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Cooperados da Cocamar destinam R$ 468 mil a entidades sociais no Paraná e São Paulo

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O Instituto Cocamar realizou a distribuição de R$ 468 mil a 18 entidades assistenciais localizadas nos estados do Paraná e São Paulo. Os recursos são provenientes das sobras da cooperativa referentes ao exercício de 2025 e foram destinados a partir de decisão dos próprios cooperados durante Assembleia Geral Ordinária realizada em fevereiro.

As instituições beneficiadas atuam em áreas como saúde, assistência social, apoio a pacientes oncológicos, acolhimento de idosos e atendimento a pessoas em situação de vulnerabilidade social. As entidades foram indicadas pelos cooperados, que reconheceram a relevância dos serviços prestados nas comunidades atendidas.

Instituto Cocamar reforça impacto social em diferentes cidades

Ao longo do mês de abril, representantes do Instituto Cocamar, acompanhados pela área de Responsabilidade Socioambiental e por unidades locais da cooperativa, realizaram visitas às entidades para entrega dos recursos.

As doações contemplam 15 cidades em dois estados brasileiros, com destaque para iniciativas voltadas ao atendimento de pacientes com câncer e apoio social contínuo.

Maringá concentra parte dos principais repasses

Em Maringá (PR), três instituições receberam apoio financeiro:

  • O Hospital do Câncer de Maringá recebeu R$ 50 mil para aquisição de um equipamento voltado ao diagnóstico precoce do câncer;
  • A Rede Feminina de Combate ao Câncer foi contemplada com R$ 15 mil para construção de uma ala destinada a crianças em tratamento oncológico;
  • A Entidade Ecumênica Amor ao Próximo recebeu R$ 13 mil para manutenção de casa de apoio a pacientes e familiares.
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Paraná recebe recursos para saúde e assistência social

Diversas cidades do Paraná também foram beneficiadas com repasses do Instituto Cocamar:

  • A Rede Feminina de Combate ao Câncer de Astorga (incluindo Sabáudia) recebeu R$ 15 mil para manutenção de atividades, incluindo apoio psicossocial e distribuição de medicamentos;
  • A instituição Tok de Amor, em Londrina, recebeu R$ 13 mil para apoio a pacientes e acompanhantes em tratamento oncológico;
  • Em Alvorada do Sul, a Sociedade São Vicente de Paulo recebeu R$ 10 mil para assistência a famílias vulneráveis;
  • O mesmo valor foi destinado à Casa do Aguardo Professor Hideo Okuyama, em Arapongas, ao Asilo São Vicente de Sertanópolis e ao Asilo Lar da Paz, em Primeiro de Maio.

Outras entidades receberam R$ 8 mil cada, incluindo o Instituto Santa Paula Elisabete Cerioli (Assaí), o Lar Jayme Watt Longo (Bela Vista do Paraíso), o Lar Santo Antônio (Cambé), a APAE de Tamarana e a Uopeccan de Umuarama, referência regional no tratamento oncológico e acolhimento de pacientes.

São Paulo também será contemplado com repasses

Nos próximos dias, entidades de dois municípios do estado de São Paulo também receberão apoio financeiro no valor de R$ 13 mil cada:

  • Associação Voluntária do Câncer Dr. Fuade Haddad, em Palmital;
  • Associação dos Portadores de Câncer de Salto Grande.
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Cooperativismo reforça compromisso social no campo

A iniciativa reforça o modelo cooperativista da Cocamar, que permite que parte dos resultados financeiros retornem às comunidades por meio de ações sociais. Segundo a cooperativa, o objetivo é ampliar o impacto positivo das atividades do agronegócio para além da produção, fortalecendo o desenvolvimento regional e o apoio a instituições essenciais.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Acordo começa a valer e Brasil amplia exportações de carne e cachaça com tarifa zero

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O acordo comercial entre Mercosul e União Europeia começou a produzir os primeiros efeitos práticos no comércio exterior brasileiro. Desde a entrada em vigor do tratado, em 1º de maio, o Brasil já iniciou exportações de carne bovina, carne de aves e cachaça ao mercado europeu com redução ou isenção de tarifas, enquanto produtos europeus começaram a chegar ao país com impostos menores.

Segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), a Secretaria de Comércio Exterior (Secex) aprovou, até o momento, oito licenças de exportação para produtos brasileiros e seis licenças de importação para mercadorias originárias da União Europeia.

Entre os primeiros produtos europeus liberados para entrada no mercado brasileiro estão queijos, chocolates e tomates. No caso dos queijos, a redução tarifária passou a valer imediatamente dentro da cota negociada no acordo, com a alíquota caindo de 28% para 25,2%.

Já para chocolates e tomates, a diminuição das tarifas ocorrerá de forma gradual a partir de 2027. Até lá, continuam em vigor as taxas atualmente aplicadas sobre as importações.

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Do lado brasileiro, os primeiros embarques autorizados incluem carne bovina fresca, carne bovina congelada, carne de aves desossada e cachaça. Segundo o governo federal, as exportações de carne de aves e da bebida brasileira entram no mercado europeu com tarifa zero dentro dos limites estabelecidos nas cotas do acordo.

Na carne bovina, o tratado ampliou o espaço para o produto brasileiro na Europa. A tradicional Cota Hilton, usada para exportação de cortes nobres, teve a tarifa reduzida de 20% para zero.

Além disso, foi criada uma nova cota de 99 mil toneladas compartilhada entre os países do Mercosul. Antes do acordo, embarques fora da Cota Hilton enfrentavam cobrança de 12,8% de tarifa mais 304,10 euros por 100 quilos exportados. Com as novas regras, a tarifa intracota caiu para 7,5%.

O governo brasileiro avalia que o acordo fortalece a presença do agronegócio nacional no mercado europeu e amplia oportunidades para exportadores de alimentos e bebidas.

Segundo o Mdic, mais de 5 mil linhas tarifárias passaram a operar com tarifa zero para produtos exportados do Mercosul à União Europeia. No sentido contrário, mais de mil linhas tarifárias do bloco sul-americano também passaram a conceder isenção para produtos europeus.

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Apesar da abertura comercial, o governo destaca que as cotas representam parcela pequena do comércio bilateral, equivalente a cerca de 4% das exportações brasileiras e apenas 0,3% das importações.

Todas as operações estão sendo realizadas pelo Portal Único Siscomex, sistema responsável pelo controle e autorização das operações de comércio exterior. De acordo com o governo federal, toda a regulamentação necessária foi concluída antes da entrada em vigor do acordo, permitindo o início imediato das operações comerciais entre os dois blocos.

Fonte: Pensar Agro

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