AGRONEGÓCIO

Controle da Mosca Doméstica é Fundamental em Fazendas, Haras e Criações de Suínos e Aves

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Fazendas de bovinos de leite e corte, haras e granjas de suínos e aves enfrentam um desafio comum: a infestação da mosca doméstica (Musca domestica). Esse inseto é altamente nocivo, pois pode transmitir diversos microrganismos por meio de suas patas, asas, abdômen, fezes e até vômito, representando um risco para a saúde animal e humana.

Segundo a zootecnista Margareth Dellatorre, consultora da Vetoquinol Saúde Animal, “a mosca doméstica é um vetor eficiente de contaminação que compromete o ambiente, os animais e as pessoas nas propriedades.”

Ciclo Rápido e Alta Reprodutividade

O controle da mosca doméstica é complexo devido ao seu ciclo de vida curto e alta capacidade reprodutiva. A fêmea adulta pode depositar centenas de ovos que rapidamente se desenvolvem em larvas, depois pupas, até emergirem como moscas adultas.

Essas infestações causam estresse e desconforto a bovinos, equinos, suínos e aves, prejudicando o bem-estar e a produtividade. Além disso, a presença constante do inseto nas áreas de manejo humano torna-se uma preocupação sanitária para as pessoas que vivem ou trabalham nas fazendas.

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Solução Inovadora para o Controle: Flycron® Plus

Atenta a esses desafios, a Vetoquinol Saúde Animal desenvolveu o Flycron® Plus, uma solução eficaz para o combate à mosca doméstica. O produto contribui para reduzir as infestações, melhorar o ambiente produtivo e promover o bem-estar dos animais em criações de corte, leite, suínos, aves e cavalos.

Flycron® Plus combina dois ingredientes ativos — azametifós e fipronil — e um potente atrativo sexual, o Z-9 tricosene, que garante ação duradoura e potente contra as moscas.

Orientações para Uso Correto

Para garantir a eficácia do produto, é fundamental seguir as recomendações de uso, como preparar a calda na proporção correta, aplicar em locais estratégicos das fazendas, granjas e haras, e evitar o uso em superfícies muito sujas, que podem comprometer a ação do inseticida, alerta Margareth Dellatorre.

Compromisso com a Saúde e Produtividade

Com Flycron® Plus, a Vetoquinol Saúde Animal reafirma seu compromisso com a produtividade e rentabilidade das propriedades rurais, a segurança alimentar e o bem-estar dos animais e das pessoas que convivem nesses ambientes.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Agro tem até dia 30 para escolher tributação que pode alterar competitividade em 2027

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Empresas do agronegócio enquadradas no Simples Nacional têm até 30 de outubro para decidir se manterão o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) dentro do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS) ou se recolherão os dois tributos pelo regime regular a partir de janeiro de 2027. A escolha poderá afetar o valor dos créditos aproveitados pelos clientes e, consequentemente, a competitividade dos fornecedores.

Quem não fizer a opção continuará automaticamente no modelo tradicional, com IBS e CBS incluídos no DAS. A mudança interessa principalmente às empresas que vendem para cooperativas, indústrias, exportadores e outros compradores que aproveitam créditos tributários.

Essa limitação pode pesar na negociação. Uma cerealista, agroindústria ou fornecedora de insumos que gere pouco crédito poderá se tornar menos atraente para compradores empresariais, sobretudo quando concorrer com fornecedores capazes de transferir créditos maiores.

A alternativa prevista na reforma tributária é permanecer no Simples Nacional para os demais tributos, mas calcular IBS e CBS pelo regime regular. É o chamado modelo híbrido. A empresa continua recolhendo pelo DAS os tributos que permanecerem no Simples, enquanto apura IBS e CBS separadamente.

Nesse modelo, poderá aproveitar os créditos permitidos sobre máquinas, equipamentos, energia, serviços e outros bens e insumos adquiridos. Também poderá gerar créditos pelo regime regular para seus clientes. Em contrapartida, terá mais obrigações fiscais, necessidade de controlar entradas e saídas e possível aumento do custo contábil.

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Por isso, não existe uma resposta única para o agronegócio. Manter IBS e CBS dentro do Simples pode continuar sendo vantajoso para empresas que vendem principalmente ao consumidor final, possuem poucos gastos capazes de gerar créditos e valorizam uma operação tributária mais simples.

Já a apuração pelo regime regular merece ser simulada por empresas que vendem predominantemente a outras pessoas jurídicas, realizam investimentos elevados ou compram grande quantidade de insumos tributados. Nesses casos, os créditos podem compensar parte do aumento da burocracia e preservar a competitividade comercial.

A conta também precisa incluir os tratamentos diferenciados concedidos ao setor. A legislação prevê redução de 60% das alíquotas de IBS e CBS para determinados produtos agropecuários, aquícolas, pesqueiros, florestais e extrativistas in natura, além de insumos agropecuários incluídos nas listas legais. Há ainda operações sujeitas a alíquota zero, diferimento ou créditos presumidos.

Esses benefícios, entretanto, não alcançam automaticamente toda empresa ligada ao agronegócio. A aplicação depende do produto, da operação, da classificação fiscal e das condições previstas na legislação. Uma empresa pode ter receitas submetidas a tratamentos diferentes dentro da mesma atividade.

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A decisão, portanto, não deve considerar apenas o percentual atualmente pago no DAS. É necessário comparar o valor total dos tributos, os créditos aproveitáveis nas compras, os créditos transferidos aos clientes, o perfil das vendas, o efeito sobre os preços, o fluxo de caixa e o custo adicional de cumprimento das obrigações fiscais.

A Receita Federal informa que a opção pelo regime regular de IBS e CBS poderá ser feita até 30 de outubro de 2026. Quem não optar continuará recolhendo os dois tributos dentro do Simples. A escolha poderá ser cancelada entre 3 de novembro e 20 de dezembro. Haverá uma nova oportunidade em março de 2027, com efeitos a partir de julho.

Para as empresas do agro, o Simples não deixou de ser uma boa opção. O que terminou foi a segurança de escolhê-lo apenas porque a alíquota parece menor. A partir de 2027, o crédito tributário concedido ao comprador pode ser tão importante quanto o imposto pago pelo fornecedor.

Fonte: Pensar Agro

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