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Coopercitrus Expo: Inovação e Oportunidades de Negócios em Foco

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A Coopercitrus Expo, que ocorrerá de 22 a 26 de julho em Bebedouro-SP, será o cenário ideal para a Piccin, empresa sediada em São Carlos-SP, apresentar suas inovações ao setor agrícola. Com um portfólio robusto de implementos agrícolas, a companhia visa impulsionar a agricultura sustentável e produtiva na região. Entre os destaques está o distribuidor de adubo e corretivos Master 5500 DH EI, que conta com sensores avançados e tecnologia de ponta. Além disso, será lançado o Kit de Aplicação em Linha, uma solução eficaz para o cultivo de cana-de-açúcar.

O novo kit proporciona uma aplicação precisa de produtos em pó, granulado ou farelado por meio de um sistema de esteira. “A instalação é simples e parafusada, permitindo fácil remoção quando necessário. Nosso kit é projetado para operar em três linhas de plantio, garantindo um cultivo eficiente e de baixo custo”, explica Marco Gobesso, engenheiro agrônomo e head de marketing da Piccin.

Distribuidores Tecnológicos

O Master 5500 DH EI se destaca por seu sistema inovador que, em conjunto com o Bloco de Controle, otimiza a aplicação de insumos, promovendo economia e precisão. “Os sensores desse distribuidor representam um avanço significativo na aplicação de insumos agrícolas. Com a detecção inteligente, as esteiras são desativadas automaticamente em áreas sem plantas, assegurando uma aplicação eficiente e adaptada às demandas da agricultura moderna”, ressalta Gobesso.

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Além do Master 5500 DH EI, a Piccin também apresentará outros modelos, como o Master 12000 DH BI S, Master 7500 D e Master 3000 Cafeeira, todos projetados para atender às necessidades de produtores que buscam versatilidade e qualidade na aplicação de corretivos, fertilizantes e sementes.

A marca também exibirá sua linha de descompactadores, incluindo o Advanced TP 5 Hastes e Advanced Flex BT 9 Hastes, além das grades niveladoras GANFPR 60 x 22 x 4,50MM M DP e GAHG RO 2000 BR. Esses equipamentos foram desenvolvidos para maximizar a eficiência e a adaptabilidade em diferentes tipos de terreno e condições de cultivo. “Estes implementos são planejados para oferecer eficiência e adaptabilidade às diversas condições de solo e cultivo enfrentadas pelos agricultores paulistas”, enfatiza Gobesso.

Evento de Referência no Agronegócio

Em 2023, a Coopercitrus Expo se consolidou como um evento crucial para o agronegócio, atraindo 18.300 visitantes e movimentando R$1,8 bilhão em transações. Focado na união familiar e nas raízes dos produtores, o evento oferece um ambiente organizado e acessível, apresentando tecnologias agrícolas avançadas e condições comerciais atrativas. Com mais de 160 empresas líderes participando, o evento abrange insumos, defensivos, saúde animal, máquinas e tecnologias. “A Coopercitrus Expo se destacou como um ponto de encontro essencial para os profissionais do setor, reforçando sua importância como um centro dinâmico para negócios agrícolas. Não poderíamos ficar de fora”, conclui Gobesso.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Embarques de milho aceleram com entrada da segunda safra

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O Brasil exportou 1,18 milhão de toneladas de milho nos primeiros cinco dias úteis de agosto, impulsionado pela entrada da segunda safra e pela maior disponibilidade do cereal nos portos. Apesar da aceleração em relação a julho, a média diária dos embarques ainda ficou 27,4% abaixo da registrada em agosto do ano passado.

Os dados foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. Entre os dias 3 e 7 de agosto, o país enviou ao exterior 1.183.719 toneladas, média de 236.744 toneladas por dia.

Em agosto de 2025, os embarques alcançaram 6,85 milhões de toneladas em 21 dias úteis, com média diária de 326.127 toneladas. Os primeiros números deste mês representam 17,3% daquele total, mas não indicam, por enquanto, que o Brasil superará o resultado do ano passado.

Se a média observada nos primeiros cinco dias for mantida até o fim do mês, as exportações chegarão a aproximadamente 4,97 milhões de toneladas. O volume ficaria cerca de 1,88 milhão de toneladas abaixo do registrado em agosto de 2025. Trata-se de uma projeção simples, que poderá mudar conforme a programação dos portos e os novos contratos de venda.

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A recuperação é mais evidente na comparação com julho. No mês passado, a média diária dos embarques terminou em 84.488 toneladas. O ritmo registrado no início de agosto foi quase três vezes maior, movimento esperado para esta época do ano, quando o avanço da colheita do milho segunda safra aumenta a oferta disponível para exportação.

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estima que o Brasil colherá 141,7 milhões de toneladas de milho na safra 2025/26. A segunda safra deverá responder por 109,4 milhões de toneladas, mantendo-se como a principal fonte do cereal destinado ao mercado externo durante o segundo semestre.

Embora o volume diário exportado ainda esteja abaixo do ano passado, o preço médio avançou 22,3%. Cada tonelada embarcada no início de agosto alcançou valor equivalente a aproximadamente R$ 1.247, considerando a cotação de R$ 5,15. Esse valor corresponde ao produto exportado e não deve ser confundido com o preço recebido diretamente pelo produtor na fazenda.

As vendas realizadas nos cinco primeiros dias úteis movimentaram o equivalente a R$ 1,48 bilhão. A média diária da receita, contudo, permaneceu 11,2% inferior à de agosto de 2025, porque a valorização da tonelada não compensou integralmente a redução do volume embarcado.

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Para o produtor, o desempenho das exportações é importante porque define quanto da segunda safra será retirado do mercado interno. Se os embarques ganharem força nas próximas semanas, poderão reduzir a pressão provocada pela entrada do milho colhido e dar maior sustentação às cotações nas regiões produtoras.

Caso o ritmo permaneça abaixo do registrado no ano passado, uma parcela maior da safra ficará disponível no mercado doméstico, elevando a necessidade de armazenagem e aumentando a disputa entre produtores por espaço nos silos. O efeito será mais intenso nas regiões distantes dos portos, onde o custo do frete limita a competitividade do cereal.

O resultado de agosto dependerá da demanda dos compradores, dos preços internacionais, da programação dos navios e da capacidade dos portos de absorver o aumento da oferta. Com a colheita avançando, o Brasil entra agora no período decisivo para transformar a safra elevada em exportações e evitar excesso de milho no mercado interno.

Fonte: Pensar Agro

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