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Climatempo ajuda governo estaduais a reduzirem os impactos das mudanças climáticas

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Os eventos climáticos extremos, influenciados por fenômenos atmosféricos como o El Niño e La Niña, são cada vez mais frequentes e impactam as cidades e as populações do País. A fim de colaborar com o poder público nessas questões, a Climatempo – a maior e mais reconhecida empresa de consultoria meteorológica e previsão do tempo do Brasil e da América Latina – desenvolve projetos junto a governos estaduais que estão ajudando a reduzir esses impactos e a nortear o trabalho de órgãos, como a Defesa Civil dos estados do Rio Grande do Sul, de Santa Catarina e São Paulo, e outros entes públicos nos estados do Rio de Janeiro e da Bahia, com o envio de alertas sobre a possibilidade de eventos como tempestades e ventanias por e-mail, app, Telegram e, a partir de agora, também pelo WhatsApp.

“As previsões meteorológicas e o monitoramento ininterrupto do clima são essenciais para nortear a atuação de agentes de órgãos públicos, incluindo a Defesa Civil dos Estados, no que diz respeito ao enfrentamento de possíveis eventos extremos como longos períodos de estiagem ou chuvas fortes”, explica Cátia Valente, Head na área de Projetos Governamentais da Climatempo.

No Rio Grande do Sul, no Rio de Janeiro e na Bahia, a Climatempo atua com suas equipes alocadas em Salas de Situação dos governos estaduais ligadas à ANA (Agência Nacional de Águas), cujo objetivo principal é realizar o monitoramento hidrometeorológico. Nesses casos, o foco está tanto na incidência de grandes volumes de chuva quanto em longos períodos de estiagem. Isso porque, no caso de volumes excessivos de chuvas, seus efeitos afetam trechos de rios, riachos, reservatórios, lagos, córregos e aquíferos subterrâneos, resultando em inundações e enchentes que podem levar à queda de barreiras e pontes, interdição de rodovias, além de afetar o abastecimento de água e energia, entre outras ocorrências.

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O monitoramento da Climatempo nestes três estados é mais voltado à ocorrência de chuvas intensas, que podem levar ao aumento do volume de água nos corpos hídricos e acarretar problemas diversos para os municípios, ou à seca, que pode gerar estiagens prolongadas, trazendo riscos à população e provocando a quebra de safra.

“Atuamos com equipes de especialistas dedicados para dar todo o suporte meteorológico necessário para que os gestores públicos responsáveis atuem com rapidez e eficiência em eventuais situações extremas”, explica Cátia Valente, destacando que a parceria no Rio Grande do Sul é com a SEMA (Secretaria do Meio Ambiente e Infraestrutura); no Rio de Janeiro, com o INEA (Instituto Estadual do Ambiente), e na Bahia, com o INEMA (Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos).

Em São Paulo, a Climatempo atua junto ao Centro de Gerenciamento de Emergências da Defesa Civil estadual, com a chamada meteorologia nowcasting, ou seja, com monitoramento e previsões de curto prazo, com preocupações mais voltadas a queimadas e estiagem no Estado no período seco, e com as chuvas mais severas no período úmido, que vai de dezembro a março.

O trabalho consiste em entregar informações que darão suporte à tomada de decisão dos gestores quanto ao envio de alertas por SMS à população. “Também colaboramos com o plano de prevenção da Operação Chuvas de Verão, em São Paulo, ajudando a capacitar agentes municipais por meio de oficinas e palestras e com a Sala de Situação, que funciona 24 horas por dia de dezembro a março”, destaca Willians Bini, meteorologista e Head de Comunicação da Climatempo.

Já a Sala de Monitoramento da Climatempo em Santa Catarina fica no Centro Integrado de gerenciamento de Desastres da Defesa Civil, e suas principais atividades são o monitoramento meteorológico do tempo de curto e curtíssimo prazos e a operação voltada aos riscos de eventos extremos.

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As equipes da Climatempo dedicadas ao atendimento de governos podem ser formadas apenas por meteorologistas ou contar ainda com a atuação de profissionais multidisciplinares como hidrólogos, engenheiros e analistas de TI, entre outros. Funcionam 24 horas por dia ou em horários comerciais, conforme o Estado e o período do ano.

