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Congresso Mundial Brangus terá espaço exclusivo na Expointer e tours pelo país

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A Associação Brasileira de Brangus (ABB) terá um espaço exclusivo no Parque de Exposições Assis Brasil, durante a Expointer, para apresentar o Congresso Mundial Brangus, que reunirá pecuaristas de todo o mundo em 2026. O evento será realizado entre 18 e 21 de março de 2026, em Londrina (PR), e destacará a adaptabilidade e qualidade da raça Brangus em diferentes biomas do país.

De acordo com João Paulo Schneider da Silva (Kaju), diretor de marketing da ABB e presidente do Congresso Mundial, a Expointer será uma oportunidade estratégica para promover o evento:

“Recebemos visitantes de diversos países, todos curiosos sobre o que vai acontecer no congresso. Queremos mostrar a força, a sustentabilidade e o potencial da Brangus, assim como da pecuária brasileira.”

O estande da ABB estará disponível entre 30 de agosto e 7 de setembro, junto à Casa Brangus, no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio (RS).

Programação do Congresso Mundial Brangus

O congresso terá uma programação completa, incluindo:

  • Palestras técnicas e exposições sobre a raça Brangus;
  • Julgamentos de gado rústico e de argola;
  • Leilões de animais;
  • Eventos gastronômicos, destacando a qualidade e o sabor da carne Brangus.
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O objetivo é demonstrar a versatilidade da raça em todo o país, do Sul ao Norte, e aproximar produtores de diferentes regiões.

Tours Pré e Pós-Congresso

Para mostrar na prática a adaptabilidade da Brangus, a ABB promoverá:

  • Tour Pré-Congresso: de 12 a 17 de março, nos estados do Rio Grande do Sul, Paraná e São Paulo;
  • Tour Pós-Congresso: de 22 a 24 de março, em Mato Grosso do Sul.

Esses tours permitirão que pecuaristas e visitantes conheçam diferentes sistemas de produção e manejo da raça em distintas regiões do país.

Patrocinadores do evento

A participação da ABB na Expointer conta com o patrocínio de empresas e criatórios como:

Paipasso, Tellechea Associados, Sigma Brangus, Parceria Genética, Gap Genética, 4 Linhas, Brangus da Rocha, Quatro Irmãos, Agro Ottoni, Remate Gênese, São Rafael, São Bibiano, Cabanha Soldera, Guarita, Reconquista, La Reina, Biscoitos Zezé, Cabanha Recalada, ADM Nutrição Animal, In Vitro, ST Genetics e Renascer Biotecnologia.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Consumo de vinho bate recorde no Brasil e cresce 41,9% em 2025; especialistas destacam benefícios à saúde

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O consumo de vinho no Brasil atingiu um marco histórico em 2025, consolidando o país como um dos principais destaques positivos do setor vitivinícola mundial. Enquanto diversos mercados internacionais registraram retração no consumo da bebida, os brasileiros ampliaram significativamente a demanda, impulsionando toda a cadeia produtiva nacional.

Dados da Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV) mostram que o país consumiu 4,4 milhões de hectolitros de vinho ao longo do ano, volume recorde que representa crescimento de 41,9% em relação ao período anterior.

O avanço reforça a expansão da cultura do vinho entre os consumidores brasileiros e abre novas oportunidades para produtores, vinícolas, distribuidores e demais segmentos ligados ao agronegócio da uva e do vinho.

Vitivinicultura brasileira mantém trajetória de expansão

O crescimento do consumo foi acompanhado pela evolução da produção nacional. Pelo quinto ano consecutivo, o Brasil ampliou sua área cultivada com vinhedos, alcançando 91 mil hectares em 2025.

O aumento de 9,6% em comparação ao ano anterior demonstra a confiança do setor na expansão do mercado interno e na valorização dos produtos nacionais.

A vitivinicultura tem se consolidado como uma importante atividade agroindustrial, especialmente nas regiões Sul e Sudeste, contribuindo para a geração de renda, empregos e desenvolvimento regional.

Além da produção de vinhos, o segmento movimenta cadeias relacionadas ao turismo rural, gastronomia, logística e exportações, fortalecendo a presença do agronegócio brasileiro em mercados de maior valor agregado.

Interesse pela bebida cresce entre consumidores

O aumento do consumo reflete mudanças nos hábitos dos brasileiros, que passaram a incorporar o vinho com maior frequência em ocasiões sociais, refeições e experiências gastronômicas.

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Especialistas apontam que a popularização da bebida também está associada ao maior acesso à informação sobre variedades, harmonizações e processos de produção, além da ampliação da oferta de rótulos nacionais e importados.

O cenário tem impulsionado investimentos em vinícolas, modernização de propriedades rurais e expansão de áreas destinadas ao cultivo de uvas viníferas.

Estudos associam consumo moderado à saúde cardiovascular

O crescimento da demanda ocorre paralelamente ao interesse da população por pesquisas científicas que investigam os efeitos do consumo moderado de vinho sobre a saúde.

Segundo a nutróloga e professora da Afya Educação Médica Montes Claros, Dra. Juliana Couto Guimarães, o vinho contém compostos bioativos, especialmente polifenóis, que apresentam ação antioxidante e ajudam a combater os radicais livres, moléculas associadas ao envelhecimento celular e ao desenvolvimento de doenças crônicas.

Entre os compostos mais estudados está o resveratrol, encontrado principalmente na casca das uvas tintas, substância que vem sendo relacionada à proteção cardiovascular e à redução de processos inflamatórios.

Pesquisa aponta redução de risco cardiovascular

Estudos apresentados durante o American College of Cardiology (ACC) indicaram que o consumo moderado de vinho esteve associado a uma redução de 21% no risco de morte por doenças cardiovasculares quando comparado a indivíduos que não consumiam álcool ou o faziam apenas ocasionalmente.

De acordo com a especialista, esses resultados costumam ser observados em populações que seguem padrões alimentares semelhantes aos da dieta mediterrânea, reconhecida internacionalmente pelos benefícios à saúde.

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Nesse modelo alimentar, o vinho é consumido em pequenas quantidades e integrado a uma rotina baseada em frutas, verduras, legumes, azeite de oliva, peixes e prática regular de atividades físicas.

Os compostos presentes na bebida podem contribuir para a proteção dos vasos sanguíneos, auxiliar na redução da oxidação do colesterol LDL e favorecer a saúde cardiovascular quando inseridos em um contexto de hábitos saudáveis.

Consumo deve ser feito com moderação

Apesar dos potenciais benefícios observados em estudos científicos, especialistas reforçam que o vinho não deve ser encarado como tratamento médico ou estratégia isolada de prevenção de doenças.

A recomendação para adultos saudáveis que optam pelo consumo da bebida é que ela seja ingerida com moderação e, preferencialmente, durante as refeições.

Além disso, o consumo de bebidas alcoólicas não é indicado para gestantes, lactantes, crianças, adolescentes, pessoas com doenças hepáticas, histórico de dependência alcoólica ou que utilizem medicamentos com potencial de interação com o álcool.

Setor vê oportunidades para os próximos anos

Com recorde de consumo, expansão dos vinhedos e fortalecimento da produção nacional, a cadeia vitivinícola brasileira entra em uma nova fase de crescimento.

A combinação entre aumento da demanda, valorização dos produtos nacionais e investimentos em tecnologia e qualidade cria perspectivas favoráveis para produtores rurais, cooperativas e vinícolas, consolidando o vinho como uma das cadeias agroindustriais de maior potencial de agregação de valor dentro do agronegócio brasileiro.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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