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Casale Apresenta Inovações em Maquinário Pecuário na Coopercitrus Expo

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A Casale, fabricante brasileira que celebra 60 anos de trajetória em 2024, está em evidência na Coopercitrus Expo, que acontece de 22 a 26 de julho na Fundação Coopercitrus Credicitrus, em Bebedouro (SP). A empresa apresenta um portfólio atualizado de máquinas voltadas para a pecuária, com destaque para o sistema de armazenamento Trato Fácil e o misturador de ração Vertimix 35 Autocarregável.

Guilherme Sundfeld, supervisor comercial da Casale, ressalta que os novos equipamentos foram desenvolvidos para enfrentar os desafios de produtividade no setor pecuário. O misturador Vertimix 35AC, por exemplo, aprimora a mistura dos ingredientes da ração e pode contribuir para um aumento de até 10% na produção de leite em alguns casos. “O equipamento é autocarregável, o que não só reduz o tempo de mão de obra, mas também melhora a eficiência geral”, explica Sundfeld.

Outro lançamento significativo é o sistema Trato Fácil, um cocho de autoconsumo fabricado em polipropileno, material que combina leveza e resistência. Este cocho facilita o manejo e a mobilidade entre pastagens, promovendo uma alimentação mais eficiente e dinâmica para os animais.

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“Para atender à crescente demanda de produção, é crucial investir em equipamentos que garantam segurança e qualidade. A Casale, com sua tradição de inovação, continua a oferecer soluções robustas e de alta qualidade para a mistura de ração”, conclui Sundfeld.

Desde sua fundação no interior de São Paulo, a Casale tem sido pioneira em tecnologias para a pecuária brasileira. A empresa introduziu inovações como o primeiro misturador de ração total da América Latina e o primeiro distribuidor de ração a pasto do Brasil, avanços que tiveram um impacto significativo no setor e consolidaram sua posição como referência global em tecnologia pecuária.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Milho no RS entra na reta final da colheita com produtividade acima de 7,4 t/ha

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Mercado Externo

O cenário internacional para o milho segue marcado por volatilidade, com atenção às safras da América do Sul e ao ritmo das exportações dos Estados Unidos. A evolução da colheita no Sul do Brasil, especialmente no Rio Grande do Sul, contribui para a oferta global, ainda que em menor escala frente ao Centro-Oeste. A regularidade climática recente no Estado ajuda a sustentar expectativas positivas de produtividade, fator que pode influenciar o equilíbrio global de oferta.

Mercado Interno

A colheita do milho no Rio Grande do Sul se aproxima da conclusão, atingindo 90% dos 803.019 hectares cultivados na safra 2025/26, conforme a Emater/RS-Ascar. O avanço foi mais lento na última semana devido às chuvas, principalmente na Metade Sul, que elevaram a umidade dos grãos e dificultaram a operação de máquinas.

As áreas restantes correspondem a lavouras implantadas fora da janela ideal, ainda em fases reprodutivas ou de enchimento de grãos. As precipitações recorrentes desde março favoreceram o desenvolvimento dessas áreas, consolidando o potencial produtivo.

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No milho destinado à silagem, a colheita também está praticamente concluída, alcançando 87% da área. No entanto, a umidade elevada tem prejudicado o processo de ensilagem, podendo impactar a qualidade da fermentação.

Preços

Os preços do milho no mercado interno tendem a refletir o avanço da colheita e a qualidade do produto. A elevada umidade dos grãos em algumas regiões pode gerar descontos na comercialização, além de aumentar os custos com secagem. Por outro lado, a produtividade consistente no Estado ajuda a equilibrar a oferta regional.

Indicadores
  • Área cultivada (milho grão): 803.019 hectares
  • Área colhida: 90%
  • Produtividade média: 7.424 kg/ha
Produção estimada: 5,96 milhões de toneladas
  • Milho silagem:
    • Área: 345.299 hectares
    • Colheita: 87%
    • Produtividade média: 37.840 kg/ha
  • Soja (RS):
    • Área cultivada: 6,62 milhões de hectares
    • Colheita: 68%
    • Produtividade média: 2.871 kg/ha
  • Feijão 1ª safra:
    • Área: 23.029 hectares
    • Produtividade média: 1.781 kg/ha
  • Feijão 2ª safra:
    • Área: 11.690 hectares
    • Produtividade média: 1.401 kg/ha
  • Arroz irrigado:
    • Área: 891.908 hectares
    • Colheita: 88%
    • Produtividade média: 8.744 kg/ha
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Análise

A reta final da colheita do milho no Rio Grande do Sul confirma uma safra tecnicamente positiva, sustentada por produtividade acima da média histórica. No entanto, o excesso de chuvas no período final impõe desafios logísticos e pode afetar a qualidade dos grãos, exigindo maior gestão pós-colheita.

O cenário climático também impacta outras culturas relevantes no Estado. A soja avança de forma mais lenta, com grande variabilidade produtiva devido ao regime irregular de chuvas ao longo do ciclo. Já o arroz mantém bom desempenho, enquanto o feijão evidencia forte dependência de irrigação para alcançar melhores rendimentos.

No curto prazo, o produtor gaúcho segue atento às condições climáticas para concluir a colheita e preservar a qualidade da produção, fator determinante para a rentabilidade em um ambiente de margens mais apertadas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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