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Compra de um trator é investimento que requer planejamento e avaliação das necessidades da propriedade

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A compra de um trator é um investimento significativo, especialmente para os pequenos e médios agricultores. Desta forma, o planejamento cuidadoso é essencial para garantir que essa aquisição atenda às necessidades da propriedade. Este tipo de abordagem estratégica pode ajudar a maximizar o retorno sobre o valor investido e a contribuir para a eficiência das operações agrícolas.

Para o coordenador de Vendas/Marketing da Agritech, Cesar Roberto Guimarães de Oliveira, o primeiro passo é avaliar as necessidades. “É preciso identificar as tarefas específicas que o trator realizará na propriedade. Isso inclui considerar o tipo de solo, tamanho da área a ser cultivada, operações de aragem, colheita, transporte e outras atividades da lavoura”, recomenda.

Nesta fase inicial de planejamento, conversar com agrônomos, consultores agrícolas ou outros agricultores experientes pode ser fontes de conhecimento compartilhado sobre as melhores opções de tratores para as condições específicas da propriedade.

“Importante também levar em consideração as condições climáticas locais da lavoura e o calendário de safras ao planejar a compra”, comenta Oliveira. Feito isto, o próximo passo é definir um orçamento claro para a compra do trator. “Isso inclui não apenas o custo inicial do trator, mas também despesas associadas como implementos, seguro, manutenção, além do treinamento de operadores”.

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Consórcio é uma opção rentável ao produtor rural

Optar pela compra de um trator por meio de um consórcio tem sido atrativo para os agricultores.

A Agritech, por exemplo, sendo pioneira na indústria brasileira ao fabricar linhas de tratores, microtratores e implementos agrícolas voltadas para pequenos e médios agricultores, investe no reforço de ofertas para aquisição dos equipamentos por meio de consórcio e, também, por meio da longa e consolidada parceria com o banco de fábrica da empresa, o DLL.

“O Consórcio Agritech é uma forma programada e inteligente de adquirir máquinas agrícolas e outros implementos, pois oferece taxas que ficam abaixo das praticadas no mercado. É uma ótima oportunidade”, garante Oliveira.

Para o coordenador, o Consórcio Nacional Agritech tem sido a escolha de muitos produtores por ser menos burocrático e por oferecer menor custo quando comparado a um financiamento bancário.

O modelo do consórcio da marca não possui taxa de inscrição e fundo de reserva, além de ter a entrega garantida pela fábrica. Os pagamentos podem ser mensais, trimestrais, semestrais ou anuais, com prazos de até 100 meses.

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Além disso, o grande diferencial que a Agritech oferece ao produtor rural, especialmente ao agricultor familiar, é a proximidade que mantém com os clientes. De acordo com Oliveira, os vendedores das revendas, que recebem treinamento qualificado, conseguem entender as reais necessidades dos produtores nas visitas nas propriedades.

A empresa também oferece uma opção alternativa para facilitar o produtor rural a adquirir um dos tratores das linhas Agritech por meio da longa e consolidada parceria com o banco de fábrica da empresa, o DLL.

Após a compra do trator, o planejamento deve continuar na propriedade

O coordenador recomenda também que, após a compra do equipamento agrícola, o produtor rural ofereça capacitação adequada para os operadores. “O treinamento é essencial para garantir segurança durante o uso e a eficiência operacional do próprio trator”, comenta.

Outra recomendação é fazer uma programação de manutenção preventiva para o equipamento agrícola. “Manter o equipamento adequadamente, prolonga sua vida útil e evita custos de reparo inesperados”, aconselha.

Fonte: Attuale Comunicação

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Crédito privado do agro supera R$ 1,34 trilhão e CPR lidera financiamento

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O estoque dos principais instrumentos privados de financiamento do agronegócio superou R$ 1,34 trilhão em julho, primeiro mês da safra 2026/27. O resultado mostra o aumento da participação do mercado de capitais no custeio da produção, na comercialização antecipada da safra e no financiamento de empresas ligadas às cadeias agroindustriais.

