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Com tema “Proteínas sustentáveis: aliando competitividade e segurança alimentar”, SIAVS 2024 debate futuro do setor

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Estão abertas as inscrições para a programação de palestras do Salão Internacional de Proteína Animal (SIAVS 2024), maior evento destas cadeias produtivas do Brasil, que acontecerá entre os dias 06 e 08 de agosto, no Distrito Anhembi, em São Paulo (SP).

O tema da edição deste ano será “Proteínas sustentáveis: aliando competitividade e segurança alimentar”, pauta que norteia o planejamento estratégico setorial estabelecido junto às empresas produtoras e exportadoras da cadeia de proteína animal.

De acordo com o presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Ricardo Santin, o SIAVS 2024 reunirá líderes, empresários e demais elos da cadeia produtiva em um palco de debates técnicos e conjunturais sobre o futuro de curto, médio e longo prazo para a sustentabilidade setorial.

Para isto, painéis com gestores das maiores agroindústrias da cadeia produtiva, pesquisadores reconhecidos internacionalmente, lideranças políticas e institucionais serão realizados ao longo dos três dias do evento, com participação de todos os elos da cadeia produtiva.

“O SIAVS entrou em uma nova fase com a adesão das agroindústrias de carne bovina e de peixes de cultivo. Neste contexto, a ABPA buscará construir, junto com as entidades parceiras, a pauta que deverá nortear as decisões e o planejamento das agroindústrias destes setores e das cadeias de aves, suínos e ovos. São tópicos que contemplam e reconhecem a relevância e o impacto econômico e social destas cadeias produtivas, que são fundamentais para o Brasil”, destaca o presidente da ABPA, Ricardo Santin.

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Saiba mais sobre inscrições, valores e outros detalhes da programação do SIAVS

Fonte: ABPA

Fonte: Portal do Agronegócio

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Preços do trigo sobem no Brasil com oferta restrita e ajuste no mercado em abril

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O mercado brasileiro de trigo encerrou abril com valorização nas principais regiões produtoras, sustentado pela oferta restrita, firmeza dos vendedores e necessidade de recomposição de estoques por parte dos moinhos. O movimento reflete um ajuste no mercado interno, especialmente diante da menor disponibilidade no Sul e da crescente exigência por qualidade do grão.

Mercado interno: escassez e qualidade sustentam preços

A baixa oferta disponível nas regiões produtoras foi determinante para a sustentação das cotações ao longo do mês. A comercialização mais seletiva, com foco em lotes de melhor qualidade, também contribuiu para o cenário de valorização.

No Paraná, a média FOB interior avançou 3% em abril, alcançando R$ 1.407 por tonelada. Já no Rio Grande do Sul, o movimento foi mais expressivo, com alta de 8%, elevando a referência para R$ 1.295 por tonelada.

O comportamento reforça um mercado mais ajustado, com menor volume disponível e maior rigor na negociação, principalmente em relação ao padrão do produto.

Acumulado de 2026 mostra recuperação relevante

No primeiro quadrimestre de 2026, a alta acumulada dos preços é significativa, indicando uma mudança importante na dinâmica do mercado desde o início do ano:

  • Paraná: +20%
  • Rio Grande do Sul: +25%
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Apesar da recuperação no curto prazo, na comparação anual as cotações ainda permanecem abaixo dos níveis registrados no mesmo período do ano anterior, com recuos de 9% no Paraná e 10% no Rio Grande do Sul.

Esse cenário evidencia que o mercado doméstico reage aos fundamentos internos, mas ainda enfrenta limitações impostas pelo ambiente externo.

Mercado externo: referência argentina e incertezas de qualidade

A Argentina segue como principal referência para a formação de preços do trigo no Brasil. Em abril, as indicações nominais para o produto com teor de proteína acima de 11,5% permaneceram estáveis, ao redor de US$ 240 por tonelada.

No entanto, o cenário internacional aponta para possíveis ajustes. O trigo hard norte-americano registrou valorização de 7,8% no mês e acumula alta de 27% em 2026, sinalizando pressão altista global.

Além disso, persistem incertezas quanto ao padrão de qualidade do trigo argentino disponível para exportação, o que pode influenciar diretamente a competitividade e os preços no mercado regional.

Câmbio limita repasse da alta internacional

Apesar do viés altista nos fundamentos domésticos e da pressão externa, o câmbio tem atuado como principal fator de contenção para os preços no Brasil.

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A valorização do real frente ao dólar reduz a paridade de importação, limitando o repasse das altas internacionais para o mercado interno. Com isso, mesmo diante de um cenário global mais firme, os avanços nas cotações domésticas ocorrem de forma mais moderada.

Tendência: mercado segue sensível à oferta e ao câmbio

A perspectiva para o curto prazo é de manutenção de um mercado ajustado, com preços sustentados pela oferta restrita e pela demanda pontual dos moinhos.

No entanto, a evolução do câmbio e o comportamento das cotações internacionais seguirão sendo determinantes para a intensidade dos movimentos no Brasil, especialmente em um cenário de integração crescente com o mercado global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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