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Chuvas estabilizam produtividade do milho nas regiões da Cocamar no Paraná

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As chuvas dos últimos dias estabilizaram a produtividade do milho nas regiões atendidas pela Cocamar, cooperativa agrícola no Paraná. Segundo o Departamento Técnico da Cocamar, a estimativa atual é de cerca de 195 sacas por alqueire (equivalente a 80,5 sacas por hectare). Essa projeção é ligeiramente inferior à previsão inicial, que era de 202 sacas por alqueire (90 sacas por hectare).

Variações Climáticas e Efeitos na Produtividade

O gerente técnico Rodrigo Sakurada explica que algumas regiões, como Maringá e áreas no noroeste do Paraná, enfrentaram dificuldades devido às condições climáticas instáveis. Os produtores que semearam mais cedo, entre o final de janeiro e início de fevereiro, sentiram os efeitos da seca e das altas temperaturas, que comprometeram o desenvolvimento inicial das plantas e, consequentemente, seu potencial produtivo.

Porém, a situação melhorou recentemente, com a chuva estabilizando a tendência de declínio na produtividade. Já nas regiões onde a semeadura ocorreu mais tarde, a expectativa é de uma produtividade dentro da média inicialmente projetada.

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Controle de Pragas e Riscos para o Milho

Os produtores têm enfrentado com sucesso o percevejo, mas há uma preocupação com a cigarrinha, praga que causou muitos problemas em anos anteriores. Apesar de sua presença ser menor do que o esperado, a situação pode mudar com o avanço da fase reprodutiva do milho. O gerente técnico alerta para a possibilidade de surgirem sintomas relacionados a essa praga.

Além disso, os produtores enfrentaram desafios com o pulgão, que proliferou durante os períodos mais secos. Contudo, as recentes chuvas trouxeram um clima mais agradável e, com isso, a esperança de um ambiente mais favorável para a cultura do milho.

Situação Geral

Em resumo, as variações climáticas dos últimos meses causaram diferenças no desenvolvimento das lavouras de milho nas regiões da Cocamar. No entanto, as chuvas recentes têm ajudado a melhorar a situação e a perspectiva para a produtividade, especialmente nas áreas que estavam mais afetadas pelo clima irregular e pela má distribuição de umidade.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de algodão do Brasil devem bater recorde em 2025/26 e reforçam liderança global no mercado internacional

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As exportações brasileiras de algodão devem encerrar o ciclo comercial 2025/2026 em nível recorde, com estimativa de aproximadamente 3,3 milhões de toneladas embarcadas, segundo projeções apresentadas durante a abertura do XXIII Anea Cotton Dinner, em reunião da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Algodão e Derivados.

O desempenho reforça o protagonismo do Brasil no comércio internacional da fibra, com o país consolidado como principal exportador mundial de algodão, superando concorrentes tradicionais como os Estados Unidos. O resultado é sustentado pela forte demanda de mercados da Ásia, Europa e Oriente Médio.

Produção brasileira mantém crescimento e produtividade elevada

A safra 2025/2026 de algodão no Brasil deve alcançar cerca de 3,9 milhões de toneladas de pluma, cultivadas em aproximadamente 1,9 milhão de hectares, com produtividade média próxima de 1.954 quilos por hectare, de acordo com dados da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa).

Para o ciclo 2026/2027, as primeiras estimativas indicam nova expansão, com produção projetada em 3,96 milhões de toneladas, reforçando a tendência de crescimento consistente da cultura no país.

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Brasil registra recordes de exportação e consolida liderança global

A Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea) destacou que o Brasil registrou recordes mensais de embarques em sete meses dentro do ciclo atual, mantendo ritmo forte de exportações e encerrando a temporada na liderança global do setor.

“O algodão brasileiro alcançou um novo patamar no mercado internacional. Tivemos sete meses de recorde de exportação, e junho deve seguir o mesmo ritmo. Hoje, o desafio já não é apenas produzir mais, mas garantir infraestrutura, competitividade e previsibilidade para sustentar esse crescimento”, afirmou o presidente da Anea, Dawid Wajs.

O avanço das exportações reflete não apenas o aumento da produção, mas também a consolidação da confiança internacional na qualidade da fibra brasileira.

Cenário global pode sustentar preços do algodão

No mercado internacional, o cenário de oferta e demanda segue apertado. A projeção aponta consumo global de aproximadamente 26,510 milhões de toneladas, acima da oferta estimada em 25,265 milhões de toneladas, o que pode contribuir para sustentar as cotações da fibra no mercado mundial.

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Mercado interno mais cauteloso e busca por qualidade

No Brasil, o mercado doméstico apresenta comportamento mais conservador. As fiações têm adotado postura cautelosa nas compras, priorizando qualidade da matéria-prima e reduzindo o apetite por contratos de longo prazo, especialmente em um ambiente de juros elevados.

Uso do algodão avança para além do setor têxtil

Durante as discussões do setor, também ganhou destaque a valorização das fibras naturais e a ampliação do uso do algodão em novas aplicações industriais. Além do vestuário, o produto vem sendo incorporado em segmentos como saúde, construção civil, defesa e materiais funcionais, ampliando seu potencial de inovação e agregação de valor na cadeia produtiva.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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