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Cercas de qualidade: Um aliado no cultivo de algodão

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O algodão é uma das culturas mais antigas da humanidade e continua desempenhando um papel vital na agricultura moderna. O Brasil, um dos maiores produtores globais, espera colher mais de 3 milhões de toneladas neste ano. Guilherme Vianna, gerente de negócios da Belgo Arames, empresa especializada em produtos de aço, destaca a importância do algodão para a economia e a sociedade. “Esta é uma atividade que oferece benefícios econômicos significativos. O compromisso e a competência dos agricultores têm impulsionado o crescimento constante tanto em volume quanto em qualidade”, observa Vianna.

Além do seu valor econômico, o algodão é uma cultura resiliente, especialmente adequada para regiões semiáridas, onde outras plantações lutam para sobreviver. “O algodão é crucial para a fixação do homem no campo, gerando empregos e renda em áreas rurais. Sua cadeia produtiva complexa e de alto valor agregado estimula o desenvolvimento nessas regiões”, acrescenta Vianna.

O uso de tecnologias avançadas tem sido um fator essencial para o crescimento do setor algodoeiro. Um dos aspectos menos destacados, mas de grande importância, é o investimento em cercas de qualidade para proteger e organizar as plantações. “Cercas bem construídas ajudam a delimitar e organizar os talhões, além de evitar a entrada de animais silvestres ou de pastoreio, que podem prejudicar as colheitas”, explica Vianna.

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A Belgo Arames, referência no setor brasileiro de aço, oferece uma variedade de produtos para atender às necessidades dos agricultores de algodão. A linha Belgo Strada®, por exemplo, é uma cerca pronta com alta durabilidade, graças à camada pesada de zinco, que a torna resistente ao impacto de animais de médio e grande porte. Essa linha é ideal para demarcar áreas de passagem e proteger as plantações.

Outra opção é o arame liso ovalado Belgo Z-700®, recomendado para cercas rurais em terrenos planos ou regulares. Este produto oferece alta resistência ao impacto, suportando até 700 kgf, tornando-o uma escolha confiável para proteger as plantações de algodão. “Investir em cercas de qualidade é um passo importante para manter o crescimento do setor algodoeiro e garantir a segurança das colheitas”, conclui Guilherme Vianna.

À medida que o Brasil solidifica sua posição como um dos líderes mundiais na produção de algodão, os agricultores precisam de soluções inovadoras para superar os desafios do setor. A proteção das plantações por meio de cercas de alta qualidade é uma estratégia fundamental para garantir a sustentabilidade e o sucesso do cultivo de algodão no país.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Colheita do café chega a 84% apesar do atraso provocado pelo clima

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A colheita da safra brasileira de café chegou a 84% da produção estimada, mas está atrasada em relação aos anos anteriores. Em igual período de 2025, 94% do volume já havia sido retirado das lavouras. A média dos últimos cinco anos para esta época é de 90%. O avanço foi de seis pontos porcentuais em uma semana, favorecido pelo retorno do tempo seco às principais regiões produtoras.

O atraso está concentrado no café arábica, que representa a maior parte da produção de Minas Gerais. A colheita da variedade alcançou 77%, ante 91% no mesmo período do ano passado e média histórica de 85%.

No caso do canéfora, grupo que reúne conilon e robusta, os trabalhos estão praticamente concluídos. A colheita atingiu 99%, resultado semelhante ao de 2025 e ligeiramente superior à média de 98% dos últimos cinco anos.

Minas Gerais concentra a maior parte da produção brasileira de arábica e deverá colher 33,4 milhões de sacas de 60 quilos em 2026, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O volume representa praticamente metade das 66,7 milhões de sacas previstas para o País.

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A estimativa mineira é 29,8% superior à da temporada anterior. O aumento foi favorecido pelo ciclo de bienalidade positiva dos cafezais e pelas condições climáticas registradas antes da floração e durante a formação dos grãos.

As chuvas fora de época, porém, prejudicaram a retirada do café das lavouras e a secagem nos terreiros. O excesso de umidade também aumentou a queda de frutos no solo, o que pode comprometer a qualidade de parte dos lotes e reduzir a disponibilidade de cafés de melhor bebida.

O problema atingiu principalmente áreas do Sul de Minas, maior região produtora de arábica do País. O tempo seco dos últimos dias permitiu a retomada dos trabalhos, mas não eliminou o atraso acumulado.

A entrada mais lenta do café novo mantém o mercado atento à oferta brasileira. Os estoques certificados na Bolsa de Nova York permanecem baixos, o que aumenta a reação das cotações a qualquer problema climático ou sinal de perda de qualidade.

A Conab estima que o Brasil produza 45,8 milhões de sacas de arábica em 2026, crescimento de 28% sobre o ano anterior. Para o canéfora, a previsão é de 20,9 milhões de sacas, alta de 0,8%.

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Nas próximas semanas, o produtor deverá concentrar esforços na conclusão da colheita e na secagem dos grãos. Em Minas Gerais, a qualidade dos lotes será decisiva para determinar quanto da safra maior conseguirá alcançar os mercados que pagam mais pelo café.

Fonte: Pensar Agro

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