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CNA levanta nos estados propostas para o plano safra o Plano Safra 24/25

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A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) vai promover uma série de encontros regionais com federações, sindicatos, entidades setoriais e produtores rurais para levantar as principais propostas do setor para o Plano Agrícola e Pecuário (PAP) 2024/2025.

O primeiro encontro foi realizado, na terça (27), na sede da Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep), em Curitiba, para reunir as demandas da região Sul.

A pauta do encontro inclui propostas para o crédito rural, políticas de apoio à comercialização, mercado de capitais e instrumentos de gestão de risco. A Comissão Nacional de Política Agrícola da CNA vai coordenar os debates nas cinco regiões do país.

“O objetivo dos encontros é discutir propostas específicas dos produtores, que atendam às necessidades e particularidades de cada uma das regiões a curto e longo prazo, bem como consolidar contribuições que serão encaminhadas para a formulação do próximo Plano Safra”, afirmou o assessor técnico da CNA, Guilherme Rios.

Os debates da região Norte acontecem na quarta (6), em Porto Velho (RO), e da região Centro Oeste, na sexta (8), em Campo Grande (MS). O encontro da região Nordeste será em Teixeira de Freitas (BA) no dia 15. As demandas da região Sudeste serão levantadas em São Paulo (SP) e do Matopiba em Balsas (MA). As datas ainda serão divulgadas.

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Todas as propostas serão consolidadas em um documento que será entregue ao Ministério da Agricultura e outras autoridades do governo federal como contribuição para elaboração do Plano Agrícola e Pecuário (PAP) 2024/2025.

Fonte: Assessoria de Imprensa CNA

Fonte: Portal do Agronegócio

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Nova bancada deve priorizar o crédito rural e a previsibilidade para o financiamento

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A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) projeta ampliar de 299 para 330 o número de integrantes na Câmara dos Deputados na legislatura que começa em 2027. A estimativa, apresentada pelo presidente da frente, deputado Pedro Lupion, representa crescimento de 10,4%. A agenda para o novo mandato terá como prioridades ampliar o acesso ao crédito rural e dar previsibilidade ao financiamento da produção.

A composição reúne experiência nas duas Casas. Dos atuais 299 integrantes da FPA na Câmara dos Deputados, 176 foram reeleitos. Outros 17 deputados conquistaram vagas no Senado. Entre os senadores ligados à frente, seis obtiveram novo mandato e um foi eleito deputado federal. A entidade também informa que 17 senadores estão em meio de mandato.

O total de 200 corresponde aos integrantes da atual frente que obtiveram novos mandatos no Congresso. A composição definitiva da FPA na próxima legislatura dependerá também da adesão de outros parlamentares. O balanço eleitoral, portanto, indica a continuidade de sua atuação, sem estabelecer o número final de participantes.

A expectativa para o novo período legislativo é transformar essas propostas em instrumentos que cheguem às propriedades. O avanço dependerá da construção de acordos no Congresso e da articulação com o Executivo, os agentes financeiros e as organizações de produtores.

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Para Isan Rezende (foto), presidente do Instituto do Agronegócio (IA) e da Federação dos Engenheiros Agrônomos de Mato Grosso (Feagro-MT), com a ampliação da força política há uma oportunidade de se construir uma agenda de longo prazo para o campo. “A presença de mais parlamentares que conhecem a produção rural pode ajudar a transformar as necessidades das propriedades em soluções concretas. Esperamos um diálogo aberto, com decisões técnicas e atenção aos produtores de todos os portes”.

“Um crédito que chega no momento certo, acompanhado de seguro e de regras estáveis, dá ao produtor condições para investir. Podemos avançar em armazenagem, irrigação e tecnologia quando existe segurança para planejar. Um Plano Safra com horizonte de vários anos pode contribuir para esse ambiente e melhorar a aplicação dos recursos”, diz Isan.

“Também vejo com otimismo a possibilidade de aproximar o Congresso das cooperativas, das entidades e dos profissionais que acompanham o trabalho nas propriedades. Essa troca permite identificar prioridades e construir soluções viáveis. O objetivo comum deve ser ampliar a produtividade, fortalecer a renda no campo e gerar oportunidades nas regiões produtoras”, concluiu o presidente do IA.

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Para o produtor, a agenda anunciada concentra-se em condições para financiar a safra e preservar a capacidade de investimento. O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion, apontou a renegociação de dívidas e os obstáculos à contratação de crédito como temas que permanecerão nas negociações com o próximo governo.

Uma das propostas é dar ao Plano Safra um horizonte de vários anos. O planejamento plurianual permitiria sinalizar recursos e prioridades com antecedência, aproximando a política agrícola do tempo necessário para investir em máquinas, armazenagem e irrigação. A mudança ainda depende de discussão e aprovação; não constitui uma regra já definida para 2027.

Essa orientação também integra as propostas da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que defende previsibilidade orçamentária, fortalecimento do seguro rural e instrumentos de apoio à saúde financeira do produtor. A entidade propõe ampliar o financiamento privado e melhorar as condições de acesso aos recursos, incluindo garantias e redução da burocracia.

Fonte: Pensar Agro

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