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China Impulsiona Mercado Acionário com Incentivo a Seguradoras

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As bolsas de valores chinesas apresentaram leve alta nesta quinta-feira, impulsionadas pelo setor financeiro, enquanto o mercado de Hong Kong registrou queda. Investidores analisaram as recentes medidas de Pequim para estimular as companhias de seguro a investirem em ações listadas no continente.

Ao final do pregão, o índice de Xangai (SSEC) subiu 0,51%, atingindo 3.230 pontos, e o índice CSI300, composto pelas maiores empresas listadas em Xangai e Shenzhen, avançou 0,18%, chegando a 3.803 pontos. Em contraste, o índice Hang Seng, de Hong Kong, declinou 0,40%, fechando em 19.700 pontos.

Destaque para o desempenho positivo dos setores de seguros, bancos e financeiro, com valorizações de 3,5%, 2,3% e 1,9%, respectivamente.

Na quarta-feira, o governo chinês anunciou novas estratégias para fortalecer o mercado de ações. O plano, divulgado em conjunto por seis órgãos reguladores financeiros, incluindo a Comissão Reguladora de Valores Mobiliários da China (CSRC), determina que grandes seguradoras estatais aumentem o volume e a proporção de seus investimentos em ações chinesas do tipo A, negociadas no continente, e em fundos de ações.

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Wu Qing, presidente da CSRC, declarou nesta quinta-feira que a iniciativa injetará centenas de bilhões de yuans em novo capital proveniente das seguradoras estatais a cada ano. A medida também inclui a orientação para que gestores de fundos mútuos expandam os fundos de ações sob sua administração.

As ações do governo chinês, que ocorrem após a ameaça do então presidente dos Estados Unidos de impor uma tarifa de 10% sobre as importações chinesas, proporcionaram uma melhora temporária no sentimento do mercado. Contudo, as persistentes preocupações relacionadas às possíveis tarifas americanas e às perspectivas de crescimento econômico interno posteriormente atenuaram parte desse otimismo inicial.

Em outros mercados asiáticos, o índice Nikkei, de Tóquio, registrou alta de 0,79%, alcançando 39.958 pontos. Em Seul, o índice KOSPI apresentou desvalorização de 1,24%, fechando em 2.515 pontos. Em Taiwan, o índice TAIEX não operou. Cingapura teve alta de 0,67% no índice STRAITS TIMES, que atingiu 3.806 pontos, enquanto Sydney apresentou queda de 0,61% no índice S&P/ASX 200, que encerrou em 8.378 pontos.

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Fonte: Portal do Agronegócio

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Brasil abre 13 novos mercados para produtos agropecuários e amplia oportunidades de exportação

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O agronegócio brasileiro conquistou novas oportunidades no mercado internacional com a abertura de 13 novos mercados para produtos agropecuários nacionais. A ampliação do acesso comercial foi confirmada pelos Ministérios da Agricultura e Pecuária (Mapa) e das Relações Exteriores (MRE), após a conclusão de negociações sanitárias e fitossanitárias com parceiros estratégicos em diferentes regiões do mundo.

As novas autorizações contemplam países da América do Sul, América Central, África e também a União Econômica Eurasiática (UEE), ampliando a presença dos produtos brasileiros em mercados de elevado potencial de consumo.

Novos destinos ampliam diversidade da pauta exportadora

Entre os países que abriram seus mercados para produtos brasileiros estão Argentina, Bolívia, El Salvador, Equador, Etiópia, Guiana, Honduras, Nicarágua, Nigéria, Paraguai, República Dominicana, Venezuela e a União Econômica Eurasiática, bloco formado por Rússia, Belarus, Cazaquistão, Quirguistão e Armênia.

As autorizações abrangem uma ampla variedade de produtos agropecuários, reforçando a diversificação da pauta exportadora brasileira.

Entre os destaques estão:

  • Material genético bovino para El Salvador e Honduras;
  • Castanha de caju para a União Econômica Eurasiática;
  • Milho pipoca para Equador e República Dominicana;
  • Ovos férteis para a Nigéria;
  • Couro bovino salgado para a Bolívia;
  • Mudas de cana-de-açúcar para Honduras;
  • Sementes de coco para a Guiana;
  • Sementes de mamona para o Paraguai;
  • Sementes de maracujá para a Venezuela;
  • Sementes de pimenta habanero para a Nicarágua;
  • Farinhas, gorduras animais e hemoderivados destinados à alimentação animal para a Etiópia;
  • Sêmen de pacu-caranha para a Argentina.
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União Econômica Eurasiática ganha relevância para o agro brasileiro

Entre as novas aberturas, a autorização para exportação de castanha de caju à União Econômica Eurasiática chama atenção pelo potencial comercial do bloco.

Segundo o governo brasileiro, os países integrantes da UEE importaram mais de US$ 1,4 bilhão em produtos agropecuários brasileiros no último ano. Atualmente, soja, carnes e café estão entre os principais itens exportados para essa região.

A ampliação da pauta comercial fortalece a estratégia de diversificação dos destinos das exportações brasileiras e reduz a dependência de mercados tradicionais.

Agronegócio alcança 639 aberturas de mercado desde 2023

Com os novos anúncios, o agronegócio brasileiro atingiu a marca de 639 aberturas de mercado em 97 destinos internacionais desde o início de 2023, resultado do trabalho conjunto entre o Mapa e o Itamaraty para ampliar a presença dos produtos nacionais no comércio global.

A expectativa é que os produtores e exportadores dos segmentos contemplados iniciem as operações comerciais nos novos mercados nos próximos meses, ampliando receitas, fortalecendo a competitividade do setor e consolidando o Brasil como um dos principais fornecedores mundiais de alimentos, insumos e genética animal.

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Fonte: Portal do Agronegócio

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