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Cerradinho Bioenergia Amplia Suas Operações com a Inauguração de Sua Primeira Fábrica de Açúcar

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A Cerradinho Bioenergia, atuante no setor sucroenergético e conhecida pela produção de etanol e seus coprodutos a partir de matérias-primas renováveis, como cana-de-açúcar e milho, iniciou nesta quinta-feira (11/7) as operações de sua primeira fábrica de açúcar, localizada no complexo industrial de Chapadão do Céu, Goiás. Após a conclusão dos últimos testes e comissionamentos no início de julho, a nova unidade está pronta para começar a produção.

As obras da fábrica começaram em outubro de 2023, e ela possui capacidade para produzir 1.500 toneladas de açúcar VHP (Very High Polarization) por dia, com um investimento inicial de R$ 289 milhões destinado à sua primeira fase.

“Estamos expandindo e diversificando nosso mix de produtos, reforçando nosso compromisso com a competitividade do negócio. Aproveitando o cenário favorável de preços do açúcar, buscamos adicionar versatilidade à nossa operação. Este é um marco na história da Companhia, e já esperamos os primeiros resultados da operação nesta safra”, afirmou Renato Pretti, CEO da Cerradinho Bioenergia.

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Segunda Fase Aprovada

Em maio de 2024, o Conselho de Administração da Companhia aprovou um investimento adicional de R$ 189 milhões para a implantação da segunda fase da fábrica de açúcar VHP. Esta etapa irá aumentar a capacidade de produção em 20 mil sacos de 50 kg do produto por dia, equivalente a 1.000 toneladas diárias. Com a conclusão das duas fases, prevista para a primeira metade da safra 2025/26, a produção anual de açúcar da Cerradinho Bioenergia deverá atingir 540 mil toneladas por safra.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Colheita do café chega a 84% apesar do atraso provocado pelo clima

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A colheita da safra brasileira de café chegou a 84% da produção estimada, mas está atrasada em relação aos anos anteriores. Em igual período de 2025, 94% do volume já havia sido retirado das lavouras. A média dos últimos cinco anos para esta época é de 90%. O avanço foi de seis pontos porcentuais em uma semana, favorecido pelo retorno do tempo seco às principais regiões produtoras.

O atraso está concentrado no café arábica, que representa a maior parte da produção de Minas Gerais. A colheita da variedade alcançou 77%, ante 91% no mesmo período do ano passado e média histórica de 85%.

No caso do canéfora, grupo que reúne conilon e robusta, os trabalhos estão praticamente concluídos. A colheita atingiu 99%, resultado semelhante ao de 2025 e ligeiramente superior à média de 98% dos últimos cinco anos.

Minas Gerais concentra a maior parte da produção brasileira de arábica e deverá colher 33,4 milhões de sacas de 60 quilos em 2026, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O volume representa praticamente metade das 66,7 milhões de sacas previstas para o País.

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A estimativa mineira é 29,8% superior à da temporada anterior. O aumento foi favorecido pelo ciclo de bienalidade positiva dos cafezais e pelas condições climáticas registradas antes da floração e durante a formação dos grãos.

As chuvas fora de época, porém, prejudicaram a retirada do café das lavouras e a secagem nos terreiros. O excesso de umidade também aumentou a queda de frutos no solo, o que pode comprometer a qualidade de parte dos lotes e reduzir a disponibilidade de cafés de melhor bebida.

O problema atingiu principalmente áreas do Sul de Minas, maior região produtora de arábica do País. O tempo seco dos últimos dias permitiu a retomada dos trabalhos, mas não eliminou o atraso acumulado.

A entrada mais lenta do café novo mantém o mercado atento à oferta brasileira. Os estoques certificados na Bolsa de Nova York permanecem baixos, o que aumenta a reação das cotações a qualquer problema climático ou sinal de perda de qualidade.

A Conab estima que o Brasil produza 45,8 milhões de sacas de arábica em 2026, crescimento de 28% sobre o ano anterior. Para o canéfora, a previsão é de 20,9 milhões de sacas, alta de 0,8%.

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Nas próximas semanas, o produtor deverá concentrar esforços na conclusão da colheita e na secagem dos grãos. Em Minas Gerais, a qualidade dos lotes será decisiva para determinar quanto da safra maior conseguirá alcançar os mercados que pagam mais pelo café.

Fonte: Pensar Agro

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