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CooperAliança Lança Novas Marcas e Reforça Padrão de Excelência no Mercado de Carnes

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A CooperAliança, reconhecida por seu elevado padrão na produção de carnes nobres, dá um passo significativo em 2024 com o rebranding de suas marcas e o lançamento de novos produtos. O objetivo é não apenas atender melhor seus clientes, mas também expandir sua presença em novos mercados.

Álvaro Brandão Filho, CEO da CooperAliança, celebra os resultados positivos alcançados. “Encerramos julho com a melhor receita operacional desde o início das operações de nossa planta industrial em janeiro de 2021. O valor da receita operacional em julho de 2024 foi 41% superior ao mesmo mês do ano passado. E começamos agosto com o lançamento de novas marcas que certamente impulsionarão nossas receitas”, afirma Brandão Filho. Ele acrescenta: “Esse sucesso é o resultado do trabalho conjunto, que começa com nossos cooperados no campo, passa pelo elevado padrão tecnológico e dedicação dos colaboradores da indústria e culmina na entrega da melhor carne premium brasileira aos nossos clientes.”

As novas marcas lançadas refletem o compromisso da CooperAliança com a excelência na carne premium. Conheça as novas marcas:

  • Aliança Reserva: Representa excelência e qualidade, oferecendo cortes selecionados para uma experiência gastronômica incomparável. Os cortes da linha Churrasco, provenientes de animais da raça Angus, são meticulosamente escolhidos pelo marmoreio superior, garantindo suculência e sabor.
  • Aliança Black Angus: Focada em cortes de alta qualidade, disponíveis tanto para churrasco quanto para uso cotidiano. Os cortes vêm de animais Angus certificados e passam por um rigoroso processo de refile, garantindo uma apresentação impecável.
  • Aliança Gold: Destinada a consumidores que apreciam carnes de alta qualidade, a linha oferece cortes de Angus não certificados, mas com bom acabamento de gordura e rigoroso processo de refile. Ideal para quem busca um sabor superior e textura suculenta.
  • Aliança Nobre: Foca na conveniência e segurança, com embalagens a vácuo que garantem frescura e durabilidade. É ideal para quem valoriza praticidade e bom custo-benefício.
  • O Grande Assador: Inspirada no popular reality show da Globo RPC, esta marca oferece cortes para churrasco das linhas Gold e Nobre, combinando sabor excepcional e excelente acabamento com acessibilidade.
  • Aliança Halal: Voltada para o mercado de produtos Halal, oferece carnes certificadas que atendem aos requisitos religiosos, mantendo a qualidade superior da CooperAliança.
  • Aliança Fino Corte Angus by Nabil: Uma parceria com o influencer Nabil, oferecendo carnes Halal de alto padrão. Os cortes são provenientes de animais abatidos conforme os requisitos religiosos Halal e são cuidadosamente porcionados.
  • Aliança Cordeiro Guarapuava: Focada em carnes ovinas de alta qualidade, a marca se destaca pela produção local e regional, com controle rigoroso do processo de criação e abate para garantir a melhor experiência gastronômica.
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Com a otimização das variedades de cortes e a expansão para os estados do Paraná, São Paulo e Santa Catarina, a CooperAliança reforça seu posicionamento estratégico no mercado de carne premium brasileira.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Mercado de café na Ásia enfrenta escassez de oferta e preocupa traders com riscos climáticos do El Niño

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O mercado de café no Sudeste Asiático segue operando com oferta restrita e baixa liquidez nas últimas semanas, em um cenário marcado pela retenção de vendas no Vietnã, atrasos na colheita da Indonésia e crescente preocupação com os impactos climáticos associados ao possível retorno do fenôeno El Niño. A avaliação é da Hedgepoint Global Markets, que monitora o comportamento do mercado global da commodity.

Segundo a análise, o Vietnã — maior produtor mundial de café robusta — registrou forte desempenho nas exportações até abril da safra 2025/26, embarcando 18,6 milhões de sacas, volume 23,9% superior ao observado no mesmo período do ciclo anterior.

Vietnã reduz disponibilidade de café após vendas aceleradas

De acordo com a Hedgepoint Global Markets, os produtores vietnamitas aproveitaram os preços elevados, a maior oferta da safra e a menor presença do Brasil nas exportações nos últimos meses para intensificar as vendas no início da temporada.

Com grande parte da produção já comercializada e o país entrando no período de entressafra, os produtores passaram a reduzir o ritmo de novos negócios, diminuindo a disponibilidade de café no mercado internacional.

Esse movimento levou compradores a buscar alternativas na Indonésia. No entanto, o país também enfrenta dificuldades de oferta.

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Chuvas atrasam colheita de café na Indonésia

As chuvas intensas registradas nas últimas semanas provocaram atrasos no início da colheita da safra 2026/27 da Indonésia, reduzindo a disponibilidade imediata do produto e limitando os volumes exportados.

“A safra 26/27 da Indonésia tinha previsão de começar em abril, com volumes maiores chegando ao mercado a partir de maio. No entanto, chuvas intensas ao longo do mês passado atrasaram o início da colheita, limitando a disponibilidade de café”, afirma Laleska Moda, analista de Inteligência de Mercado da Hedgepoint Global Markets.

Oferta restrita sustenta preços do café robusta

O cenário de menor disponibilidade na Ásia também tem sustentado os preços internacionais do café robusta, principalmente porque a entrada da safra brasileira 2026/27 ainda ocorre de forma lenta, apesar da expectativa de produção recorde.

Outro fator que contribui para o suporte das cotações é o fortalecimento do real frente ao dólar, condição que reduz o interesse de produtores brasileiros em acelerar vendas no curto prazo.

El Niño amplia preocupações para próximas safras

Além das restrições imediatas de oferta, o clima segue no radar do mercado cafeeiro global. No Vietnã, abril registrou chuvas abaixo da média após um março mais úmido, aumentando as preocupações sobre a floração e o desenvolvimento das lavouras.

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As atenções do mercado se concentram na possibilidade de formação de um novo episódio de El Niño ao longo do segundo trimestre, fenômeno que pode afetar a disponibilidade hídrica nas regiões produtoras.

“Até o momento, nenhum impacto negativo foi relatado, e chuvas adicionais são esperadas nos próximos dias, o que deve proporcionar algum alívio aos agricultores”, destaca Laleska Moda.

Segundo a analista, os maiores riscos climáticos ainda estão concentrados nas próximas temporadas.

“Os principais riscos são vistos atualmente para a safra 27/28, já que o El Niño poderia restringir a disponibilidade de água para irrigação e atrasar a floração do café”, afirma.

Mercado segue atento à oferta global de café

Com estoques reduzidos no Vietnã, atraso da colheita na Indonésia e incertezas climáticas para os próximos ciclos, o mercado internacional de café segue monitorando de perto a evolução da oferta asiática.

A combinação entre menor disponibilidade imediata e riscos climáticos futuros mantém o setor em alerta e reforça a volatilidade nas cotações globais do café robusta.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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