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Consumo de Etanol no Brasil Alcança Recorde em 2024 e Consolida Posicionamento Estratégico em Energia Sustentável

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O etanol brasileiro atingiu um marco histórico em 2024, com um aumento significativo em seu consumo doméstico, consolidando sua relevância tanto para a economia quanto para a sustentabilidade do Brasil. De acordo com o relatório da DATAGRO, o consumo de etanol no país cresceu 14% em comparação ao ano anterior, totalizando 26,92 bilhões de litros. Esse volume corresponde ao equivalente de gasolina que seria necessário para substituir o biocombustível.

Impacto Econômico e Redução de Importações

Esse aumento no consumo teve um impacto direto e positivo na balança comercial brasileira, evitando a necessidade de importação de gasolina no valor de US$ 15,36 bilhões, o que representou uma elevação de 10,7% em relação a 2023. O crescimento no uso do etanol contribuiu para reduzir o déficit comercial do país, ao mesmo tempo em que reforçou o saldo positivo do agronegócio brasileiro.

Contribuição Ambiental e Posicionamento Global

Além do efeito econômico, o etanol brasileiro desempenha um papel crucial na diminuição das emissões de gases de efeito estufa, consolidando o Brasil como líder mundial no setor de biocombustíveis. Essa expansão do consumo e da produção de etanol reforça a posição do país no mercado internacional e reduz a dependência de combustíveis fósseis importados, impulsionando o Brasil no caminho de uma matriz energética mais limpa e sustentável.

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Mais detalhes sobre o desempenho do etanol brasileiro podem ser encontrados no Relatório VIP na seção de análises do portal DATAGRO.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Preços do milho ficam estáveis no Brasil com foco no clima da safrinha e dólar pressionando exportações

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Mercado de milho segue com baixa movimentação no Brasil

O mercado brasileiro de milho registrou uma semana de negociações mais lentas, com cotações pouco alteradas na maior parte das regiões produtoras. O ritmo reduzido foi influenciado pelo feriado no início da semana e pela postura cautelosa de compradores e vendedores.

Além disso, o câmbio em patamares mais baixos tem dificultado a competitividade do milho brasileiro no mercado externo, impactando o ritmo das exportações.

Clima para safrinha domina atenções do mercado

Segundo o analista da Safras & Mercado, Paulo Molinari, o principal fator de atenção no momento é o clima nas regiões produtoras da segunda safra.

“O mercado mantém o foco nas condições climáticas para a safrinha, especialmente em estados como Goiás e Minas Gerais, onde as chuvas são determinantes para o desenvolvimento das lavouras”, destaca.

Preços do milho nas principais praças brasileiras

As cotações apresentaram variações pontuais nas principais regiões:

Portos:

  • Porto de Santos: R$ 65,00 a R$ 69,00/saca (CIF)
  • Porto de Paranaguá: R$ 64,50 a R$ 69,00/saca
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Interior:

  • Cascavel (PR): R$ 62,00 a R$ 63,00/saca
  • Mogiana (SP): R$ 61,00 a R$ 64,00/saca
  • Campinas (SP – CIF): R$ 67,00 a R$ 68,00/saca
  • Erechim (RS): R$ 66,00 a R$ 67,50/saca
  • Uberlândia (MG): R$ 58,00 a R$ 60,00/saca
  • Rio Verde (GO – CIF): R$ 57,00 a R$ 59,00/saca
  • Rondonópolis (MT): R$ 49,00 a R$ 53,00/saca
Exportações avançam em volume, mas preço médio recua

Dados da Secretaria de Comércio Exterior indicam que as exportações brasileiras de milho somaram US$ 82,85 milhões em abril (até 12 dias úteis).

Os números mostram:

  • Volume exportado: 326,8 mil toneladas
  • Média diária: 27,2 mil toneladas
  • Receita média diária: US$ 6,9 milhões
  • Preço médio: US$ 253,5 por tonelada

Na comparação com abril de 2025:

  • Alta de 184,6% no valor médio diário
  • Crescimento de 205,4% no volume médio diário
  • Queda de 6,8% no preço médio
Dólar mais baixo limita competitividade externa

Apesar do avanço nos embarques, o câmbio mais valorizado do real frente ao dólar tem reduzido a atratividade do milho brasileiro no mercado internacional, especialmente nos portos.

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Esse fator, aliado à expectativa da safrinha, contribui para um mercado mais travado no curto prazo.

O mercado de milho no Brasil segue em compasso de espera, com preços estáveis e decisões pautadas principalmente pelas condições climáticas da safrinha. Ao mesmo tempo, o cenário cambial e o ritmo das exportações continuam sendo fatores-chave para a formação de preços nas próximas semanas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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