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Bronquite Infecciosa Aviária: Desafios e Soluções são Destaques no PSA Latam 2024

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A bronquite infecciosa aviária, uma doença viral que provoca sérios prejuízos à indústria avícola, foi tema central de apresentação durante a Conferência Científica Latino-Americana da Poultry Science Association (PSA Latam) 2024, realizada em Foz do Iguaçu (PR). O assistente técnico de Avicultura da Phibro, Eduardo Rother, apresentou o estudo intitulado “Podemos utilizar a técnica ELISA para suportar o diagnóstico de infecções causadas pelo Vírus da Bronquite Infecciosa da linhagem GI-23?”.

Rother destacou o caráter agudo da bronquite infecciosa, que afeta principalmente frangos de corte, causando não apenas mortalidade, mas também significativas perdas econômicas decorrentes de condenações no abate e aumento nos custos de tratamento. “É uma doença que tem impactado intensamente o setor nos últimos anos”, enfatizou.

José Dias, gerente de Produtos e Serviços Técnicos da Phibro América do Sul, complementou a apresentação, ressaltando a relevância do trabalho para a compreensão das infecções causadas pela linhagem GI-23 do vírus. “Com esta pesquisa, obtivemos informações essenciais para o diagnóstico sorológico, o que nos permite compreender melhor os desafios impostos por essa linhagem do vírus da bronquite infecciosa”, explicou Dias.

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A Phibro reforça seu compromisso com a avicultura e o desenvolvimento de soluções científicas, como evidenciado pela constante participação em eventos globais. “Nossa participação no PSA Latam demonstra o pilar técnico-científico da empresa, cuja missão é contribuir para o avanço da avicultura por meio da produção e compartilhamento de conhecimento científico”, concluiu Dias.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Belterra Agroflorestas capta investimento inédito e acelera expansão de modelo agroflorestal com foco em cacau e carbono

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A Belterra Agroflorestas entrou em uma nova fase de expansão após seis anos de estruturação técnica, operacional e financeira. A companhia avança agora para um modelo de crescimento escalável, sustentado por uma rodada de investimento inédita no segmento de agroflorestas verticalizadas e pela consolidação de uma estrutura de governança mais robusta.

O movimento marca a transição da empresa para um estágio de consolidação de sua plataforma agroflorestal, com foco na ampliação da produção sustentável, principalmente de cacau, e na geração de créditos de carbono.

Rodada de investimento reforça expansão e governança da empresa

A nova etapa inclui a entrada de investidores como Bold.t, Rise, Ecosia e MOV Investimentos, fortalecendo a base de capital da companhia e ampliando sua capacidade de execução.

A operação prevê até R$ 75 milhões nesta rodada inicial de equity, parte de um plano mais amplo que deve movimentar cerca de R$ 340 milhões ao longo dos próximos anos para a conversão de pastagens degradadas em Sistemas Agroflorestais (SAFs).

A Belterra atua atualmente em aproximadamente 2,5 mil hectares de SAFs contratados, distribuídos entre os biomas da Amazônia e da Mata Atlântica, com operações nos estados do Pará, Mato Grosso, Rondônia e Bahia, além de sede administrativa em Curitiba (PR).

Segundo a empresa, o aporte representa o primeiro investimento de equity em uma operação agroflorestal verticalizada, sinalizando maior maturidade do modelo no mercado de impacto e sustentabilidade.

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Governança e estrutura financeira são fortalecidas

Como parte da nova fase, a empresa também implementou melhorias em sua governança corporativa, incluindo a criação de um conselho e a adoção de estruturas mais sólidas de gestão e tomada de decisão.

O objetivo é sustentar o crescimento com maior previsibilidade operacional e disciplina na alocação de capital, alinhando expansão produtiva e retorno de longo prazo.

De acordo com Marcelo Peretti, o momento representa a consolidação de um ciclo de desenvolvimento do modelo agroflorestal.

Cacau lidera estratégia de expansão produtiva

A estratégia de crescimento da empresa tem o cacau como principal vetor econômico. A projeção é atingir uma produção anual de 37,5 mil toneladas até 2035.

Para sustentar essa expansão, a companhia investe na ampliação de infraestrutura agrícola, incluindo a implantação de um novo viveiro com capacidade de produção de 2 milhões de mudas por ano. Com os viveiros já existentes, a capacidade total deve alcançar 3 milhões de mudas anuais até 2028.

A expansão também deve impactar diretamente o mercado de trabalho, com estimativa de criação de 1.500 empregos diretos e mais de 1.000 indiretos ao longo da cadeia produtiva.

Modelo agroflorestal ganha escala com foco em sustentabilidade

A Belterra se posiciona como uma plataforma agroflorestal baseada em Sistemas Agroflorestais (SAFs), integrando produção agrícola, regeneração ambiental e geração de créditos de carbono.

No pilar ambiental, a empresa projeta capturar cerca de 500 mil toneladas de carbono até 2030, considerando as áreas em implantação. Em um horizonte de 30 anos, a estimativa total chega a 4,5 milhões de toneladas de carbono capturado.

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O modelo busca ampliar a resiliência produtiva por meio da diversificação de espécies, proteção do solo, melhoria da retenção hídrica e redução de riscos climáticos.

Parcerias estratégicas fortalecem estrutura de crescimento

A nova fase de expansão conta com apoio de parceiros ao longo da cadeia de valor. A Vale Carbono e o Fundo Vale atuam na estruturação de mecanismos de blended finance e contratos de carbono.

A Cargill apoia a estratégia comercial por meio de contratos de aquisição de cacau de longo prazo, enquanto a Amazon contribui com iniciativas de carbono e apoio a pequenos produtores.

Na estruturação financeira, a Verdeau atuou como assessoria da rodada de investimento, e o Campos Vieira Advogados prestou suporte jurídico à operação.

Agrofloresta integra produção, clima e mercado global

A empresa destaca que o modelo agroflorestal responde a uma demanda crescente por sistemas produtivos mais resilientes, capazes de integrar produtividade agrícola, sustentabilidade ambiental e mitigação de riscos climáticos.

Com a consolidação de sua estrutura operacional e financeira, a Belterra avança na construção de uma plataforma escalável de agroflorestas, combinando geração de valor econômico e impacto socioambiental.

Nos próximos meses, a companhia deve anunciar novos desdobramentos de sua estratégia de expansão no Brasil e no mercado global de produção sustentável.

Fonte: Portal do Agronegócio

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