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Café arábica em ascensão enquanto robusta mantém estabilidade em Londres

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O mercado futuro do café arábica iniciou as negociações desta terça-feira (9) em alta técnica para os principais contratos na Bolsa de Nova York (ICE Future US). Sem mudanças nos fundamentos, os olhares permanecem atentos aos estoques, às principais origens produtoras e ao consumo global.

Oscilações Esperadas

“Todo esse cenário continuará resultando em fortes oscilações nos preços do café”, destacou a última análise do Escritório Carvalhaes. Os produtores brasileiros seguem realizando negócios conforme necessário para manter o fluxo de caixa, uma estratégia apoiada por analistas que, segundo eles, contribui para sustentar os preços.

Por volta das 08h31 (horário de Brasília), os contratos para julho/24 registraram alta de 60 pontos, sendo negociados a 210,05 cents/lbp, enquanto os contratos para setembro/24 apresentaram valorização de 90 pontos, atingindo 209,35 cents/lbp. Os contratos para dezembro/24 subiram 105 pontos, cotados a 208,65 cents/lbp, e os contratos para março/24 também tiveram uma valorização de 105 pontos, alcançando 208,60 cents/lbp.

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Estabilidade em Londres

Na Bolsa de Londres, o café do tipo robusta abriu com estabilidade. Os contratos para julho/24 registraram queda de US$ 4 por tonelada, sendo negociados a US$ 3679, enquanto os contratos para setembro/24 apresentaram baixa de US$ 2 por tonelada, atingindo US$ 3593. Por outro lado, os contratos para novembro/24 registraram alta de US$ 3 por tonelada, cotados a US$ 3499, e os contratos para janeiro/25 tiveram queda de US$ 6 por tonelada, valendo US$ 3395.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Estado decreta emergência por risco de seca severa até o fim do ano

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O governo do Acre decretou situação de emergência em todo o Estado em razão do risco de seca severa e da possibilidade de desabastecimento hídrico nos próximos meses. O Decreto nº 11.932, tem validade de 180 dias e autoriza a adoção de medidas emergenciais para minimizar os efeitos da estiagem em todo o estado.

A decisão foi baseada em estudos climáticos que apontam para o fortalecimento do fenômeno El Niño no segundo semestre de 2026. Segundo o governo, a previsão é de redução das chuvas, temperaturas acima da média e agravamento da seca entre agosto e novembro, período em que o Acre já registra baixos índices de precipitação.

De acordo com o decreto, o cenário pode provocar queda significativa no nível dos rios, escassez de água potável, dificuldades na navegação, isolamento de comunidades e prejuízos à agricultura, pecuária e pesca. O governo também alerta para o aumento do risco de queimadas e incêndios florestais durante o período.

A medida destaca ainda os impactos sobre povos indígenas, ribeirinhos e moradores da zona rural. As 36 terras indígenas, que abrigam 246 aldeias e 16 povos, podem enfrentar isolamento, dificuldades no abastecimento de alimentos e medicamentos, perdas na produção de subsistência e agravamento da insegurança alimentar. O decreto também cita a possibilidade de interrupção do transporte escolar em comunidades acessíveis apenas por via fluvial.

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Com a publicação do decreto, a Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil ficará responsável por coordenar as ações de enfrentamento, em conjunto com órgãos estaduais, federais e prefeituras. Caberá ao órgão monitorar os níveis dos rios, as condições meteorológicas e os focos de calor, além de apoiar os municípios na elaboração de planos de contingência.

O governo também autorizou a realização de despesas emergenciais, como contratação de serviços, aquisição de insumos, instalação de abrigos e distribuição de água por carros-pipa nas localidades mais afetadas. As ações terão prioridade para comunidades indígenas, ribeirinhas e rurais, além de escolas e unidades de saúde.

Durante a vigência do decreto, também serão reforçadas as ações de prevenção e combate às queimadas, bem como campanhas de conscientização sobre o uso racional da água e os cuidados com a saúde em períodos de calor intenso e baixa umidade. O texto ainda autoriza agentes da Defesa Civil, em situações de risco iminente, a ingressar em imóveis para prestar socorro, determinar evacuações e requisitar temporariamente propriedades particulares, quando necessário, com garantia de indenização em caso de danos.

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Com validade de seis meses, o decreto busca agilizar a mobilização de recursos e a adoção de medidas administrativas para reduzir os impactos da estiagem e garantir assistência às populações mais vulneráveis.

Fonte: Pensar Agro

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