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Com a chegada da temporada de chuvas, pecuaristas devem redobrar a os cuidados com pasto

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Na maior parte do Brasil, o final da primavera e o início do verão, que ocorre entre novembro e dezembro, é marcado pelo aumento das chuvas. Na pecuária, o período é celebrado, pois a água contribui para o crescimento e desenvolvimento das forrageiras do pasto, que servirão de alimentação para o rebanho e, consequentemente, se transformam em maior produção de carne e leite. Mas o momento também traz preocupação aos pecuaristas, pois as chuvas colaboram com maior incidência das plantas daninhas, um sinal de prejuízo para o pecuarista. Para auxiliá-los no manejo das invasoras, a Linha Pastagem da Corteva Agriscience conta com ferramentas tecnológicas que auxiliam na eliminação da matocompetição resultando em pastos com maior qualidade e disponibilidade do pasto, promovendo ainda uma pecuária mais sustentável.

“A época das chuvas é o momento em que as condições ambientais estão mais favoráveis para o desenvolvimento e o crescimento rápido das forrageiras, já que é marcada pelo aumento da preciptação, da temperatura e maior tempo de luminosidade, o que chamamos de fotoperíodo. Essas condições climáticas também propiciam o surgimento e desenvolvimento das plantas daninhas. As invasoras contribuem para a baixa produtividade do pasto, pois competem por água, luz ,nutrientes e áreas que seriam utilizados pela forrageira principal”, explica Edson Ciocchi, engenheiro agrônomo e Líder de Agronomia da Linha Pastagem da Corteva Agriscience.

Impacto na produtividade

Segundo Ciocchi, as plantas daninhas impactam diretamente na qualidade e na produção da forrageira durante o período chuvoso pois, é neste período que temos a maior produção da forragem durante o ano, que é a principal fonte de nutrição dos bovinos. “A má alimentação do rebanho pode causar grandes perdas seja na produção de carne e leite e também na redução dos índices zootécn. Costumo dizer que para aumentar a produtividade da fazenda, é preciso começar pelo manejo do pasto. O controle das plantas daninhas trará maior qualidade ao pasto e consequentemente, maior valor nutricional para o rebanho e produtividade. Tudo isso reflete na rentabilidade do pecuarista, independente se trabalha com gado de corte ou de leite”, comenta.

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Manejo das invasoras

Com as invasoras no pasto, o primeiro passo do pecuarista deve ser realizar um levantamento para poder entender o nível de infestação e identificar quais são as espécies. Na sequência, avaliar qual será o melhor método de controle com a aplicação de herbicidas, receitado por um engenheiro agrônomo. “O manejo neste período também garante o melhor aproveitamento da produção da forrageira, que se produzida com qualidade, pode garantir parte da alimentação do rebanho na seca. Pasto limpo e com manejo adequado são pontos importantes para que a forrageira possa expressar seu potencial produtivo e assegurar assim a longevidade dos pastos garantindo a produção de alimento para os animais por muito mais tempo”, avalia Ciocchi.

De acordo com Ciocchi, na temporada de chuvas, com o desenvolvimento vegetativo das plantas daninhas, os herbicidas apresentam uma melhor eficiência de controle. “As soluções podem auxiliar na melhora da qualidade do pasto, por meio da eliminação da matocompetição. A Linha Pastagem da Corteva conta tecnologias inseridas no portfólio de herbicidas, desenvolvidas especialmente para o melhor manejo das pastagens, gerenciando os desafios com invasoras e restaurando a produtividade por hectare. Isto melhora o sistema de produção das fazendas, aumentando a disponibilidade de forrageira. Consequentemente, reduz a abertura de novas áreas, promovendo uma pecuária sustentável. Vale lembrar que, além desses fatores, os produtos da Linha Pastagem da Corteva possuem formulações concentradas, rendendo muito mais, tratando mais área com menor quantidade de produto.”.

