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BRI anuncia novos produtos para saúde intestinal animal em evento de lançamento no Brasil

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A renomada BioResource International Inc. (BRI) revelará sua mais recente linha de produtos e aditivos, Xylamax® e EnzaPro®, em um evento de lançamento a ser realizado em Cascavel, PR, no próximo dia 5 de dezembro. Especializada no desenvolvimento de aditivos de última geração para rações destinadas à produção de aves, suínos e aquicultura, a BRI, sediada na Carolina do Norte, EUA, expandiu seus negócios para o Brasil em julho deste ano.

A iniciativa visa estreitar relações com nutricionistas, sanitaristas e profissionais do setor, proporcionando uma oportunidade única para conhecerem de perto esses avanços na nutrição animal. Com um histórico de 24 anos em pesquisa, a BRI tem sido pioneira no desenvolvimento de enzimas especiais para rações, marcando presença como líder global nesse segmento.

Os produtos em destaque, Xylamax® e EnzaPro®, prometem revolucionar o mercado de produção e nutrição. A enzima Xylamax® oferece maior digestibilidade na alimentação animal, estabelecendo novos padrões de eficiência e desempenho. Já o EnzaPro® atua na melhoria da saúde intestinal de aves e suínos, otimizando a eficiência da mucosa intestinal com ingredientes naturais. Isso resulta na redução da proliferação de bactérias patogênicas e no reforço da imunidade, proporcionando maior crescimento e desempenho geral.

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Os produtos da BRI são concebidos, desenvolvidos e testados nos Estados Unidos sob condições científicas rigorosas, garantindo consistência em qualidade e segurança. Sandra Rodrigues, diretora de serviços técnicos da BRI na América Latina, destaca o compromisso da empresa com os produtores, enfatizando que a ciência está no centro do progresso da BRI.

A BRI, que mantém uma sólida rede de distribuição global, visualiza o evento como uma oportunidade para estabelecer novas parcerias e consolidar ainda mais sua base científica no Brasil. Vanice Waldige, diretora comercial da BRI na América Latina e México, destaca a importância de conectar produtores, produtos e a própria BRI, ressaltando a escolha estratégica da região oeste do Paraná, um polo referencial na produção de aves.

O evento, intitulado “A Conexão entre a Nutrição e a Saúde Intestinal”, contará com a participação de renomados profissionais da área de produção e nutrição animal. O professor Peter Ferket, especialista em ciência avícola, nutrição e biotecnologia da Universidade Estadual da Carolina do Norte (EUA), apresentará uma palestra sobre a formulação de rações para manter a simbiose do ecossistema entérico. A professora Jovanir Fernandes, coordenadora do programa de pós-graduação em ciência animal da Universidade Federal do Paraná, abordará a importância da saúde intestinal na fase inicial das aves em tempos desafiadores.

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O lançamento oficial dos produtos Xylamax® e EnzaPro® no Brasil ocorrerá no Hotel Central Park Hotel by Bourbon em Cascavel-PR, às 8h30, no dia 5 de dezembro. O evento é aberto a nutricionistas, sanitaristas, técnicos de empresas nutricionais e demais profissionais interessados, sendo necessária inscrição prévia no site www.brworldwide.com. Link para o convite.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Atacado e exportação estabelecem ritmo recorde em agosto

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Os preços da carne de frango voltaram a subir no mercado interno, enquanto as exportações brasileiras iniciaram agosto no maior ritmo diário já registrado. A combinação de estoques ajustados, recuperação do consumo doméstico e forte procura internacional dá sustentação às cotações neste começo de mês.

Na quinta-feira (13.08), o frango congelado foi negociado no atacado da Grande São Paulo a R$ 7,20 o quilo, segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). O valor acumula alta de 0,84% desde o início de agosto.

A reação ocorre depois de um período de pressão sobre os preços no fim de julho e nos primeiros dias deste mês. O recebimento de salários aumentou o poder de compra das famílias, enquanto a volta às aulas impulsionou a procura por uma proteína amplamente utilizada no consumo doméstico, em restaurantes e na alimentação escolar.

Os estoques também estão relativamente ajustados à demanda. Esse equilíbrio reduz a necessidade de concessão de descontos por atacadistas e frigoríficos e ajuda a conter a pressão provocada pela maior oferta nacional de carne de frango.

A melhora no atacado, entretanto, não significa necessariamente uma recuperação imediata e na mesma proporção para todos os elos da cadeia. O efeito sobre a remuneração dos avicultores depende dos contratos de integração, dos custos de produção e do comportamento dos preços do milho e do farelo de soja, principais componentes da alimentação das aves.

No mercado externo, os números indicam uma procura ainda mais forte. Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), analisados pelo Cepea, mostram que o Brasil embarcou, em média, 30 mil toneladas de carne de frango in natura por dia nos cinco primeiros dias úteis de agosto.

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É a maior média diária para o período desde o início da série histórica, em 1997. Considerada a parcial, aproximadamente 150 mil toneladas foram exportadas nos cinco primeiros dias úteis do mês.

O resultado deve ser interpretado com cautela, porque ainda não permite projetar o volume total de agosto. O ritmo dos embarques pode variar ao longo do mês devido à programação dos portos, à disponibilidade de navios, aos contratos dos frigoríficos e ao calendário dos países compradores.

A arrancada de agosto, porém, dá sequência a um julho de forte desempenho. No mês passado, o Brasil exportou 519,2 mil toneladas de carne de frango, considerando produtos in natura e processados, crescimento de 29,9% em relação a julho de 2025. A receita ficou próxima de R$ 5,2 bilhões, alta de 34,3% na comparação anual, medida originalmente em dólares.

O avanço elevado também reflete a base mais fraca de 2025, quando restrições sanitárias temporárias adotadas após a confirmação de influenza aviária em uma granja comercial afetaram as vendas brasileiras. O foco foi eliminado e o Brasil recuperou gradualmente o acesso aos mercados que haviam suspendido as compras.

No primeiro semestre de 2026, os embarques chegaram a 2,936 milhões de toneladas, alta de 12,9% sobre igual período do ano anterior e recorde para os seis primeiros meses do ano.

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O desempenho reforça a posição do Brasil como maior exportador mundial de carne de frango. A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) estima que o país poderá produzir entre 16 milhões e 16,15 milhões de toneladas em 2026, crescimento de até 5,6% sobre as 15,289 milhões de toneladas de 2025.

As exportações podem alcançar 5,875 milhões de toneladas neste ano, avanço de até 10,3%. Mesmo com o crescimento dos embarques, a disponibilidade para o mercado interno está estimada em aproximadamente 10,275 milhões de toneladas, 3,1% acima do volume registrado no ano passado.

A presença simultânea de demanda doméstica mais aquecida e exportações em ritmo elevado tende a reduzir a pressão de oferta sobre o atacado. A continuidade da recuperação, contudo, dependerá do consumo após o período de pagamento de salários e da manutenção das encomendas internacionais.

Para produtores e agroindústrias, o cenário é favorável, mas exige atenção aos custos. A valorização da carne melhora a capacidade de absorver despesas, enquanto uma eventual alta do milho ou do farelo de soja pode limitar as margens. Nas próximas semanas, o mercado acompanhará se o recorde diário dos embarques será mantido e se a reação observada no atacado chegará aos demais elos da cadeia.

Fonte: Pensar Agro

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