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Cinco Estratégias para Maximizar a Rentabilidade na Safra de Verão

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Com a previsão de um novo recorde para a safra de 2025, estimada em 322,6 milhões de toneladas, o que representa um crescimento de 10,2% em relação à produção de 2024, segundo o terceiro Prognóstico para a Produção Agrícola do IBGE, os produtores rurais têm à disposição diversas estratégias para potencializar seus lucros. Para isso, é fundamental que adotem um planejamento estruturado e ações eficientes, que envolvem a compra antecipada de insumos, uso de tecnologias digitais e acesso a crédito rural, além de um gerenciamento eficiente dos custos de produção.

Robson Rizzon, Chief Commercial Officer da Orbia, maior plataforma digital integrada do agronegócio da América Latina, apresenta cinco estratégias essenciais para garantir maior rentabilidade na safra de Verão:

1. Planejamento antecipado: o momento certo para a compra de insumos

A compra antecipada de insumos permite ao produtor negociar as melhores condições e garantir a disponibilidade dos produtos necessários. Segundo Rizzon, o planejamento antecipado é a chave para acessar condições vantajosas e reduzir os custos. Em alguns casos, produtores adquirem insumos para até duas safras futuras, aproveitando melhores preços e condições de negociação.

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2. Compras planejadas e digitalização para a redução de custos

A compra planejada permite evitar o “repique”, situação em que o produtor é forçado a comprar insumos a preços mais altos devido à falta de planejamento. Ao comprar com antecedência e em maior volume, o produtor ganha poder de barganha e minimiza os impactos das oscilações de preços. Plataformas digitais oferecem a praticidade de comparar preços, acessar crédito de forma ágil e segura, e realizar compras mais vantajosas.

3. Gestão eficiente de custos ao longo da safra

A administração eficiente dos custos é essencial para manter a rentabilidade. Ferramentas digitais auxiliam os produtores na previsão de demanda, na análise do fluxo de caixa e no controle de orçamento, garantindo que os investimentos sejam feitos de forma estratégica. A compra antecipada, que facilita a previsão de custos, evita surpresas financeiras e mantém o orçamento equilibrado.

4. Evitar escassez de insumos e flutuações de preços

A falta de planejamento pode resultar na escassez de insumos ou em aumentos repentinos de preços. A disponibilidade de insumos deve coincidir com a necessidade da cultura, e a compra de última hora pode comprometer a produção. Rizzon alerta que, dado o grande número de produtores e propriedades rurais no Brasil, um planejamento adequado é crucial para garantir o abastecimento necessário.

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5. Uso de tecnologia e acesso ao crédito para alavancar a rentabilidade

O uso de plataformas digitais e soluções de crédito rural pode ser decisivo para aumentar a rentabilidade da safra. A Orbia, por exemplo, oferece cotações digitais, compra online, acesso a crédito e programas de benefícios, permitindo compras mais vantajosas. O crédito rural facilita o planejamento da compra de insumos e garante uma gestão financeira estruturada e previsível.

Ao adotar essas estratégias, os produtores têm a oportunidade de reduzir custos, minimizar riscos e maximizar os ganhos durante a safra de Verão, tornando sua produção mais lucrativa e sustentável. O planejamento antecipado, o uso da tecnologia, a gestão eficiente de custos e o acesso ao crédito são os pilares para garantir uma safra bem-sucedida e financeiramente equilibrada.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Nova bancada deve priorizar o crédito rural e a previsibilidade para o financiamento

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A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) projeta ampliar de 299 para 330 o número de integrantes na Câmara dos Deputados na legislatura que começa em 2027. A estimativa, apresentada pelo presidente da frente, deputado Pedro Lupion, representa crescimento de 10,4%. A agenda para o novo mandato terá como prioridades ampliar o acesso ao crédito rural e dar previsibilidade ao financiamento da produção.

A composição reúne experiência nas duas Casas. Dos atuais 299 integrantes da FPA na Câmara dos Deputados, 176 foram reeleitos. Outros 17 deputados conquistaram vagas no Senado. Entre os senadores ligados à frente, seis obtiveram novo mandato e um foi eleito deputado federal. A entidade também informa que 17 senadores estão em meio de mandato.

O total de 200 corresponde aos integrantes da atual frente que obtiveram novos mandatos no Congresso. A composição definitiva da FPA na próxima legislatura dependerá também da adesão de outros parlamentares. O balanço eleitoral, portanto, indica a continuidade de sua atuação, sem estabelecer o número final de participantes.

A expectativa para o novo período legislativo é transformar essas propostas em instrumentos que cheguem às propriedades. O avanço dependerá da construção de acordos no Congresso e da articulação com o Executivo, os agentes financeiros e as organizações de produtores.

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Para Isan Rezende (foto), presidente do Instituto do Agronegócio (IA) e da Federação dos Engenheiros Agrônomos de Mato Grosso (Feagro-MT), com a ampliação da força política há uma oportunidade de se construir uma agenda de longo prazo para o campo. “A presença de mais parlamentares que conhecem a produção rural pode ajudar a transformar as necessidades das propriedades em soluções concretas. Esperamos um diálogo aberto, com decisões técnicas e atenção aos produtores de todos os portes”.

“Um crédito que chega no momento certo, acompanhado de seguro e de regras estáveis, dá ao produtor condições para investir. Podemos avançar em armazenagem, irrigação e tecnologia quando existe segurança para planejar. Um Plano Safra com horizonte de vários anos pode contribuir para esse ambiente e melhorar a aplicação dos recursos”, diz Isan.

“Também vejo com otimismo a possibilidade de aproximar o Congresso das cooperativas, das entidades e dos profissionais que acompanham o trabalho nas propriedades. Essa troca permite identificar prioridades e construir soluções viáveis. O objetivo comum deve ser ampliar a produtividade, fortalecer a renda no campo e gerar oportunidades nas regiões produtoras”, concluiu o presidente do IA.

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Para o produtor, a agenda anunciada concentra-se em condições para financiar a safra e preservar a capacidade de investimento. O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion, apontou a renegociação de dívidas e os obstáculos à contratação de crédito como temas que permanecerão nas negociações com o próximo governo.

Uma das propostas é dar ao Plano Safra um horizonte de vários anos. O planejamento plurianual permitiria sinalizar recursos e prioridades com antecedência, aproximando a política agrícola do tempo necessário para investir em máquinas, armazenagem e irrigação. A mudança ainda depende de discussão e aprovação; não constitui uma regra já definida para 2027.

Essa orientação também integra as propostas da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que defende previsibilidade orçamentária, fortalecimento do seguro rural e instrumentos de apoio à saúde financeira do produtor. A entidade propõe ampliar o financiamento privado e melhorar as condições de acesso aos recursos, incluindo garantias e redução da burocracia.

Fonte: Pensar Agro

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