AGRONEGÓCIO

Casale apresenta seu portfólio de equipamentos para a pecuária na TECNOSHOW COMIGO 2024

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Os avanços tecnológicos são cruciais para promover a agenda sustentável do agronegócio. Liderando esse movimento, a fabricante brasileira, Casale, que celebra 60 anos de trajetória, apresenta seu portfólio de equipamentos e maquinários para a pecuária de corte e leite na feira anual TECNOSHOW COMIGO. O destaque da empresa é o recém-lançamento no mercado brasileiro e internacional: a nova misturadora de ração total vertical autocarregável Vertimix 35 AC. O evento, que se posiciona como vitrine de tecnologias para os produtores rurais, acontece de 8 a 12 de abril no município de Rio Verde, em Goiás.

A Vertimix 35 AC tem 3,5m³ e capacidade de carga média de 1.575 kg, considerando uma dieta de densidade de 450 kg/m³. Sua parte estrutural foi desenvolvida para suportar todos os esforços mecânicos inerentes ao pleno funcionamento da máquina. O projeto contou com análises (elementos finitos – FEA) pelo corpo técnico da Casale, que permitem a simulação do comportamento estrutural em diversas condições, economia de tempo e custos ao antecipar e corrigir as rotas de projeto de forma virtual. Além disso, possibilita a otimização do design ajustando parâmetros para melhorar o desempenho e atender requisitos de segurança e eficiência.

De acordo com Gustavo Bolsoni, especialista de desenvolvimento de produtos na Casale, a precisão de pesagem conta com um sistema independente. “A caçamba é posicionada sobre as células de cargas que são montadas estrategicamente no chassi, garantindo a mínima variação de pesagem durante o desensilamento de material do silo. A homogeneidade dos ingredientes é garantida pelo desempenho da rosca vertical e a geometria da caçamba, combinando o alto desempenho e o baixo consumo de potência, sendo necessário um trator de 60 CV”, explica.

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Ainda de acordo com Bolsoni, o equipamento possui a versatilidade do tipo de descarga, sendo que suas escolhas poderão ser feitas no ato da compra do equipamento, momento no qual o cliente poderá adquirir uma das sete variações de acordo com a necessidade da sua operação. “Dentre as opções, há a possibilidade de escolha do lado da descarga (direito, esquerdo ou ambos), qual tipo de descarga (esteira ou bica de gravidade), ou combinando entre elas, além da opção de articulação da esteira manual ou hidráulica”, garante.

As validações do protótipo e lote pré-série ocorreram de forma estratégica seguindo todo o PDP (Processo de Desenvolvimento de Produto) consolidado há anos na Casale. Essa medida aumenta ainda mais a confiabilidade do equipamento e garante a fidelização dos clientes à marca, o que vai ao encontro de dois valores da empresa: “agir para a satisfação dos clientes” e “trabalhar buscando continuamente a excelência”.

Vitrine do campo

Em sua 21ª participação, a Casale vai ocupar o estande localizado na Quadra 54 no Lote 1 da TECNOSHOW COMIGO 2024. A presença do recente lançamento Vertimix 35 AC na feira tem como objetivo apresentar o produto para o público de maneira dinâmica e tirar dúvidas sobre a moderna tecnologia do equipamento para a pecuária. “Para continuar atendendo às necessidades do mercado e do campo, precisamos promover debates e a TECNOSHOW COMIGO é um palco qualificado para isso. Temos boas expectativas para essa feira”, adianta Letícia Menezes, coordenadora de marketing da Casale.

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Fundada em 1964, a Casale tem se destacado por oferecer soluções inovadoras e eficientes para o mercado agropecuário. Seu portfólio de produtos inclui misturadores de ração total sejam horizontais, verticais, distribuidores de ração e esterco, colhedoras de forragem de área total, além de distribuidor de esterco sólido, tratores, implementos agrícolas e sistemas de irrigação. A empresa é pioneira na fabricação nacional de misturadores de ração desde 1984, responsáveis pelo desenvolvimento da pecuária intensiva no país.

