AGRONEGÓCIO

Conab reduz preços do milho em programa de venda para pequenos criadores

Publicado em

Queda nos preços do milho em estoques públicos

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) atualizou os preços de venda do milho dos estoques públicos, destinados à alimentação animal, com queda nos valores na maioria dos Pontos de Venda para a primeira quinzena de julho. A comercialização ocorre por meio do Programa de Venda em Balcão (ProVB), que tem como objetivo facilitar o acesso de pequenos criadores ao insumo, com preços compatíveis com os do atacado local.

Reduções expressivas no Centro-Oeste e Nordeste

As maiores reduções nos preços foram registradas nas regiões Centro-Oeste e Nordeste. Em Brasília, por exemplo, na Unidade Armazenadora da Conab, a saca de 60 kg caiu de R$ 63,50 para R$ 53,00. Já na Paraíba, o preço foi reduzido de R$ 88,20 para R$ 80,40.

Programa fortalece a pecuária de base familiar

Voltado para criadores de pequeno porte que atuam nas cadeias produtivas de carne, leite e ovos, o ProVB desempenha um papel importante no fornecimento de insumos essenciais para a pecuária de base familiar. Esse segmento está presente em várias regiões do Brasil e é responsável por uma parcela relevante da produção de alimentos destinados ao consumo interno.

Leia Também:  Sine de Cuiabá oferece vagas para motoristas de caminhão com salário até R$ 3,8 mil
Garantia de acesso ao milho para formulação de ração

Ao manter o milho disponível a preços acessíveis, o programa contribui para a formulação de ração animal, garantindo a continuidade da produção pecuária e o abastecimento de produtos da cesta básica, como carne, leite e ovos. Com isso, o ProVB se consolida como uma ferramenta estratégica de apoio à agricultura familiar e à segurança alimentar no país.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

AGRONEGÓCIO

Exportações de algodão do Brasil devem bater recorde em 2025/26 e reforçam liderança global no mercado internacional

Published

on

As exportações brasileiras de algodão devem encerrar o ciclo comercial 2025/2026 em nível recorde, com estimativa de aproximadamente 3,3 milhões de toneladas embarcadas, segundo projeções apresentadas durante a abertura do XXIII Anea Cotton Dinner, em reunião da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Algodão e Derivados.

O desempenho reforça o protagonismo do Brasil no comércio internacional da fibra, com o país consolidado como principal exportador mundial de algodão, superando concorrentes tradicionais como os Estados Unidos. O resultado é sustentado pela forte demanda de mercados da Ásia, Europa e Oriente Médio.

Produção brasileira mantém crescimento e produtividade elevada

A safra 2025/2026 de algodão no Brasil deve alcançar cerca de 3,9 milhões de toneladas de pluma, cultivadas em aproximadamente 1,9 milhão de hectares, com produtividade média próxima de 1.954 quilos por hectare, de acordo com dados da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa).

Para o ciclo 2026/2027, as primeiras estimativas indicam nova expansão, com produção projetada em 3,96 milhões de toneladas, reforçando a tendência de crescimento consistente da cultura no país.

Leia Também:  IoT e Sensores Eletroquímicos Revolucionam o Agro com Sustentabilidade e Monitoramento em Tempo Real
Brasil registra recordes de exportação e consolida liderança global

A Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea) destacou que o Brasil registrou recordes mensais de embarques em sete meses dentro do ciclo atual, mantendo ritmo forte de exportações e encerrando a temporada na liderança global do setor.

“O algodão brasileiro alcançou um novo patamar no mercado internacional. Tivemos sete meses de recorde de exportação, e junho deve seguir o mesmo ritmo. Hoje, o desafio já não é apenas produzir mais, mas garantir infraestrutura, competitividade e previsibilidade para sustentar esse crescimento”, afirmou o presidente da Anea, Dawid Wajs.

O avanço das exportações reflete não apenas o aumento da produção, mas também a consolidação da confiança internacional na qualidade da fibra brasileira.

Cenário global pode sustentar preços do algodão

No mercado internacional, o cenário de oferta e demanda segue apertado. A projeção aponta consumo global de aproximadamente 26,510 milhões de toneladas, acima da oferta estimada em 25,265 milhões de toneladas, o que pode contribuir para sustentar as cotações da fibra no mercado mundial.

Leia Também:  Exportações de café do Brasil caem em fevereiro e somam 2,6 milhões de sacas
Mercado interno mais cauteloso e busca por qualidade

No Brasil, o mercado doméstico apresenta comportamento mais conservador. As fiações têm adotado postura cautelosa nas compras, priorizando qualidade da matéria-prima e reduzindo o apetite por contratos de longo prazo, especialmente em um ambiente de juros elevados.

Uso do algodão avança para além do setor têxtil

Durante as discussões do setor, também ganhou destaque a valorização das fibras naturais e a ampliação do uso do algodão em novas aplicações industriais. Além do vestuário, o produto vem sendo incorporado em segmentos como saúde, construção civil, defesa e materiais funcionais, ampliando seu potencial de inovação e agregação de valor na cadeia produtiva.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA