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Chuvas se normalizam e melhoram condições das lavouras de soja no Brasil, aponta AgRural

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O avanço das chuvas em grande parte do país trouxe um cenário mais favorável para o campo. De acordo com levantamento divulgado pela AgRural, até a última quinta-feira (11), o plantio da safra 2025/26 de soja já alcançava 97% da área estimada no Brasil. A regularização das precipitações foi o principal destaque da semana, impulsionando o andamento dos trabalhos de campo e melhorando o desenvolvimento das lavouras.

Chuvas beneficiam as principais regiões produtoras

As boas volumes de chuva registrados nos últimos dias alcançaram praticamente todas as áreas produtoras do país, elevando a umidade do solo e criando condições ideais para o avanço da safra.

Regiões onde o plantio ainda estava em andamento, como o Rio Grande do Sul e parte do Matopiba (conjunto formado por Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia), foram diretamente beneficiadas. Já em estados onde a safra está em fase de definição de produtividade, como Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Paraná, as chuvas ajudaram a estabilizar as lavouras.

A previsão de continuidade das precipitações e temperaturas dentro da normalidade para os próximos dias reforça o otimismo entre os produtores, que agora esperam um ciclo de recuperação após as irregularidades climáticas observadas no início do plantio.

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Milho verão 2025/26: clima volta a favorecer o desenvolvimento das lavouras

No caso do milho verão 2025/26, o plantio já foi concluído no Centro-Sul do Brasil, e as atenções agora se voltam para o acompanhamento do clima e o desempenho das lavouras.

O retorno das chuvas ao Sul do país trouxe alívio aos produtores na última semana, sobretudo após o período de estiagem que marcou o mês de novembro. Contudo, algumas áreas do Rio Grande do Sul já registram perdas consolidadas, reflexo das altas temperaturas e da falta de umidade ocorridas anteriormente.

Com a regularização das chuvas, o cenário agrícola brasileiro volta a ganhar fôlego, especialmente para as culturas de soja e milho, que dependem de condições climáticas estáveis para atingir o potencial produtivo esperado nesta safra.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de café do Brasil devem bater recorde em 2026/27, projeta Eisa

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As exportações brasileiras de café devem atingir um novo recorde na safra 2026/27 (julho a junho), impulsionadas pela expectativa de uma colheita considerada a maior da história do país. A projeção é do diretor comercial da exportadora Eisa, uma das maiores do setor global.

O cenário positivo é sustentado pelo avanço da colheita atual e pela perspectiva de forte disponibilidade de grãos nos próximos meses, o que deve ampliar os embarques e reforçar a posição do Brasil como líder mundial na produção e exportação de café.

Safra recorde deve impulsionar volume exportado

Segundo o diretor comercial da Eisa, Carlos Santana, o país vive um momento de forte otimismo no setor.

“Estamos bastante otimistas. Muito provavelmente o Brasil vai ter a maior safra da história. E isso rapidamente a gente vai começar a ver nos embarques, talvez em julho ou agosto”, afirmou durante o Seminário Internacional do Café, em Santos.

A avaliação é de que o aumento da oferta deve se refletir de forma mais intensa ao longo da safra 2026/27, com potencial de recorde nas exportações brasileiras.

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Colheita avança e já sinaliza safra robusta

O Brasil, maior produtor e exportador global de café, já iniciou a colheita da safra 2026/27, com cerca de 5% da produção colhida até o momento.

O destaque inicial fica para o café canéfora (robusta e conilon), com avanço dos trabalhos principalmente em Rondônia e no Espírito Santo, regiões que tradicionalmente antecipam a colheita em relação ao café arábica.

Estoques globais baixos podem ampliar demanda por café brasileiro

De acordo com o setor exportador, a entrada da nova safra brasileira deve contribuir para a recomposição dos estoques globais, que atualmente se encontram em níveis reduzidos.

Esse movimento tende a favorecer a demanda pelo café brasileiro nos próximos meses, com expectativa de embarques mais fortes especialmente no segundo semestre de 2026.

A combinação entre alta produção, recomposição de estoques e demanda internacional aquecida deve sustentar um cenário positivo para as exportações, com possibilidade de “surpresas positivas” no desempenho do país no mercado global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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