AGRONEGÓCIO

Chuvas atrasam safra em Mato Grosso e impulsionam debate sobre manejo na Show Safra

Publicado em

Chuvas intensas atrasam produção agrícola em Mato Grosso

O excesso de chuvas que atinge Mato Grosso desde o início de 2026 já impacta significativamente as atividades no campo. Com mais de 30 dias consecutivos de precipitações em diversas regiões do estado, produtores enfrentam dificuldades para avançar com a colheita da soja e iniciar o plantio do milho segunda safra dentro da janela ideal.

A umidade elevada dificulta o acesso de máquinas às lavouras, compromete a qualidade dos grãos e pode adiar o plantio do milho safrinha, elevando o risco de perda de produtividade.

Soluções tecnológicas ganham destaque diante do clima

Em um cenário cada vez mais influenciado por fatores climáticos, o uso de tecnologias e estratégias eficientes de manejo torna-se essencial para reduzir riscos e preservar o potencial produtivo das lavouras.

A Ourofino Agrociência participa da Show Safra Mato Grosso, realizada de 23 a 27 de março, no Parque Tecnológico da Fundação Rio Verde, em Lucas do Rio Verde, apresentando soluções voltadas ao manejo eficiente de culturas como soja, milho e algodão.

Leia Também:  Controladoria Geral do Município lança Guia Prático de Fiscalização de Contratos
Portfólio da Ourofino oferece manejo integrado e proteção das culturas

Durante o evento, a empresa apresenta produtos estratégicos para a agricultura tropical:

  • Terrad’or – para soja e algodão
  • Brucia – voltada ao manejo do milho
  • Dotte – para soja
  • Looked – lançamento com aplicação em soja e milho

Segundo Roberto Rodrigues, Gerente de Marketing Cerrado da Ourofino Agrociência, “são produtos que contribuem para o controle eficiente de plantas daninhas, pragas e doenças, ajudando o produtor a proteger o potencial produtivo mesmo em anos de instabilidade climática”.

Show Safra aproxima tecnologia e produtores

A presença da empresa no evento também visa fortalecer o relacionamento com produtores e parceiros da cadeia agrícola, oferecendo soluções inovadoras com formulações diferenciadas e custo-benefício adequado.

“Eventos como o Show Safra são fundamentais para aproximar a tecnologia do produtor rural. É nesse ambiente que conseguimos ouvir as demandas do campo e apresentar soluções que tornam o manejo mais eficiente e sustentável”, afirma Rodrigues.

Campos demonstrativos e campanha institucional

Os visitantes do estande poderão conhecer campos demonstrativos, que permitem visualizar na prática o desempenho das tecnologias e discutir estratégias de manejo diretamente com especialistas.

Leia Também:  Comercialização da safrinha 2025 de milho atinge 42,8% no Centro-Sul, aponta Safras & Mercado

A participação reforça ainda a campanha institucional “Confia que é Ourofino”, que destaca a parceria e confiança construída pela empresa com produtores, técnicos e distribuidores em todo o país.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

Advertisement

AGRONEGÓCIO

Nova bancada deve priorizar o crédito rural e a previsibilidade para o financiamento

Published

on

A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) projeta ampliar de 299 para 330 o número de integrantes na Câmara dos Deputados na legislatura que começa em 2027. A estimativa, apresentada pelo presidente da frente, deputado Pedro Lupion, representa crescimento de 10,4%. A agenda para o novo mandato terá como prioridades ampliar o acesso ao crédito rural e dar previsibilidade ao financiamento da produção.

A composição reúne experiência nas duas Casas. Dos atuais 299 integrantes da FPA na Câmara dos Deputados, 176 foram reeleitos. Outros 17 deputados conquistaram vagas no Senado. Entre os senadores ligados à frente, seis obtiveram novo mandato e um foi eleito deputado federal. A entidade também informa que 17 senadores estão em meio de mandato.

O total de 200 corresponde aos integrantes da atual frente que obtiveram novos mandatos no Congresso. A composição definitiva da FPA na próxima legislatura dependerá também da adesão de outros parlamentares. O balanço eleitoral, portanto, indica a continuidade de sua atuação, sem estabelecer o número final de participantes.

A expectativa para o novo período legislativo é transformar essas propostas em instrumentos que cheguem às propriedades. O avanço dependerá da construção de acordos no Congresso e da articulação com o Executivo, os agentes financeiros e as organizações de produtores.

Leia Também:  Mercado de café segue volátil com preocupações de oferta e clima incerto

Para Isan Rezende (foto), presidente do Instituto do Agronegócio (IA) e da Federação dos Engenheiros Agrônomos de Mato Grosso (Feagro-MT), com a ampliação da força política há uma oportunidade de se construir uma agenda de longo prazo para o campo. “A presença de mais parlamentares que conhecem a produção rural pode ajudar a transformar as necessidades das propriedades em soluções concretas. Esperamos um diálogo aberto, com decisões técnicas e atenção aos produtores de todos os portes”.

“Um crédito que chega no momento certo, acompanhado de seguro e de regras estáveis, dá ao produtor condições para investir. Podemos avançar em armazenagem, irrigação e tecnologia quando existe segurança para planejar. Um Plano Safra com horizonte de vários anos pode contribuir para esse ambiente e melhorar a aplicação dos recursos”, diz Isan.

“Também vejo com otimismo a possibilidade de aproximar o Congresso das cooperativas, das entidades e dos profissionais que acompanham o trabalho nas propriedades. Essa troca permite identificar prioridades e construir soluções viáveis. O objetivo comum deve ser ampliar a produtividade, fortalecer a renda no campo e gerar oportunidades nas regiões produtoras”, concluiu o presidente do IA.

Leia Também:  Trigo mantém preços firmes no Brasil e Mercosul com prêmios elevados e expectativa de alta no Sul

Para o produtor, a agenda anunciada concentra-se em condições para financiar a safra e preservar a capacidade de investimento. O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion, apontou a renegociação de dívidas e os obstáculos à contratação de crédito como temas que permanecerão nas negociações com o próximo governo.

Uma das propostas é dar ao Plano Safra um horizonte de vários anos. O planejamento plurianual permitiria sinalizar recursos e prioridades com antecedência, aproximando a política agrícola do tempo necessário para investir em máquinas, armazenagem e irrigação. A mudança ainda depende de discussão e aprovação; não constitui uma regra já definida para 2027.

Essa orientação também integra as propostas da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que defende previsibilidade orçamentária, fortalecimento do seguro rural e instrumentos de apoio à saúde financeira do produtor. A entidade propõe ampliar o financiamento privado e melhorar as condições de acesso aos recursos, incluindo garantias e redução da burocracia.

Fonte: Pensar Agro

Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA