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Cerradinho Bioenergia Amplia Suas Operações com a Inauguração de Sua Primeira Fábrica de Açúcar

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A Cerradinho Bioenergia, atuante no setor sucroenergético e conhecida pela produção de etanol e seus coprodutos a partir de matérias-primas renováveis, como cana-de-açúcar e milho, iniciou nesta quinta-feira (11/7) as operações de sua primeira fábrica de açúcar, localizada no complexo industrial de Chapadão do Céu, Goiás. Após a conclusão dos últimos testes e comissionamentos no início de julho, a nova unidade está pronta para começar a produção.

As obras da fábrica começaram em outubro de 2023, e ela possui capacidade para produzir 1.500 toneladas de açúcar VHP (Very High Polarization) por dia, com um investimento inicial de R$ 289 milhões destinado à sua primeira fase.

“Estamos expandindo e diversificando nosso mix de produtos, reforçando nosso compromisso com a competitividade do negócio. Aproveitando o cenário favorável de preços do açúcar, buscamos adicionar versatilidade à nossa operação. Este é um marco na história da Companhia, e já esperamos os primeiros resultados da operação nesta safra”, afirmou Renato Pretti, CEO da Cerradinho Bioenergia.

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Segunda Fase Aprovada

Em maio de 2024, o Conselho de Administração da Companhia aprovou um investimento adicional de R$ 189 milhões para a implantação da segunda fase da fábrica de açúcar VHP. Esta etapa irá aumentar a capacidade de produção em 20 mil sacos de 50 kg do produto por dia, equivalente a 1.000 toneladas diárias. Com a conclusão das duas fases, prevista para a primeira metade da safra 2025/26, a produção anual de açúcar da Cerradinho Bioenergia deverá atingir 540 mil toneladas por safra.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Biocombustível reduz emissões na Copa Truck e comprova potencial para descarbonizar o transporte pesado

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A utilização de combustíveis renováveis no transporte pesado voltou a demonstrar resultados concretos na redução das emissões de gases de efeito estufa. Nas três primeiras etapas da Copa Truck, o uso exclusivo do biocombustível Be8 BeVant® evitou a emissão de 60,58 toneladas de dióxido de carbono equivalente (CO₂e), reforçando o potencial da tecnologia como alternativa imediata para a descarbonização da logística e do transporte rodoviário.

Os dados foram levantados a pedido da Be8 e calculados com base na metodologia do Programa Brasileiro GHG Protocol, principal referência nacional para inventários de emissões. Os resultados também passaram por validação da Control Union, organização internacional especializada em certificação e verificação de sustentabilidade.

Redução de emissões equivale à captura anual de carbono por mais de 7 mil árvores

De acordo com o estudo, o volume de emissões evitadas nas três etapas da competição corresponde à capacidade média anual de remoção de carbono de aproximadamente 7.425 árvores do bioma Mata Atlântica.

A comparação ilustra o impacto ambiental proporcionado pelo combustível renovável em condições reais de operação, embora não represente compensação ambiental, crédito de carbono ou plantio efetivo de árvores.

Outro dado relevante aponta que as emissões evitadas equivalem ao volume de gases de efeito estufa que seria produzido por um caminhão percorrendo cerca de 57,4 mil quilômetros adicionais utilizando diesel com mistura B15, evidenciando o potencial do biocombustível para reduzir a pegada de carbono no transporte de cargas.

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Biocombustível pode ser utilizado sem adaptação nos motores

Desenvolvido pela Be8, o Be8 BeVant® é um combustível renovável capaz de ser utilizado em motores a diesel sem necessidade de modificações mecânicas ou investimentos adicionais em infraestrutura.

A tecnologia permite o uso do produto em sua forma pura, mantendo o desempenho operacional dos veículos e oferecendo uma redução de até 99% nas emissões de gases de efeito estufa em comparação aos combustíveis fósseis convencionais.

Essa característica amplia as possibilidades de adoção em diferentes segmentos da economia, especialmente em setores que dependem fortemente do transporte rodoviário, como agronegócio, logística, mineração e indústria.

Copa Truck se torna vitrine para a transição energética

A adoção integral do biocombustível na Copa Truck transformou a competição em um importante laboratório de validação tecnológica em condições extremas de desempenho.

Todos os caminhões participantes da categoria passaram a utilizar o combustível renovável, demonstrando sua viabilidade técnica mesmo em situações de alta exigência mecânica e operacional.

A iniciativa reforça a busca do setor de transportes por soluções capazes de reduzir emissões sem comprometer a performance dos motores, um dos principais desafios da transição energética global.

Agronegócio pode ser um dos principais beneficiados

O avanço de tecnologias como o Be8 BeVant® ganha relevância para o agronegócio brasileiro, setor que possui forte dependência do transporte rodoviário para escoamento da produção.

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Com a crescente pressão por práticas sustentáveis e redução da intensidade de carbono nas cadeias produtivas, os biocombustíveis surgem como uma alternativa estratégica para atender às exigências ambientais sem necessidade de grandes investimentos em renovação de frota.

Além de contribuir para metas de descarbonização, a adoção de combustíveis renováveis pode fortalecer a competitividade do agronegócio brasileiro nos mercados internacionais, cada vez mais atentos aos critérios de sustentabilidade.

Biocombustíveis ganham espaço na agenda de baixo carbono

O resultado alcançado na Copa Truck reforça a importância dos biocombustíveis como uma das principais ferramentas para acelerar a transição energética no Brasil.

Enquanto outras tecnologias ainda enfrentam desafios relacionados à infraestrutura, disponibilidade e custos, os combustíveis renováveis apresentam a vantagem de poderem ser incorporados rapidamente às operações já existentes.

A experiência demonstra que a redução das emissões no transporte pesado não depende apenas de soluções futuras, mas pode ser alcançada imediatamente por meio da adoção de tecnologias já disponíveis no mercado, fortalecendo a agenda de sustentabilidade e descarbonização da economia brasileira.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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