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Café Impulsiona Geração de Empregos em Minas Gerais

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De acordo com levantamento realizado pelo Sebrae Minas, o cultivo de café despontou como a atividade econômica de maior destaque na geração de empregos em abril. Minas Gerais, ocupando a 2ª posição em saldo de novos postos de trabalho pelas Micro e Pequenas Empresas (MPEs), registrou um total de 16.628 novas vagas, representando 64,8% do saldo total para o estado.

Setores em Evidência

Os setores de Serviços, Construção Civil e Indústria da Transformação foram os principais responsáveis por impulsionar a geração de empregos no período, totalizando um saldo de novas vagas de 9.412, 3.034 e 1.649, respectivamente. O setor da Construção Civil registrou o maior crescimento, enquanto a Agropecuária apresentou uma diminuição significativa.

Destaque para o Cultivo de Café

Entre as atividades econômicas específicas, o cultivo de café se destacou com um saldo positivo de 1.749 vagas, seguido por serviços de escritório e apoio administrativo e construção de rodovias e ferrovias.

Perfil dos Empregados

O perfil mais comum dos novos contratados foi de homens na faixa etária de 18 a 24 anos, com ensino médio completo, enquanto os desligamentos foram predominantemente do mesmo grupo demográfico. As ocupações com melhor saldo de empregos foram servente de obras, motorista de caminhão e trabalhador da cultura de café.

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Inteligência Sebrae

O Inteligência Sebrae, um observatório de dados, estudos e pesquisas sobre pequenos negócios, oferece informações relevantes para gestores públicos, líderes empresariais e demais interessados no desenvolvimento econômico e social dos territórios, incluindo a dinâmica dos pequenos negócios. O site disponibiliza conteúdos em nível nacional, estadual, regional e municipal para embasar a tomada de decisões.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Milho no RS entra na reta final da colheita com produtividade acima de 7,4 t/ha

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Mercado Externo

O cenário internacional para o milho segue marcado por volatilidade, com atenção às safras da América do Sul e ao ritmo das exportações dos Estados Unidos. A evolução da colheita no Sul do Brasil, especialmente no Rio Grande do Sul, contribui para a oferta global, ainda que em menor escala frente ao Centro-Oeste. A regularidade climática recente no Estado ajuda a sustentar expectativas positivas de produtividade, fator que pode influenciar o equilíbrio global de oferta.

Mercado Interno

A colheita do milho no Rio Grande do Sul se aproxima da conclusão, atingindo 90% dos 803.019 hectares cultivados na safra 2025/26, conforme a Emater/RS-Ascar. O avanço foi mais lento na última semana devido às chuvas, principalmente na Metade Sul, que elevaram a umidade dos grãos e dificultaram a operação de máquinas.

As áreas restantes correspondem a lavouras implantadas fora da janela ideal, ainda em fases reprodutivas ou de enchimento de grãos. As precipitações recorrentes desde março favoreceram o desenvolvimento dessas áreas, consolidando o potencial produtivo.

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No milho destinado à silagem, a colheita também está praticamente concluída, alcançando 87% da área. No entanto, a umidade elevada tem prejudicado o processo de ensilagem, podendo impactar a qualidade da fermentação.

Preços

Os preços do milho no mercado interno tendem a refletir o avanço da colheita e a qualidade do produto. A elevada umidade dos grãos em algumas regiões pode gerar descontos na comercialização, além de aumentar os custos com secagem. Por outro lado, a produtividade consistente no Estado ajuda a equilibrar a oferta regional.

Indicadores
  • Área cultivada (milho grão): 803.019 hectares
  • Área colhida: 90%
  • Produtividade média: 7.424 kg/ha
Produção estimada: 5,96 milhões de toneladas
  • Milho silagem:
    • Área: 345.299 hectares
    • Colheita: 87%
    • Produtividade média: 37.840 kg/ha
  • Soja (RS):
    • Área cultivada: 6,62 milhões de hectares
    • Colheita: 68%
    • Produtividade média: 2.871 kg/ha
  • Feijão 1ª safra:
    • Área: 23.029 hectares
    • Produtividade média: 1.781 kg/ha
  • Feijão 2ª safra:
    • Área: 11.690 hectares
    • Produtividade média: 1.401 kg/ha
  • Arroz irrigado:
    • Área: 891.908 hectares
    • Colheita: 88%
    • Produtividade média: 8.744 kg/ha
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Análise

A reta final da colheita do milho no Rio Grande do Sul confirma uma safra tecnicamente positiva, sustentada por produtividade acima da média histórica. No entanto, o excesso de chuvas no período final impõe desafios logísticos e pode afetar a qualidade dos grãos, exigindo maior gestão pós-colheita.

O cenário climático também impacta outras culturas relevantes no Estado. A soja avança de forma mais lenta, com grande variabilidade produtiva devido ao regime irregular de chuvas ao longo do ciclo. Já o arroz mantém bom desempenho, enquanto o feijão evidencia forte dependência de irrigação para alcançar melhores rendimentos.

No curto prazo, o produtor gaúcho segue atento às condições climáticas para concluir a colheita e preservar a qualidade da produção, fator determinante para a rentabilidade em um ambiente de margens mais apertadas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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