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Caltec amplia linha Oxiflux com ferticorretivo enriquecido com Zinco e Boro

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Os ferticorretivos refinados à base de cálcio e magnésio vêm se consolidando no mercado agrícola devido à sua alta eficiência na disponibilização de nutrientes essenciais, garantindo absorção otimizada e distribuição uniforme. Atenta às demandas do setor, a Caltec anuncia a ampliação da linha Oxiflux com um novo produto, que além dos tradicionais óxidos de Cálcio (CaO) e Magnésio (MgO) enriquecidos com Enxofre (S), agora conta também com Zinco (Zn) e Boro (B). Essa formulação diferenciada amplia as opções disponíveis para os produtores e oferece uma solução ainda mais completa para a nutrição e correção do solo.

Os novos micronutrientes desempenham papéis essenciais no metabolismo vegetal. O Boro é fundamental para a estrutura e funcionamento celular, fortalecendo as paredes celulares e contribuindo para o desenvolvimento de flores e frutos. Já o Zinco está diretamente envolvido na síntese de proteínas, produção de energia e regulação hormonal, além de atuar como cofator enzimático em diversos processos bioquímicos.

O pré-lançamento do novo Oxiflux ocorre durante a Coplacampo 2025, evento que acontece entre os dias 24 e 28 de fevereiro, em Piracicaba (SP). “A ampliação da linha Oxiflux reforça nosso compromisso em oferecer soluções inovadoras e eficientes para os produtores. Este novo produto agrega valor ao nosso portfólio ao fornecer micronutrientes essenciais, garantindo uma nutrição mais completa. Sua formulação equilibrada permite aplicação em todas as culturas, sendo especialmente benéfica para a cana-de-açúcar, que exige reposição eficiente de nutrientes para manter alta produtividade nos cortes subsequentes”, afirma Eulino Silveira, gerente comercial da Caltec.

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Nutrição aprimorada para a cana-de-açúcar

Para a cana-soca, o novo Oxiflux com Zn e B proporciona nutrição otimizada, favorecendo aspectos fundamentais do desenvolvimento da planta. A adição desses micronutrientes estimula uma brotação vigorosa e maior perfilhamento, garantindo a rápida recuperação dos colmos após o corte. O Boro fortalece a estrutura da planta, reduzindo a incidência de tombamento, enquanto o Zinco favorece a síntese de enzimas antioxidantes, contribuindo para a resistência ao estresse climático. Além disso, a combinação desses nutrientes melhora o aproveitamento da água, promovendo uma absorção mais eficiente e fortalecendo o sistema radicular, fatores que maximizam a produtividade da lavoura.

“Com uma nutrição equilibrada e completa, os produtores garantem maior rentabilidade, otimizando o uso de fertilizantes e ampliando o retorno sobre o investimento”, reforça Silveira. Outro diferencial do produto está na sua composição com óxidos refinados, que garantem excelente aplicabilidade no campo, independentemente do equipamento utilizado. Essa característica reduz perdas por deriva e facilita a transposição da palhada, garantindo melhor aproveitamento dos nutrientes.

Portfólio estruturado e inovação no setor

Com quase 80 anos de tradição, a Caltec iniciou 2025 com a unificação de suas marcas Fertimacro e Agrolitá, consolidando sua atuação no mercado agrícola brasileiro. O portfólio da empresa agora é estruturado em três principais linhas de produtos:

Oxiflux: composta por óxidos refinados de baixa deriva, que transpõem a palhada com facilidade e contam com a tecnologia Oxipro, garantindo alta reatividade e melhor disponibilidade de nutrientes, além da tecnologia Mg+, que assegura teores de magnésio 100% assimiláveis pelas plantas.

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Agrolitá: desenvolvida para regiões que demandam maior versatilidade na aplicação de insumos, com granulometria exclusiva que permite aplicação manual ou mecanizada com segurança, mesmo em locais sujeitos a fortes ventos.

Fertimacro: ferticorretivo granulado completo com NPK, contendo óxidos que, mesmo após a granulação, mantêm-se reativos no solo, otimizando a disponibilização dos nutrientes.

