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COMÉRCIO EXTERIOR: Balança tem superávit de US$ 1,855 bilhão na 4ª semana de dezembro

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A 4ª semana de dezembro de 2023 registrou superávit de US$ 1,855 bilhão na balança comercial, segundo dados divulgados nessa terça-feira (26/12) pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Secex/MDIC). As exportações somaram US$ 6,72 bilhões e as importações US$ 4,865 bilhões, resultando numa corrente de comércio de US$ 11,585 bilhões.

Valores – Com isso, as exportações em dezembro chegam a US$ 22,069 bilhões e as importações a US$ 15,592 bilhões – saldo positivo de US$ 6,477 bilhões e corrente de comércio de US$ 37,661 bilhões. No ano, as exportações totalizam US$ 332,852 bilhões e as importações, US$ 236,893 bilhões, com saldo positivo de US$ 95,958 bilhões e corrente de comércio de US$ 569,745 bilhões.

Comparativo Mensal – Nas exportações, comparadas as médias até a 4ª semana de dezembro/2023 (US$ 1,4 bi) com a de dezembro/2022 (US$ 1,2 bi), houve crescimento de 15,2%. Em relação às importações houve queda de -1,7% na comparação entre as médias até a 4ª semana de dezembro/2023 (US$ 974,5 milhões) com a do mês de dezembro/2022 (US$ 991,32 milhões).

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Média diária – Assim, até a 4ª semana de dezembro/2023, a média diária da corrente de comércio totalizou US$ 2,4 bilhões e o saldo, também por média diária, foi de US$ 404,81 milhões. Comparando-se este período com a média de dezembro/2022, houve crescimento de 7,5% na corrente de comércio.

Exportações por Setor e Produtos – No acumulado até a 4ª semana do mês de dezembro/2023, comparando com igual mês do ano anterior, o desempenho dos setores pela média diária foi o seguinte: crescimento de US$ 42,78 milhões (20,6%) em Agropecuária; crescimento de US$ 40,23 milhões (12,6%) em Indústria Extrativa e crescimento de US$ 99,54 milhões (15,0%) em produtos da Indústria de Transformação.

Importações por Setor e Produtos – No acumulado até a 4ª semana do mês de dezembro/2023, comparando com igual mês do ano anterior, o desempenho dos setores pela média diária foi o seguinte: queda de US$ 2,72 milhões (-12,4%) em Agropecuária; queda de US$ 40,57 milhões (-45,7%) em Indústria Extrativa e crescimento de US$ 26,69 milhões (3,1%) em produtos da Indústria de Transformação.

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Balança Comercial Parcial do mês de dezembro/2023 – 4º Semana

Fonte: MDIC – Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de açúcar recuam quase 25% em receita no primeiro semestre de 2026 com queda nos preços internacionais

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As exportações brasileiras de açúcar registraram queda significativa no primeiro semestre de 2026, tanto em volume quanto em receita. Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), mostram que o país embarcou 12,29 milhões de toneladas de açúcares e melaços entre janeiro e junho, retração de 4,39% em relação ao mesmo período de 2025.

O impacto mais expressivo, no entanto, ocorreu sobre o faturamento. A receita das exportações somou US$ 4,43 bilhões, valor 24,98% inferior aos US$ 5,90 bilhões registrados no primeiro semestre do ano passado. O resultado reflete, principalmente, a forte desvalorização do açúcar no mercado internacional.

Exportações de açúcar caem em junho

Somente em junho, o Brasil exportou 3,13 milhões de toneladas de açúcares e melaços, volume 7,16% menor que o registrado no mesmo mês de 2025, quando os embarques alcançaram 3,37 milhões de toneladas.

A receita obtida com as vendas externas caiu de US$ 1,44 bilhão para US$ 1,09 bilhão, representando retração de 24,26% na comparação anual.

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Preço médio do açúcar despenca no mercado externo

O principal fator responsável pela redução do faturamento foi a queda no preço médio das exportações.

Em junho, a cotação média do açúcar exportado pelo Brasil ficou em US$ 349,59 por tonelada, uma redução de 18,42% frente aos US$ 428,54 por tonelada registrados em junho de 2025.

No acumulado do primeiro semestre, o preço médio também apresentou forte retração, passando de US$ 458,79 para US$ 360,01 por tonelada, o que evidencia a pressão exercida pelas cotações internacionais sobre a rentabilidade das exportações brasileiras.

Mercado acompanha oferta global e comportamento dos preços

Apesar de o Brasil manter a liderança mundial nas exportações de açúcar, o desempenho em 2026 demonstra um cenário mais desafiador para o setor. A combinação entre menor volume embarcado e preços internacionais mais baixos reduziu significativamente a receita cambial do segmento.

Os números divulgados pela Secex consideram 21 dias úteis em junho de 2026, ante 20 dias úteis em junho de 2025, e reforçam a influência do mercado global sobre o desempenho das exportações brasileiras de açúcar ao longo do ano.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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