Os dados foram divulgados pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e abrangem as Cédulas de Produto Rural (CPR), as Letras de Crédito do Agronegócio (LCA), os Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) e os Certificados de Direitos Creditórios do Agronegócio (CDCA).

A CPR manteve a liderança entre os instrumentos analisados, com estoque de R$ 580,78 bilhões. O volume estava distribuído em 372 mil títulos, com valor médio de R$ 1,56 milhão por cédula.

Somente em julho foram emitidos R$ 37,53 bilhões em novas CPR. Esse é o dado que melhor indica o ingresso de operações no primeiro mês da nova temporada. O estoque total também inclui títulos emitidos anteriormente que ainda não foram liquidados.

A CPR permite ao produtor ou à cooperativa antecipar recursos para financiar a atividade. Na modalidade física, o compromisso pode ser liquidado com a entrega futura do produto agropecuário. Na CPR financeira, a quitação ocorre em dinheiro. O instrumento também é usado como garantia em operações para a compra de sementes, fertilizantes, defensivos e outros insumos.

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O avanço das CPR amplia as alternativas ao crédito rural bancário, especialmente em períodos de juros elevados ou de maior restrição nas linhas oficiais. Ao mesmo tempo, exige atenção às condições estabelecidas no contrato, como taxa de juros, forma de liquidação, garantias, vencimento e consequências em caso de frustração da safra.

As Letras de Crédito do Agronegócio apresentaram o segundo maior estoque, com R$ 560,37 bilhões. As LCA são emitidas por instituições financeiras para captar dinheiro de investidores e financiar operações relacionadas ao setor.

Pelas regras atuais do Manual de Crédito Rural, pelo menos 60% do estoque das LCA deve ser reaplicado no financiamento da atividade agropecuária. Isso representa aproximadamente R$ 336,22 bilhões.

Dentro desse volume, ao menos 45% devem ser destinados ao crédito rural oficial, o equivalente a R$ 151,30 bilhões. Os valores incluem tanto operações da safra 2026/27 quanto contratos de temporadas anteriores que continuam em aberto.

Isso significa que o estoque divulgado não corresponde integralmente a recursos novos disponíveis para contratação imediata. Parte representa financiamentos já concedidos e títulos que ainda não chegaram ao vencimento.

Os Certificados de Recebíveis do Agronegócio somaram R$ 174,20 bilhões em julho. O CRA permite transformar créditos originados em negócios do setor em títulos negociados com investidores, aproximando empresas e cadeias produtivas do mercado de capitais.

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Já os Certificados de Direitos Creditórios do Agronegócio alcançaram estoque de R$ 30,21 bilhões. O CDCA é emitido por cooperativas e empresas que atuam na comercialização, no beneficiamento ou na industrialização de produtos agropecuários e tem como lastro direitos de crédito ligados ao setor.

Fora da soma de R$ 1,34 trilhão, os Fundos de Investimento nas Cadeias Produtivas Agroindustriais (Fiagro) também avançaram como fonte privada de recursos. Os dados mais recentes, referentes a junho, mostram patrimônio líquido de R$ 64,13 bilhões distribuído entre 285 fundos.

Os Fiagro podem investir em imóveis rurais, participações em empresas, direitos creditórios e outros ativos ligados ao agronegócio. Para o setor produtivo, funcionam como uma ponte entre investidores e projetos de produção, armazenagem, logística, agroindústria e aquisição de ativos.

O crescimento desses instrumentos reforça a diversificação do financiamento rural, historicamente concentrado nos bancos e nos recursos do Plano Safra. Para o produtor, porém, maior oferta de alternativas não elimina a necessidade de comparar custos, garantias e riscos. O volume disponível no mercado é elevado, mas o acesso e as condições de pagamento variam conforme a atividade, o porte da operação e a capacidade financeira de cada tomador.

Fonte: Pensar Agro

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