Fonte: Casale

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Agronegócio prioriza eficiência e retorno rápido em meio a juros altos e desaceleração do setor

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Agro adota postura mais conservadora diante de cenário de juros elevados e crédito restrito

O agronegócio brasileiro vive um momento de maior cautela na tomada de decisões de investimento. Em um ambiente marcado por juros elevados, restrição de crédito e maior incerteza econômica, empresas do setor têm priorizado projetos com retorno financeiro mais rápido e previsibilidade de resultados.

A mudança ocorre após um ciclo de forte desempenho em 2025, quando o agro teve papel relevante na expansão da economia. Para 2026, no entanto, a expectativa é de desaceleração, com impacto direto sobre margens e ritmo de investimentos.

Esse novo cenário reforça uma tendência de maior disciplina na alocação de capital, com foco em eficiência operacional e sustentabilidade financeira no longo prazo.

Plano Safra revela retração em linhas de investimento e mudança no perfil do crédito rural

Dados do Plano Safra 2025/2026, divulgados pelo Ministério da Agricultura com base em informações do Banco Central, mostram que o crédito rural mantém crescimento no volume total, mas com forte retração nas linhas de investimento.

Entre os principais recuos estão:

  • Moderfrota: queda de 49%
  • Proirriga: redução de 48%
  • Inovagro: retração de 33%
  • Pronamp: queda de 34%

O movimento indica uma mudança de comportamento no campo: produtores estão priorizando o custeio da operação imediata e adiando decisões relacionadas à modernização e expansão das atividades.

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Na prática, o setor passa por uma reorganização de prioridades, com maior foco na manutenção da liquidez e menor apetite por projetos de longo prazo.

Juros altos e incerteza reduzem apetite por investimentos de longo prazo no agro

Para o economista Alexandre Schwartsman, o ambiente atual combina custo elevado de capital e menor previsibilidade, fatores que influenciam diretamente a estratégia de investimento das empresas.

“Com crédito mais caro e maior incerteza, as empresas passam a priorizar caixa e previsibilidade, reduzindo o apetite por projetos com retorno mais longo”, avalia.

Esse movimento tem levado companhias do agronegócio a revisar portfólios de projetos, elevar critérios de aprovação e reforçar análises de retorno financeiro, especialmente em iniciativas ligadas à expansão e modernização.

Eficiência operacional e tecnologia ganham protagonismo nas decisões do setor

Com maior pressão sobre resultados, cresce a prioridade por projetos voltados à eficiência operacional, redução de custos e ganho de produtividade. A lógica é clara: em um cenário de margens mais apertadas, apenas iniciativas com impacto direto no resultado ganham espaço.

Empresas que atuam na modernização de sistemas e processos, como a MIGNOW, observam aumento na participação de áreas financeiras — especialmente CFOs — na avaliação de investimentos, com foco em previsibilidade e retorno mais rápido.

Segundo o CEO da companhia, Paulo Secco, há uma mudança clara no perfil de aprovação de projetos no setor.

“O que vemos na prática é uma mudança clara de comportamento. Empresas que antes aprovavam projetos com mais flexibilidade hoje exigem retorno muito mais rápido e previsível”, afirma.

De acordo com ele, iniciativas são cada vez mais reavaliadas não pela falta de necessidade, mas pela exigência de maior visibilidade sobre impacto financeiro.

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Automação e controle de riscos se tornam estratégicos no agronegócio moderno

Além da revisão de prioridades, cresce a demanda por maior controle de prazos, custos e execução em projetos de transformação digital e operacional.

A adoção de abordagens mais estruturadas e automatizadas tem sido apontada como fator de redução de riscos e aumento de eficiência. Em projetos de atualização e conversão de sistemas, por exemplo, há casos de automação que chegam a até 97%, contribuindo para menor incidência de falhas e maior previsibilidade de resultados.

Nesse contexto, o agronegócio passa a incorporar práticas mais rigorosas de governança e gestão de projetos, alinhadas ao ambiente de maior pressão financeira.

Eficiência se torna fator central de competitividade no agro

O atual cenário reforça uma mudança estrutural no comportamento do agronegócio brasileiro. Com crédito mais caro e menor espaço para erro, a eficiência operacional, a disciplina financeira e a priorização de investimentos com retorno claro passam a ser determinantes para a competitividade do setor nos próximos ciclos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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