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China Reduz Exportações de Fosfatados e Pressiona Preços Globais de Fertilizantes, Aponta StoneX

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Exportações de Fosfatados da China Caem ao Menor Nível em Mais de Uma Década

As exportações chinesas de fertilizantes fosfatados de alta concentração (MAP e DAP) recuaram em 2025 para o menor volume desde 2013, segundo dados da StoneX. O país embarcou 5,3 milhões de toneladas, uma queda de 18% em relação a 2024.

Esse cenário reduziu a disponibilidade global de insumos e manteve os preços firmes nos principais mercados agrícolas, afetando diretamente os países importadores.

Política Interna Limita Oferta Externa e Impacta o Mercado Mundial

A retração está ligada à política comercial da China, que prioriza o abastecimento interno em detrimento das exportações. A decisão busca garantir estabilidade doméstica, especialmente em períodos de maior demanda interna.

De acordo com análises recentes da StoneX, as restrições às exportações devem continuar até pelo menos agosto de 2026, o que manterá o mercado internacional pressionado e com preços sustentados.

Principais Destinos dos Fosfatados Chineses em 2025

Durante 2025, países como Bangladesh, Brasil, Etiópia, Vietnã e Tailândia se destacaram entre os principais compradores dos fertilizantes chineses.

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Com menor oferta disponível, essas nações sentiram os impactos de forma mais intensa, enfrentando custos mais altos e maior disputa por volumes limitados. O encarecimento, porém, acabou se estendendo globalmente, afetando também mercados menos dependentes da China.

Brasil Sente Efeitos da Escassez e Busca Alternativas

No Brasil, a alta dos preços dos fosfatados, especialmente do MAP (fosfato monoamônico), dificultou o planejamento de compras ao longo de 2025 e pressionou as margens dos produtores rurais.

A situação estimulou a busca por fertilizantes de menor concentração de fósforo, como o superfosfato simples (SSP), uma opção mais acessível, embora com menor teor de nutriente.

Mesmo representando apenas 3% das importações brasileiras de MAP e DAP, a China segue influenciando o mercado nacional, dada sua relevância na oferta global.

Perspectivas para 2026: Oferta Limitada e Preços Sustentados

Segundo projeções da StoneX, a oferta global de fosfatados deve permanecer restrita em 2026, caso as políticas chinesas não mudem.

Além das limitações impostas por Pequim, o alto custo de matérias-primas como enxofre e amônia também deve contribuir para manter os preços elevados. Com a demanda agrícola aquecida, o cenário indica valores firmes ou em leve alta ao longo do ano.

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Mercado Global Mantém Alerta

A queda nas exportações chinesas de fosfatados em 2025 consolidou um quadro de mercado apertado e preços sustentados, exigindo estratégias mais cuidadosas de compra e logística por parte dos importadores.

Para 2026, a expectativa é de continuidade nas restrições e volatilidade nas cotações, o que deve manter o setor atento às decisões políticas chinesas e à evolução da demanda global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Brasil abre 13 novos mercados para produtos agropecuários e amplia oportunidades de exportação

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O agronegócio brasileiro conquistou novas oportunidades no mercado internacional com a abertura de 13 novos mercados para produtos agropecuários nacionais. A ampliação do acesso comercial foi confirmada pelos Ministérios da Agricultura e Pecuária (Mapa) e das Relações Exteriores (MRE), após a conclusão de negociações sanitárias e fitossanitárias com parceiros estratégicos em diferentes regiões do mundo.

As novas autorizações contemplam países da América do Sul, América Central, África e também a União Econômica Eurasiática (UEE), ampliando a presença dos produtos brasileiros em mercados de elevado potencial de consumo.

Novos destinos ampliam diversidade da pauta exportadora

Entre os países que abriram seus mercados para produtos brasileiros estão Argentina, Bolívia, El Salvador, Equador, Etiópia, Guiana, Honduras, Nicarágua, Nigéria, Paraguai, República Dominicana, Venezuela e a União Econômica Eurasiática, bloco formado por Rússia, Belarus, Cazaquistão, Quirguistão e Armênia.

As autorizações abrangem uma ampla variedade de produtos agropecuários, reforçando a diversificação da pauta exportadora brasileira.

Entre os destaques estão:

  • Material genético bovino para El Salvador e Honduras;
  • Castanha de caju para a União Econômica Eurasiática;
  • Milho pipoca para Equador e República Dominicana;
  • Ovos férteis para a Nigéria;
  • Couro bovino salgado para a Bolívia;
  • Mudas de cana-de-açúcar para Honduras;
  • Sementes de coco para a Guiana;
  • Sementes de mamona para o Paraguai;
  • Sementes de maracujá para a Venezuela;
  • Sementes de pimenta habanero para a Nicarágua;
  • Farinhas, gorduras animais e hemoderivados destinados à alimentação animal para a Etiópia;
  • Sêmen de pacu-caranha para a Argentina.
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União Econômica Eurasiática ganha relevância para o agro brasileiro

Entre as novas aberturas, a autorização para exportação de castanha de caju à União Econômica Eurasiática chama atenção pelo potencial comercial do bloco.

Segundo o governo brasileiro, os países integrantes da UEE importaram mais de US$ 1,4 bilhão em produtos agropecuários brasileiros no último ano. Atualmente, soja, carnes e café estão entre os principais itens exportados para essa região.

A ampliação da pauta comercial fortalece a estratégia de diversificação dos destinos das exportações brasileiras e reduz a dependência de mercados tradicionais.

Agronegócio alcança 639 aberturas de mercado desde 2023

Com os novos anúncios, o agronegócio brasileiro atingiu a marca de 639 aberturas de mercado em 97 destinos internacionais desde o início de 2023, resultado do trabalho conjunto entre o Mapa e o Itamaraty para ampliar a presença dos produtos nacionais no comércio global.

A expectativa é que os produtores e exportadores dos segmentos contemplados iniciem as operações comerciais nos novos mercados nos próximos meses, ampliando receitas, fortalecendo a competitividade do setor e consolidando o Brasil como um dos principais fornecedores mundiais de alimentos, insumos e genética animal.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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