AGRONEGÓCIO

Conclusão da vacinação contra Febre Aftosa em SP

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A etapa final da campanha de vacinação contra a Febre Aftosa no Estado de São Paulo está chegando ao fim, com o prazo final estipulado para esta quinta-feira (30). Nesta fase, a imunização é direcionada para bovinos e bubalinos com até 24 meses de idade. A expectativa é que aproximadamente cinco milhões de animais sejam vacinados durante este período. Para participar, os criadores devem adquirir as vacinas em estabelecimentos cadastrados junto à Coordenadoria de Defesa Agropecuária.

Os estoques de vacinas disponíveis no Estado, destinados ao comércio durante a campanha, são registrados no sistema da Gestão de Defesa Animal e Vegetal, conhecido como Gedave. Após a compra, o estoque é transferido ao proprietário por meio do sistema, simplificando o processo de declaração de vacinação, que pode ser realizado até 7 de dezembro, de forma eletrônica através do GEDAVE. Vale ressaltar que é proibido o uso de vacinas adquiridas em etapas anteriores de vacinação.

Para garantir a eficácia do imunizante, a vacina deve ser transportada e armazenada em caixa de isopor com dois terços do volume ocupado por gelo, mantendo a temperatura entre 2 e 8 graus Celsius, evitando o congelamento. O uso de seringas e agulhas novas e higienizadas sem produtos químicos, como álcool ou cloro, é recomendado. A aplicação da vacina deve ocorrer no terço médio do pescoço do animal, abaixo do couro, em horário mais fresco do dia. A classificação dos animais por idade e sexo é essencial para evitar acidentes.

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Independentemente da idade, a dose é de 2 ml de vacina. Para prevenir infecções, as agulhas devem ser trocadas a cada 10 animais imunizados e mantidas resfriadas durante toda a operação.

Criadores que deixarem de vacinar e comunicar a vacinação dentro do prazo estão sujeitos a multas que variam de aproximadamente R$ 102 a R$ 171 por cabeça de gado não vacinado ou não comunicado.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de proteínas animais disparam em maio e carne de frango lidera avanço brasileiro

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As exportações brasileiras de proteínas animais seguem aquecidas em maio de 2026, reforçando o protagonismo do agronegócio nacional no comércio global de alimentos. Dados divulgados pela Secex apontam avanço consistente nos embarques de carne de frango e carne suína, com destaque para o desempenho do setor avícola, que lidera em volume e faturamento.

O cenário positivo reflete a forte demanda internacional pelas proteínas brasileiras, favorecida pela competitividade dos produtos nacionais e pela ampliação das compras em mercados estratégicos.

Carne de frango lidera exportações brasileiras de proteínas

A carne de frango manteve a liderança entre as proteínas animais exportadas pelo Brasil neste mês. Segundo os dados da Secex, os embarques de carnes de aves e miudezas comestíveis frescas, refrigeradas ou congeladas somaram 238,3 mil toneladas até a segunda semana de maio.

A receita acumulada alcançou US$ 450,4 milhões no período, com média diária de US$ 45 milhões. O volume médio exportado ficou em 23,8 mil toneladas por dia útil.

Além do elevado ritmo de embarques, o setor avícola brasileiro manteve forte competitividade internacional. O preço médio da proteína exportada foi de US$ 1.889,9 por tonelada, consolidando o Brasil entre os principais fornecedores globais de carne de frango.

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O desempenho positivo ocorre em meio ao aumento da demanda internacional por proteínas de menor custo e ao fortalecimento das exportações brasileiras para mercados da Ásia, Oriente Médio e América Latina.

Carne suína mantém crescimento nas vendas externas

A carne suína também apresentou resultado expressivo nas exportações brasileiras ao longo da primeira metade de maio. De acordo com a Secex, os embarques de carne suína fresca, refrigerada ou congelada totalizaram 55,5 mil toneladas no período.

A receita gerada pelas vendas externas chegou a US$ 138,4 milhões, com média diária de faturamento de US$ 13,8 milhões.

O volume médio exportado ficou em 5,5 mil toneladas por dia útil, enquanto o preço médio negociado atingiu US$ 2.491,6 por tonelada.

Mesmo com volume inferior ao registrado pela carne de frango, o setor suinícola brasileiro segue sustentado pela ampliação da demanda internacional e pela consolidação da proteína nacional em importantes mercados importadores.

A valorização dos preços médios também reforça a competitividade da carne suína brasileira no mercado externo.

Exportações de pescado têm menor participação em maio

Entre os segmentos analisados pela Secex, o pescado inteiro vivo, morto ou refrigerado apresentou participação mais modesta nas exportações brasileiras em maio.

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Até a segunda semana do mês, o setor embarcou 419,7 toneladas, gerando receita de US$ 2,15 milhões.

A média diária de faturamento ficou em US$ 215 mil, enquanto o volume médio exportado atingiu 42 toneladas por dia útil.

Apesar da menor representatividade em relação às carnes de aves e suína, o pescado registrou o maior valor médio por tonelada entre as proteínas analisadas. O preço médio negociado alcançou US$ 5.122,9 por tonelada exportada.

Agronegócio brasileiro mantém força no mercado global

O avanço das exportações de proteínas animais reforça a posição estratégica do Brasil como um dos maiores fornecedores mundiais de alimentos.

O desempenho positivo de frango, carne suína e pescado em maio mostra a força do setor exportador brasileiro, que segue beneficiado pela demanda internacional aquecida, pelo câmbio favorável e pela competitividade da produção nacional.

A expectativa do mercado é de continuidade no ritmo elevado de embarques ao longo do segundo trimestre, especialmente para os segmentos de aves e suínos, que seguem ampliando presença nos principais destinos globais.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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