Envio de alertas sobre eventos climáticos

Para a análise das variáveis climáticas, os especialistas da Climatempo utilizam as informações geradas em tempo real pela plataforma tecnológica SMAC (Sistema de Monitoramento e Alerta Climatempo), que conta com funcionalidades especialmente desenvolvidas para o foco nas necessidades dos órgãos públicos. Ao serem identificados eventos de interesse como tempestades, ventanias, chuvas de granizo e raios, as análises são compartilhadas com os órgãos governamentais dos Estados para uma tomada de decisão mais assertiva por parte das defesas civis. Para o período das chuvas de primavera e verão, por exemplo, a Climatempo enviará alertas por WhatsApp de forma operacional para os clientes do SMAC que contratarem o serviço.

Dentro da plataforma também são disponibilizados os acumulados das chuvas em áreas de encosta, informação que auxilia a atuação preventiva da Defesa Civil de São Paulo e nos momentos em que é detectada a ocorrência de precipitações mais fortes e constantes nesses locais.

No caso de estiagem, como a que acaba de se encerrar em São Paulo, por exemplo, a Inteligência Artificial (IA) que integra dados e informações do SMAC ajudou a monitorar incêndios em tempo real dentro do mapa e a planejar medidas preventivas a partir de previsões para períodos de cinco dias.

Fonte: Climatempo

Fonte: Portal do Agronegócio

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O desafio da qualificação profissional no agronegócio brasileiro

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A nova edição da Revista Pensar Agro já está disponível nas versões em português e inglês. A publicação vem consolidando sua presença como uma das principais publicações especializadas do setor agropecuário brasileiro. Na edição anterior, a Pensar Agro alcançou a marca de 13.140 leitores distribuídos em 58 países, resultado que reforça sua crescente relevância junto a produtores, empresários, pesquisadores, investidores e formuladores de políticas públicas ligados ao agronegócio.

A nova edição da revista coloca em pauta um dos desafios mais críticos para as próximas décadas do agronegócio brasileiro: o capital humano. Em um setor que opera integrado aos mercados globais, sustentado por inteligência artificial, automação, infraestrutura complexa e tecnologia de ponta, a publicação defende que o próximo salto de competitividade do país dependerá, primordialmente, da capacidade de formar, atrair e valorizar os talentos responsáveis por integrar ciência, gestão e sustentabilidade. A matéria de capa transcende a análise técnica e presta uma homenagem à força de trabalho do setor, reconhecendo a importância vital de todos os profissionais que, nos bastidores, sustentam o êxito do agro.

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Mais do que diagnosticar desafios, a reportagem propõe uma reflexão sobre o futuro. O Brasil reúne condições para ampliar sua liderança na produção global de alimentos, fibras e energia renovável, mas o sucesso dessa trajetória dependerá da valorização das pessoas que sustentam o funcionamento da cadeia produtiva, muitas vezes longe dos holofotes.

Na tradicional Coluna Mercado, o presidente do Instituto do Agronegócio (IA), Isan Rezende, aprofunda a discussão ao abordar a crescente escassez de profissionais qualificados diante da rápida transformação tecnológica que vem remodelando todos os elos da cadeia produtiva. Segundo a análise, a modernização acelerada do setor exige uma revisão das estratégias de formação, capacitação e desenvolvimento de mão de obra especializada.

A nova edição também reúne contribuições de colunistas e especialistas que analisam tendências, riscos e oportunidades que já influenciam as decisões do agronegócio brasileiro. Com abordagens voltadas para inovação, mercado, sustentabilidade, gestão e cenário econômico, os articulistas oferecem uma visão ampla dos fatores que moldam o presente e o futuro do setor.

Ao ampliar seu alcance internacional e fortalecer o debate sobre temas estruturantes para o desenvolvimento do agronegócio, a Revista Pensar Agro reafirma sua proposta editorial de estimular análises qualificadas, independentes e alinhadas aos desafios de um dos segmentos mais relevantes da economia brasileira.

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Fonte: Pensar Agro

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