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A Tecnologia Ultra-S está embarcada na família de herbicidas composta por Aminopiralide e 2,4-D e demonstra alta eficiência no controle das principais plantas daninhas anuais e bianuais de folhas largas, como o Fedegoso-Branco e a Cheirosa. Além disso, possui como diferencial ser uma solução concentrada, o que permite o uso de doses menores de herbicida por hectare e um resultado eficiente. Já a Tecnologia XT-S é composta pelos ativos Aminopiralide, Picloram e Fluroxipir em uma única solução e oferece amplo espectro de controle em plantas daninhas anuais, bianuais e perenes, com destaque para as semilenhosas e lenhosas.

Fonte: Corteva

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Arroz hoje: mercado trava com custos em alta e expectativa por leilões do governo no Brasil

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O mercado de arroz hoje no Brasil opera em ritmo cauteloso, especialmente no Rio Grande do Sul, principal estado produtor. A combinação de custos elevados, dificuldades no repasse de preços e ожидativa por leilões governamentais tem travado as negociações e dividido agentes ao longo da cadeia.

Levantamento do Cepea aponta que o cenário atual é marcado por incertezas, com compradores e vendedores adotando estratégias distintas diante das condições de mercado.

Mercado externo: demanda sem força decisiva no curto prazo

No cenário internacional, o arroz não apresenta, neste momento, um vetor suficientemente forte para destravar o mercado interno brasileiro. Apesar de alguma estabilidade nas exportações, o fluxo externo não tem sido capaz de compensar as dificuldades domésticas de formação de preços.

Com isso, o comportamento do mercado segue mais dependente de fatores internos, especialmente políticas de apoio à comercialização.

Mercado interno: negociações travadas e agentes divididos

No mercado doméstico, o ritmo de negócios segue lento. De um lado, indústrias buscam recompor estoques e, em alguns casos, elevam suas ofertas para atrair vendedores. De outro, parte dos compradores prefere aguardar definições sobre os leilões de apoio do governo antes de avançar nas aquisições.

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Entre os produtores, o comportamento também é heterogêneo:

  • Produtores com maior necessidade de caixa intensificam vendas no mercado spot
  • Outros optam por reter produto, insatisfeitos com os preços atuais
  • Parte do setor mantém foco na colheita, postergando negociações
Preços do arroz hoje: dificuldade de repasse pressiona mercado

Os preços do arroz em casca seguem pressionados pela dificuldade de repasse ao longo da cadeia. Atacado e varejo apresentam resistência a reajustes, limitando a margem de negociação da indústria e impactando diretamente o produtor.

Esse desalinhamento entre os elos da cadeia contribui para a lentidão nas transações e reforça o ambiente de cautela.

Indicadores: custos de produção seguem em alta

Outro fator relevante para o mercado de arroz hoje é a elevação dos custos de produção. Insumos mais caros continuam pressionando a rentabilidade do produtor, reduzindo o estímulo à comercialização em patamares considerados baixos.

Além disso, as condições climáticas também impactam o andamento da safra:

  • Chuvas em microrregiões do Rio Grande do Sul atrasam a colheita
  • Trabalhos no campo seguem de forma parcial
  • Atrasos atingem tanto o arroz quanto a soja
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Análise: leilões PEP e Pepro são decisivos para o mercado

A expectativa pela divulgação dos editais de leilões de apoio à comercialização — como PEP (Prêmio para Escoamento de Produto) e Pepro (Prêmio Equalizador Pago ao Produtor) — é hoje o principal fator de influência sobre o mercado.

Esses mecanismos podem:

  • Garantir melhor remuneração ao produtor
  • Estimular o escoamento da produção
  • Reequilibrar a formação de preços

Enquanto não há definição oficial, o mercado tende a permanecer travado, com negociações pontuais e comportamento cauteloso.

Diante desse cenário, o arroz se mantém como uma commodity hoje sensível a políticas públicas e custos de produção, com tendência de volatilidade no curto prazo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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