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Congresso Brasileiro de Fisiologia Vegetal Reúne Mais de 700 Participantes em Viçosa (MG)

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De 7 a 11 de outubro, a Universidade Federal de Viçosa (UFV) receberá cerca de 700 estudantes e pesquisadores de todo o Brasil para o XIX Congresso Brasileiro de Fisiologia Vegetal. O evento, promovido pela Sociedade Brasileira de Fisiologia Vegetal, é um marco que evidencia o reconhecimento internacional da UFV como um centro de excelência na área.

As pesquisas em fisiologia vegetal desenvolvidas na UFV são essenciais para o fortalecimento de uma agricultura competitiva e sustentável. O congresso também celebra os 50 anos do Programa de Pós-Graduação em Fisiologia Vegetal da UFV, que é pioneiro no Brasil e já formou diversos profissionais atuantes em universidades e institutos de pesquisa.

O programa, que mantém a nota máxima de 7 nas avaliações da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) há mais de duas décadas, capacita, em média, 90 estudantes por ciclo de mestrado e doutorado. Recentemente, quatro professores do programa — Fábio DaMatta, Wagner Araújo, Wagner Campos Otoni e Adriano Nunes Nesi — foram reconhecidos entre os melhores cientistas do Brasil em um ranking global publicado pelo site Research.com.

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Com uma programação rica em palestras, minicursos e oportunidades de networking, o congresso promete ser uma experiência enriquecedora, fomentando trocas de ideias e colaborações inovadoras que impulsionam o progresso científico na Fisiologia Vegetal.

Para mais informações sobre datas, palestrantes convidados e detalhes adicionais, acesse o site oficial do XIX Congresso Brasileiro de Fisiologia Vegetal (CBFV).

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Câmbio favorece exportação e melhora competitividade do arroz brasileiro no mercado internacional

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A valorização do dólar frente ao real tem contribuído para melhorar a paridade de exportação do arroz brasileiro, aumentando a competitividade do produto no mercado internacional. Apesar disso, o mercado doméstico ainda opera com baixa liquidez e preços pressionados, em um cenário de negociações pontuais e seletivas.

Segundo análise da Safras & Mercado, o ambiente interno segue marcado por compradores atuando apenas para reposição imediata de estoques, enquanto vendedores mantêm postura cautelosa diante da volatilidade do mercado.

Liquidez reduzida limita recuperação mais forte dos preços

De acordo com o consultor Evandro Oliveira, o mercado doméstico de arroz continua apresentando baixa fluidez nas negociações, com pouca disposição dos agentes para volumes maiores.

No entanto, ele destaca que a menor necessidade de liquidação imediata de estoques por parte dos produtores reduziu a pressão vendedora, diminuindo a ocorrência de negócios em níveis mais depreciados, observados em meses anteriores.

Ao mesmo tempo, há sinais de leve aquecimento na demanda industrial, o que sugere um ambiente comercial um pouco mais ativo em comparação ao período entre abril e maio.

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Câmbio volta a favorecer exportações do arroz

O comportamento do câmbio passou a ser um fator de sustentação para o setor. Após operar próximo de R$ 5,00, o dólar voltou a se valorizar e chegou a flertar com a faixa de R$ 5,20, melhorando a competitividade do arroz brasileiro no mercado externo.

Esse movimento contribui diretamente para a paridade de exportação, ampliando o interesse de compradores internacionais e ajudando a equilibrar o cenário interno de preços.

Fundamentos globais indicam ajuste de oferta

No cenário internacional, os fundamentos do mercado de arroz seguem em processo de ajuste. O relatório mais recente do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) apontou redução nas estimativas de área plantada, produção e estoques globais.

Apesar disso, o consumo mundial permanece em níveis historicamente elevados, enquanto o comércio internacional se mantém próximo de recordes, o que sustenta o equilíbrio entre oferta e demanda no médio prazo.

Nos Estados Unidos, os cortes foram ainda mais significativos, com redução da área cultivada, da produção e dos estoques finais. Há ainda expectativas de novas revisões para baixo na área destinada ao arroz longo fino, o que pode restringir a oferta exportável norte-americana.

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Preços do arroz seguem em queda no Rio Grande do Sul

No mercado físico brasileiro, a média da saca de arroz no Rio Grande do Sul (58/62% de grãos inteiros, pagamento à vista) encerrou a quinta-feira cotada a R$ 58,63, queda de 0,27% em relação à semana anterior.

Na comparação mensal, o recuo foi de 2,01%, enquanto no acumulado anual a desvalorização já chega a 10,55%, refletindo a pressão persistente sobre os preços internos.

Setor aguarda reação mais consistente do mercado

Apesar da melhora na paridade de exportação e dos sinais de ajuste na oferta global, o mercado de arroz ainda opera sem uma recuperação consistente nas cotações internas. A expectativa dos agentes é de que o câmbio e a dinâmica internacional possam contribuir para maior equilíbrio nas próximas semanas.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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