AGRONEGÓCIO

Colheita de Milho Alcança 29% no Paraná com Perdas em Diversas Regiões, Avisa Deral

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O Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria de Agricultura e do Abastecimento do Paraná divulgou seu relatório semanal, detalhando as condições meteorológicas e de cultivo das principais culturas do estado. Segundo o levantamento, 29% das lavouras de milho da segunda safra já foram colhidas, um avanço significativo em relação aos 13% registrados na semana anterior. Além disso, 23% das plantações estão em fase de frutificação e 77% em maturação.

Os técnicos do Deral avaliaram que 52% das áreas estão em boas condições, 31% em condições médias e 17% em condições ruins, mantendo-se alinhados com os índices das semanas anteriores. As regiões mais avançadas na colheita incluem Pitanga (64%), Pato Branco (53%), Campo Mourão e Toledo (52%), Ponta Grossa (50%) e Cascavel e Itarare (40%).

A análise regional do Deral revela que, no Norte do Paraná, a falta de chuvas há mais de 20 dias tem impactado negativamente as culturas ainda em campo, resultando em produções abaixo do esperado, especialmente para as lavouras semeadas mais cedo. No Noroeste, a escassez de precipitações também prejudica a produtividade, levando muitos produtores a acionar o seguro agrícola.

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Nas regiões Oeste e Centro-Oeste, embora o tempo seco tenha facilitado a colheita inicial, a produtividade final pode ser reduzida devido à má distribuição das chuvas. Em contrapartida, no Sudoeste, a colheita progride bem e de forma antecipada em relação ao ano anterior. A região Sul também apresenta um avanço significativo nos trabalhos, com produtividades acima do esperado.

Esses dados evidenciam os desafios enfrentados pelos agricultores paranaenses devido às condições climáticas adversas, destacando a importância de monitorar constantemente o desenvolvimento das lavouras para mitigar as perdas e otimizar a colheita.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Negociação entre os dois países vai discutir sobretaxas de até 37,5%

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Açúcar, pescados e produtos de madeira estão entre os segmentos do agronegócio que poderão se beneficiar de um eventual acordo comercial entre Brasil e Estados Unidos. Os dois países decidiram criar um grupo de trabalho para discutir as barreiras ao comércio bilateral, abrindo uma nova etapa de negociação sobre cobranças adicionais que, para determinados produtos, chegam a 37,5%. Ainda não houve anúncio de redução das tarifas.

O peso dessas medidas é desigual dentro do setor. Enquanto o açúcar enfrenta sobretaxa de 25% e os pescados estão sujeitos à cobrança adicional de 12,5%, vários tipos de madeira, gorduras e óleos podem ser alcançados pela soma das duas alíquotas. Para esses exportadores, a negociação representa a possibilidade de recuperar competitividade no mercado americano.

Outras cadeias importantes do agro foram preservadas das medidas. Segundo levantamento divulgado em julho pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), café, carnes, suco de laranja, frutas e a maior parte das exportações de celulose estão entre as mercadorias excluídas dessas sobretaxas. A distinção é relevante porque as restrições não atingem todos os produtos brasileiros da mesma forma.

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A criação do grupo foi acertada na quarta-feira (30), em Milwaukee, no estado americano de Wisconsin. Participaram da reunião os ministros Mauro Vieira, das Relações Exteriores, e Márcio Elias Rosa, do Mdic, além do representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer. O encontro ocorreu durante a reunião de ministros do Comércio do G20.

O próximo movimento cabe a Washington, que deverá apresentar nas próximas semanas um documento com os temas propostos para a negociação. Além das tarifas, o trabalho deverá abranger outros entraves às trocas comerciais. O comunicado brasileiro não detalhou quais produtos serão discutidos nem estabeleceu uma data para a conclusão de um acordo.

As sobretaxas anunciadas em julho resultam de duas investigações conduzidas pelos Estados Unidos. Uma delas trata de práticas comerciais brasileiras contestadas pelo governo americano, incluindo as condições de acesso ao mercado de etanol. A outra envolve exigências americanas para impedir a importação de mercadorias produzidas com trabalho forç

Fonte: Pensar Agro

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