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Casa Valduga conquista prestígio internacional ao se tornar a primeira vinícola brasileira entre as 100 melhores do mundo

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A Casa Valduga, marca pertencente ao Grupo Famiglia Valduga e detentora da maior cave de espumantes das Américas, fez história ao ser reconhecida como a primeira vinícola brasileira a integrar o seleto grupo das 100 melhores do mundo para visitar, segundo o ranking do World’s Best Vineyards. Este prêmio ressalta a qualidade dos vinhos produzidos pela Casa Valduga e as experiências únicas que oferece aos visitantes, colocando o Brasil em evidência no cenário global de enoturismo e reafirmando a excelência de seus produtos como uma das principais marcas do setor na América do Sul.

A seleção das vinícolas premiadas foi realizada pela Voting Academy, que conta com mais de 500 especialistas em vinho, sommeliers e profissionais de turismo. A Casa Valduga apresenta um portfólio diversificado, com rótulos icônicos como Casa Valduga Villa-Lobos, Casa Valduga Gran Raízes, Casa Valduga Gran Chardonnay D.O., Casa Valduga Storia e o renomado espumante Casa Valduga 130 Blanc de Blanc. A conquista no World’s Best Vineyards eleva a vinicultura brasileira a um novo patamar.

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“Estamos fazendo história. Somos a primeira vinícola do Brasil a estar entre as 100 melhores do mundo. Nossa marca representa imigração, tradição, legado e inovação. Desde que seis gerações antes de mim chegaram ao Sul do Brasil, nossa missão sempre foi nutrir laços familiares e comunitários, construindo uma herança através do cultivo das uvas e da produção de vinhos. Ao longo dos anos, a Casa Valduga cresceu de forma orgânica no mercado, sempre buscando qualidade e aperfeiçoamento contínuo, trajetória que nos trouxe até aqui”, declarou Eduardo Valduga, enólogo e superintendente do Grupo.

Pioneira na década de 90, a Casa Valduga inaugurou um complexo vitivinícola no Brasil, combinando vinhos de excelência com experiências completas de enoturismo, que incluem degustações, pousadas com 32 acomodações, gastronomia e outros serviços de bem-estar.

O Grupo Famiglia Valduga traçou metas ambiciosas para os próximos anos, com o objetivo de se tornar a marca brasileira mais relevante na cultura sul-americana relacionada à produção e experiência do enoturismo. “Essa meta nos impulsiona a inovar constantemente e a buscar a excelência em cada um de nossos produtos e serviços. Nosso empenho é ser significativo não apenas para o mundo, mas para cada pessoa que participar da jornada da Famiglia Valduga, fazendo com que todos se sintam valorizados e essenciais em nossa história”, concluiu Eduardo.

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O ranking do World’s Best Vineyards também incluiu destinos renomados de países como Espanha, Chile, França, Estados Unidos, Portugal e África do Sul, destacando a relevância da Casa Valduga nesse contexto competitivo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de algodão do Brasil batem recorde em junho com embarques de 217 mil toneladas

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As exportações brasileiras de algodão registraram desempenho histórico em junho de 2026, alcançando o maior volume já embarcado para o mês. Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), o Brasil exportou 217 mil toneladas da fibra, avanço de 63,4% em relação a junho de 2025.

Em receita, os embarques movimentaram US$ 350,6 milhões, crescimento de 64,1% na comparação anual, reforçando a competitividade do algodão brasileiro e a expansão da presença nacional em mercados estratégicos.

De acordo com a Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea), o resultado confirma o ritmo elevado das vendas externas e fortalece a posição do Brasil como um dos principais fornecedores globais da fibra.

Algodão brasileiro encerra safra 2025/26 com desempenho histórico

O recorde registrado em junho encerra um ciclo comercial marcado por forte desempenho exportador. A temporada 2025/26, considerada pelo setor entre julho de 2025 e junho de 2026, apresentou volumes expressivos mesmo diante de um início de safra mais lento.

Segundo a Anea, o Brasil registrou recordes mensais de exportação em sete dos 12 meses da temporada, incluindo:

  • outubro;
  • novembro;
  • dezembro;
  • março;
  • abril;
  • maio;
  • junho.

