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ConsultAgro transforma acesso ao crédito rural com atendimento personalizado e mais de R$ 700 milhões liberados

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Em um cenário onde o crédito ainda representa um desafio para muitos produtores rurais, a ConsultAgro se destaca como uma nova referência no setor financeiro do agronegócio. Fundada no início de 2025 por Gabriela Rodrigues e Tainara Casagrande — profissionais com mais de seis anos de experiência no mercado financeiro —, a consultoria surgiu para atender à crescente demanda por um serviço mais humanizado, eficiente e estratégico na concessão de crédito.

“Observamos que muitos produtores e empresários do agro estavam saturados de enfrentar taxas abusivas, prazos apertados e processos burocráticos. Criamos então uma consultoria voltada para compreender as reais necessidades desses clientes e conectá-los às melhores soluções disponíveis no mercado”, afirma Gabriela, ao comentar a criação da ConsultAgro.

Desde sua fundação, a empresa já viabilizou mais de R$ 700 milhões em crédito por meio de acordos com 18 instituições financeiras parceiras, beneficiando mais de 3 mil clientes em diversas regiões do Brasil. O diferencial da consultoria está na personalização do atendimento: cada cliente passa por uma análise detalhada de perfil, documentação e garantias, o que permite encontrar a linha de crédito mais adequada — seja por meio de bancos, fundos de investimento ou administradoras privadas.

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“O nosso trabalho começa com a escuta ativa. Só então realizamos um mapeamento do mercado e apresentamos, com total transparência, as opções mais viáveis. Já conquistamos condições com taxas a partir de 3% ao ano e prazos de até 15 anos para pagamento”, explica Tainara.

Entre os serviços mais demandados estão o financiamento para aquisição de imóveis rurais e as linhas de capital de giro, muitas vezes inacessíveis pelos meios tradicionais. A agilidade também é um fator decisivo: o prazo para análise varia de 48 horas a até 15 dias úteis, conforme a complexidade da operação, mas o suporte próximo eleva significativamente as chances de aprovação.

Casos reais que evidenciam resultados concretos

Mais do que números expressivos, os impactos gerados pela ConsultAgro são percebidos nos resultados práticos para os clientes. Um exemplo envolve um produtor que desejava adquirir a propriedade vizinha. Sem saber como dar início à operação, ele buscou apoio da equipe da consultoria. “Estruturamos toda a operação e conseguimos uma taxa de 5% ao ano, utilizando a própria fazenda como garantia. Em apenas 58 dias, o valor foi liberado”, relata Gabriela.

Outro cliente, que preferiu não se identificar, destacou o atendimento humanizado como diferencial decisivo: “Após muita pesquisa, encontrei a ConsultAgro. Precisava de algo diferente, com sensibilidade para entender minha realidade. A equipe ofereceu a melhor solução e hoje sigo acompanhado em todas as etapas da contratação. É uma inovação no crédito rural brasileiro”.

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Parcerias estratégicas impulsionam o sucesso

A credibilidade construída pelas fundadoras foi fundamental para estabelecer um ecossistema robusto com as principais instituições financeiras do país. Essas parcerias permitem à ConsultAgro oferecer condições que dificilmente seriam obtidas diretamente pelos produtores.

“As instituições confiam na nossa triagem. Sabem que entregamos cadastros completos e bem estruturados. Isso nos permite negociar taxas e condições mais vantajosas, garantindo mais segurança e economia ao cliente”, ressalta Tainara.

Novo padrão para o crédito no agro brasileiro

Com foco na exclusividade, qualidade e proximidade, a ConsultAgro tem redefinido a forma como os produtores rurais e empresários acessam recursos financeiros. Ao aliar expertise técnica a um atendimento verdadeiramente humanizado, Gabriela Rodrigues e Tainara Casagrande provam que é possível inovar — com consistência e resultados.

“Cada cliente é único para nós. Não acreditamos em soluções prontas. Acreditamos em escuta, análise estratégica e entrega de valor”, conclui Gabriela.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Justiça amplia restrições ao uso do herbicida 2,4-D no Rio Grande do Sul e cria novas regras para aplicações agrícolas

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O uso do herbicida 2,4-D no Rio Grande do Sul passou a enfrentar novas limitações após uma decisão da Justiça Estadual que ampliou as restrições para aplicação do produto em áreas agrícolas. A medida determina a proibição do uso na região da Indicação de Procedência da Campanha e estabelece uma faixa de segurança de 50 metros ao redor de pomares e vinhedos em todo o estado.

A decisão foi tomada de forma unânime pela 4ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul (TJ-RS) e mantém o entendimento definido anteriormente em primeira instância. As novas regras deverão impactar a safra 2026/2027 e permanecerão em vigor até que o governo estadual apresente um sistema de monitoramento e estabeleça critérios técnicos para delimitação de áreas consideradas seguras.

Governo terá prazo para apresentar plano de controle

Conforme a decisão judicial, o governo do Rio Grande do Sul terá 120 dias para apresentar um plano de controle relacionado ao uso do herbicida. Caso as determinações não sejam cumpridas, foi estabelecida multa diária de R$ 10 mil.

A restrição na região da Campanha seguirá o mapa oficial da Indicação de Procedência, área reconhecida pela produção agrícola e pela presença de cadeias produtivas sensíveis à deriva de defensivos agrícolas.

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A Procuradoria-Geral do Estado informou que apresentou recurso contra a decisão.

Herbicida é utilizado em importantes culturas agrícolas

O 2,4-D é um herbicida hormonal amplamente utilizado no manejo de plantas daninhas em culturas como:

  • soja;
  • arroz;
  • trigo;
  • milho.

Essas culturas representam parcela significativa da produção agrícola gaúcha e possuem grande importância econômica para o estado.

O principal ponto de debate envolve a possibilidade de deriva do produto durante a aplicação, quando partículas podem se deslocar pela ação do vento e atingir áreas vizinhas, especialmente cultivos sensíveis como videiras e macieiras.

Deriva de defensivo é foco da disputa judicial

A ação judicial tramita desde 2020 e foi apresentada por associações ligadas aos produtores de vinho e maçã. Segundo os documentos apresentados no processo, a exposição ao herbicida teria relação com sintomas como deformações em plantas, abortamento floral e perda de produtividade.

A Justiça avaliou que a fiscalização estadual existente não seria suficiente para garantir a segurança das aplicações e manteve as restrições, mesmo diante dos argumentos relacionados a possíveis impactos econômicos e à competência regulatória federal sobre defensivos agrícolas.

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Estado defende boas práticas no campo

Um relatório elaborado pelo governo estadual em 2022 apontou redução nos casos registrados de deriva após ações de capacitação de aplicadores e defendeu o fortalecimento das boas práticas agrícolas como alternativa à proibição.

Entre as medidas destacadas estavam treinamento técnico, regulagem adequada dos equipamentos e maior atenção às condições climáticas durante as aplicações.

Por outro lado, avaliações apresentadas no processo apontaram que as condições de vento na metade sul do estado podem dificultar a aplicação segura do produto, principalmente durante o período de implantação da soja.

Decisão gera atenção entre produtores agrícolas

A ampliação das restrições ao herbicida 2,4-D coloca em evidência o desafio de equilibrar a necessidade de controle de plantas daninhas nas lavouras com a proteção de culturas sensíveis e a segurança ambiental.

O setor agrícola acompanha os próximos passos do governo estadual e da Justiça, especialmente diante da proximidade da próxima safra e da necessidade de definição de critérios técnicos para o uso do produto no Rio Grande do Sul.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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