação.”

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A professora Mayara Santos, da EMEB (Escola Municipal de Educação Básica) Tereza de Benguela, elogiou a iniciativa da Prefeitura de Cuiabá em investir na qualificação constante dos coordenadores.

“Aprendemos a respeitar as políticas públicas, bem como a aprender e melhorar as soluções pedagógicas que traçamos no começo do ano. Além disso, há uma troca de experiências com os demais coordenadores, que nos permite aperfeiçoar a política de aprendizagem das crianças”, explica.

Este é o terceiro evento realizado pela Prefeitura de Cuiabá visando à qualificação dos profissionais envolvidos diariamente na execução das políticas pedagógicas.

No dia 22 de julho, houve uma imersão com coordenadores de 82 EMEBs (Escolas Municipais de Educação Básica) para discutir o planejamento estratégico e as ações que serão desenvolvidas ao longo do segundo semestre, principalmente para melhorar os índices de aprendizagem em Língua Portuguesa e Matemática entre os estudantes de 4 a 10 anos.

No dia 1º de agosto, com o mesmo propósito, foi realizada a 1ª Convenção Municipal com 172 diretores de escolas públicas de Cuiabá.

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Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Produção de suínos cresce 50% e abre espaço para novos investimentos

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A suinocultura de Mato Grosso do Sul cresceu aproximadamente 50% nos últimos três anos e já alcança cerca de 3,6 milhões de animais abatidos por ano. A expansão, que coloca o Estado entre os principais polos emergentes da atividade no País, estará no centro das discussões do VIII Fórum de Desenvolvimento da Suinocultura de Mato Grosso do Sul, marcado para 17 de setembro, em Dourados (a cerca de 240km da capital, Campo Grande).

O avanço ocorre em uma região que até poucos anos atrás tinha participação bem menor na produção nacional de carne suína. Mato Grosso do Sul passou a ocupar a quinta posição no ranking brasileiro de abates, atrás de Estados com tradição muito mais antiga na atividade, como Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul e Minas Gerais.

Parte dessa expansão está associada à disponibilidade de milho e soja, principais componentes da alimentação dos animais e responsáveis pela maior parcela do custo de produção. A proximidade entre as granjas e as regiões produtoras de grãos reduz distâncias no abastecimento de ração e cria condições para a instalação de novas unidades produtivas e industriais.

Outro fator é o crescimento do número de matrizes. Em 2026, mais de 111,5 mil matrizes já estavam cadastradas no Programa Leitão Vida, política estadual de incentivo à produção. Até o início de junho, 272 estabelecimentos participavam do programa.

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No mesmo período, 1,63 milhão de suínos haviam sido abatidos dentro do programa e os incentivos concedidos aos produtores superavam R$ 45 milhões. A atividade também acumulou aproximadamente R$ 1,7 bilhão em cartas-consulta aprovadas pelo Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO) nos últimos sete anos.

A política de incentivo passou ainda por mudanças. O novo protocolo do Leitão Vida ampliou as exigências relacionadas à biossegurança, bem-estar animal, rastreabilidade, sustentabilidade e utilização de tecnologias nas propriedades.

Dos 272 estabelecimentos participantes neste ano, 239 já haviam migrado para o novo sistema de conformidade. A intenção é atrelar parte dos incentivos não apenas ao volume produzido, mas também ao cumprimento de padrões técnicos, sanitários e ambientais.

Para o produtor, essa mudança ganha importância porque a expansão da atividade depende cada vez mais do acesso a mercados exigentes. Sanidade, rastreabilidade e biossegurança deixaram de ser apenas questões internas das granjas e passaram a influenciar diretamente a capacidade de frigoríficos e produtores alcançarem novos compradores.

Mato Grosso do Sul também ampliou sua estrutura industrial. Unidades instaladas no Estado vêm aumentando a capacidade de abate, movimento necessário para acompanhar o crescimento das granjas e evitar um desequilíbrio entre a oferta de animais e a capacidade de processamento.

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A expansão da suinocultura cria ainda uma demanda adicional para a agricultura estadual. Cada aumento no alojamento de animais significa maior consumo de milho e farelo de soja, estabelecendo uma relação direta entre o crescimento das granjas e o mercado regional de grãos.

Esse movimento pode ser especialmente importante para regiões com grande produção de milho segunda safra. A instalação de unidades de produção animal permite transformar parte do grão dentro do próprio Estado em proteína de maior valor agregado, reduzindo a necessidade de transportar toda a produção agrícola por longas distâncias até outros centros consumidores.

O crescimento, entretanto, exige investimentos elevados. Construção e modernização de granjas, climatização, tratamento de dejetos, biossegurança, armazenagem de ração e adequações ambientais aumentam a necessidade de capital e tornam a expansão dependente de planejamento financeiro e acesso ao crédito.

Consolidado como um dos principais encontros da suinocultura no Centro-Oeste, o Fórum ocorre justamente quando Mato Grosso do Sul tenta transformar o forte crescimento dos últimos anos em uma cadeia maior, mais tecnificada e com maior participação nos mercados nacional e internacional.

Serviço

VIII Fórum de Desenvolvimento da Suinocultura de Mato Grosso do Sul
Data: 17 de setembro de 2026
Horário: 7h às 18h
Local: Unigran – Dourados (MS)

Fonte: Pensar Agro

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