A Caltec se destaca no desenvolvimento de tecnologias avançadas para fertilização e correção do solo, aliando controle da acidez à reposição e fornecimento de nutrientes essenciais em um único produto. Essa abordagem melhora a produtividade, aumenta a eficiência operacional e promove a conservação do solo, atendendo às necessidades específicas de cada cultura.

Lançamento na Coplacampo 2025

A novidade será oficialmente apresentada na 11ª edição da Coplacampo, uma das feiras mais importantes do agronegócio brasileiro. O evento reunirá as principais empresas do setor entre os dias 24 e 28 de fevereiro, em Piracicaba (SP), proporcionando aos produtores acesso a inovações em máquinas, insumos e tecnologias.

No estande da Caltec, os visitantes poderão conferir de perto o novo Oxiflux, com amostras físicas, materiais informativos e vídeos explicativos sobre seus benefícios. Além disso, toda a linha de ferticorretivos da empresa estará em exposição. Os produtos foram aplicados no preparo dos campos demonstrativos do evento, permitindo que os visitantes observem, na prática, os resultados na lavoura.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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China confirma foco de aftosa e abates na Rússia elevam alerta no mercado

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A confirmação de um foco de febre aftosa na China, somada ao abate de dezenas de milhares de bovinos na Rússia, colocou o mercado global de carne em estado de atenção. O cenário mistura fato sanitário confirmado com dúvidas sobre a real dimensão de problemas no rebanho russo, combinação que já começa a repercutir no comércio internacional.

O governo chinês confirmou casos da doença na região noroeste do país, próxima à fronteira russa, e classificou a cepa como altamente contagiosa. A resposta seguiu o protocolo sanitário: abate dos animais infectados, desinfecção das áreas e reforço no controle de fronteiras, incluindo restrições ao trânsito de gado.

Do lado russo, não há confirmação oficial de febre aftosa. As autoridades atribuem os casos a doenças como pasteurelose, mas o volume de medidas adotadas chama a atenção. Desde fevereiro, mais de 90 mil bovinos foram abatidos em diferentes regiões, com concentração na Sibéria. O número elevado e as restrições impostas em áreas rurais ampliam a desconfiança do mercado sobre a real natureza do problema.

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A reação já começa a aparecer no comércio. Países da região adotaram restrições à carne russa, movimento típico em situações de risco sanitário. O episódio ganha peso adicional porque a Rússia foi reconhecida recentemente pela Organização Mundial de Saúde Animal como área livre de febre aftosa — condição essencial para manter exportações.

Para o mercado global, a combinação de foco confirmado na China e incerteza na Rússia eleva o risco de volatilidade nos preços e de redirecionamento de fluxos comerciais. Em situações desse tipo, importadores tendem a buscar fornecedores com maior previsibilidade sanitária.

É nesse ponto que o Brasil entra no radar. O país produz cerca de 10 milhões de toneladas de carne bovina por ano, é o 2º maior produtor mundial — atrás apenas dos Estados Unidos — e o maior exportador global, com embarques superiores a 3 milhões de toneladas anuais, principalmente para China, Estados Unidos e países do Oriente Médio. Sem registro de febre aftosa desde 2006, o país sustenta o acesso aos mercados com base em vigilância sanitária, rastreabilidade e controle de fronteiras

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No campo sanitário, mantém um histórico favorável: O último foco de febre aftosa no Brasil foi registrado em 2006, no Mato Grosso do Sul, e desde então o país avançou no controle da doença, com reconhecimento internacional de áreas livres e, mais recentemente, a retirada gradual da vacinação em alguns estados. Nesse contexto, episódios sanitários em concorrentes tendem a abrir espaço comercial, mas também aumentam a responsabilidade sobre vigilância, rastreabilidade e controle de fronteiras para preservar o acesso aos mercados.

Para o produtor brasileiro o impacto é direto. Qualquer instabilidade sanitária global influencia preço, demanda e fluxo de exportação. Para o produtor brasileiro, o momento exige atenção ao mercado internacional e reforça um ponto conhecido: sanidade animal continua sendo um dos principais ativos de competitividade do país.

Fonte: Pensar Agro

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