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Congresso Nacional do Crédito Agro Debaterá Desafios e Tendências no Financiamento do Setor

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A sexta edição do Congresso Nacional do Crédito Agro (Conacredi) ocorrerá nos dias 12 e 13 de novembro, no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo. O evento reunirá especialistas e líderes do setor para discutir os principais desafios enfrentados no financiamento do agronegócio brasileiro, com a expectativa de receber cerca de 1.000 participantes em formato presencial, totalizando mais de 23 horas de conteúdo especializado.

Reconhecido como um dos principais eventos sobre crédito rural, o Conacredi apresenta uma programação elaborada de maneira estratégica para atender ao público do agronegócio. Ao longo dos dois dias, serão abordados temas relevantes, incluindo o cenário socioeconômico do Brasil que impacta o setor, atualizações sobre garantias e uma visão abrangente sobre o mercado de capitais.

Entre os destaques do congresso está a oportunidade de intercâmbio de conhecimento com especialistas renomados. Confirmaram presença palestrantes como Bernardo Fabiani, CEO da TerraMagna e especialista em concessão de crédito, que anunciou a liberação de R$ 1,5 bilhão para o agro em 2023, oferecendo soluções de crédito personalizadas de acordo com as demandas da cadeia de distribuição. Também estará presente Ticiane Figueirêdo, advogada com mais de 13 anos de experiência na área de agronegócio, atuando em temas como crédito, cobrança, operações estruturadas de barter e contratos agrários.

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Os interessados em participar do evento também poderão acompanhá-lo pela internet, mas os ingressos são limitados. Para mais informações, acesse www.conacredi.com.br.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Greening ameaça avançar sobre nova fronteira da citricultura

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A confirmação do primeiro foco de greening no Rio Grande do Sul levou as autoridades fitossanitárias a ampliar o monitoramento em 230 propriedades rurais na região de Palmitinho (437 km da capital, Porto Alegre). A ocorrência levou as autoridades a ampliar o monitoramento para 230 propriedades rurais na região e reforçar as medidas de contenção.

Presente no Brasil há duas décadas, o greening já compromete 47,6% das laranjeiras do cinturão citrícola de São Paulo e Triângulo Mineiro, maior região produtora de laranja do mundo. A doença é apontada como um dos fatores responsáveis pela redução da safra brasileira e pela perda de 49,6 milhões de caixas na temporada 2025/26, segundo o Fundecitrus.

Maior produtor mundial de laranja, o Brasil responde por cerca de 70% do comércio global de suco concentrado. A atividade ocupa aproximadamente 700 mil hectares e tem no cinturão de São Paulo e Minas Gerais sua principal base produtiva. Na safra encerrada em junho, foram colhidas 292,9 milhões de caixas de 40,8 quilos. Para 2026/27, a produção está estimada em 255,2 milhões de caixas, influenciada pela bienalidade dos pomares, pelas condições climáticas e pelo avanço do greening.

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Transmitida pelo psilídeo Diaphorina citri, a doença não tem cura e afeta todas as espécies de citros. Os sintomas incluem deformação dos frutos, queda prematura e redução da produtividade, podendo levar à morte das plantas.

No Rio Grande do Sul, equipes da Secretaria da Agricultura e do Ministério da Agricultura eliminaram cerca de 60 plantas contaminadas e ampliaram a área de vigilância para um raio de 2,4 quilômetros em torno do foco identificado. A principal suspeita é de que a bactéria tenha sido introduzida por meio de mudas contaminadas.

Até então, o Estado era considerado uma das poucas regiões produtoras ainda livres da doença. Entre novembro de 2025 e março deste ano, a Defesa Vegetal gaúcha instalou 374 armadilhas em 77 municípios e realizou mais de 4,3 mil inspeções para monitorar a presença do inseto transmissor.

A estratégia das autoridades é impedir que o greening se estabeleça em pomares comerciais e preservar a expansão da citricultura gaúcha. A recomendação aos produtores é utilizar apenas mudas certificadas e com origem rastreada, consideradas uma das principais barreiras contra a disseminação da doença.

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Fonte: Pensar Agro

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