Para o presidente da entidade, Dawid Wajs, o resultado demonstra a capacidade do país em manter a regularidade dos embarques e ampliar sua participação internacional.

“Apesar de um início de safra mais lento, o Brasil conseguiu manter volumes elevados ao longo do período e registrar recordes mensais de exportação em diversos meses”, destaca.

Ásia concentra principais compradores do algodão brasileiro

Os mercados asiáticos continuam como principais destinos da fibra nacional. Em junho, Bangladesh, Turquia, Paquistão e Vietnã responderam juntos por 71,1% dos embarques brasileiros.

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A distribuição das exportações no mês ficou concentrada nos seguintes países:

  • Bangladesh: 21,7% das compras;
  • Turquia: 17,7%;
  • Paquistão: 17,4%;
  • Vietnã: 14,3%;
  • Indonésia: 7,6%;
  • China: 6,3%;
  • Índia: 6,3%.

Também participaram da pauta compradores como Malásia, Egito, Coreia do Sul, Tailândia, Maurício e Japão.

Bangladesh e Turquia ampliam participação no algodão brasileiro

Segundo a Anea, alguns mercados apresentaram crescimento histórico durante a temporada.

Bangladesh alcançou o maior volume já importado do algodão brasileiro, consolidando-se como principal destino da fibra em junho. A Turquia também registrou avanço significativo e manteve trajetória de crescimento nas compras brasileiras.

Outro destaque foi a Índia, que mais que dobrou o maior volume histórico adquirido anteriormente, reforçando sua importância estratégica para o setor exportador.

“A Índia teve um desempenho muito expressivo, mais do que dobrando o maior volume que já havia importado do algodão brasileiro”, afirma Dawid Wajs.

Brasil amplia presença no mercado global de algodão

Com o desempenho de junho, o algodão representou 0,97% das exportações totais brasileiras no mês, ocupando a 17ª posição entre os principais produtos exportados pelo país.

Dentro do agronegócio, a fibra respondeu por 4,31% das vendas externas do setor, ficando na terceira colocação entre os produtos agropecuários mais exportados no período.

O resultado reforça o papel estratégico do algodão brasileiro na geração de divisas e na consolidação do país como fornecedor confiável para a indústria têxtil mundial.

China mantém posição estratégica para o algodão brasileiro

Embora a China não tenha registrado recorde de compras na temporada, o mercado permaneceu relevante para o Brasil.

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Segundo a Anea, o volume exportado ao país asiático foi o segundo maior da série histórica, mantendo a presença brasileira em um dos maiores consumidores mundiais da fibra.

A Indonésia também manteve estabilidade nos volumes importados, enquanto Egito, Malásia e Coreia do Sul permaneceram como compradores tradicionais.

O Vietnã apresentou redução em relação a períodos anteriores, mas ainda manteve volumes considerados elevados pelo setor.

Diversificação logística fortalece exportações de algodão

Além do crescimento da demanda internacional, o setor destaca a evolução da infraestrutura logística para o escoamento da fibra brasileira.

O Porto de Santos continua como principal rota de exportação do algodão nacional, mas outros terminais vêm ampliando participação, especialmente o Porto de Salvador, que ganhou relevância nos últimos anos.

Também tiveram participação no embarque da fibra os portos de:

  • São Francisco do Sul;
  • Paranaguá;
  • Itaguaí;
  • Itajaí;
  • Rio de Janeiro.

Segundo a Anea, a diversificação das rotas contribui para maior eficiência logística e reduz a dependência de um único corredor de exportação.

Algodão brasileiro ganha competitividade no comércio internacional

O recorde de exportações em junho reforça a evolução da cadeia produtiva do algodão no Brasil, marcada pelo aumento da produtividade, qualidade da fibra e ampliação dos mercados compradores.

Com maior presença na Ásia e no Oriente Médio, o país consolida sua posição entre os principais exportadores mundiais e demonstra capacidade de atender à demanda internacional com regularidade e escala.

O cenário positivo para os embarques também fortalece produtores, tradings, cooperativas e toda a cadeia ligada à cotonicultura brasileira.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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