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Brasil Receberá Novamente o Congresso Mundial Braford em 2025

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O Brasil sediará pela segunda vez o Congresso Mundial Braford, programado para acontecer entre 28 de maio e 4 de abril de 2025, no Rio Grande do Sul. A primeira edição do evento ocorreu em 2000, na cidade de Uruguaiana. A nona edição será dividida em duas etapas: uma Gira Técnica, que percorrerá 980 quilômetros e incluirá visitas a propriedades produtoras em Itaqui, Uruguaiana, Sant’Ana do Livramento e Arambaré, seguida de atividades no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio. Nesse local, haverá exposição e julgamento dos animais, além de eventos técnicos e sociais. O congresso também contará com a 18ª edição da Exposição Nacional da raça Hereford.

O objetivo do evento é promover a união entre criadores de genética Braford de diversos países, proporcionando a troca de informações sobre avanços genéticos e de produtividade da raça, sua situação atual e as associações que a representam. Além disso, o congresso busca estabelecer estratégias para a contínua expansão da raça Braford no mercado mundial.

Eduardo Soares, presidente da Associação Brasileira de Hereford e Braford (ABHB), organização responsável pelo evento no Brasil, destaca que a pecuária brasileira terá uma oportunidade significativa durante o congresso. “Os olhos da pecuária mundial estarão voltados para o Brasil, não apenas para observar o que é produzido na raça Braford, mas também para reconhecer a importância da pecuária nacional em um contexto global”, observa.

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De acordo com Soares, a ABHB será responsável por receber visitantes estrangeiros e brasileiros, oferecendo uma Gira Técnica em importantes propriedades. “A intenção é proporcionar uma visão do sistema de produção que hoje sustenta a produção de carne de qualidade no Brasil”, afirma. A Gira culminará com a exposição no Parque de Esteio, onde serão apresentados os melhores animais da geração, permitindo a troca de experiências e confraternização entre criadores de todo o Brasil.

O Congresso Mundial Braford é realizado a cada três anos e já aconteceu em países como Argentina, Paraguai, Uruguai, Austrália e Estados Unidos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Estado decreta emergência por risco de seca severa até o fim do ano

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O governo do Acre decretou situação de emergência em todo o Estado em razão do risco de seca severa e da possibilidade de desabastecimento hídrico nos próximos meses. O Decreto nº 11.932, tem validade de 180 dias e autoriza a adoção de medidas emergenciais para minimizar os efeitos da estiagem em todo o estado.

A decisão foi baseada em estudos climáticos que apontam para o fortalecimento do fenômeno El Niño no segundo semestre de 2026. Segundo o governo, a previsão é de redução das chuvas, temperaturas acima da média e agravamento da seca entre agosto e novembro, período em que o Acre já registra baixos índices de precipitação.

De acordo com o decreto, o cenário pode provocar queda significativa no nível dos rios, escassez de água potável, dificuldades na navegação, isolamento de comunidades e prejuízos à agricultura, pecuária e pesca. O governo também alerta para o aumento do risco de queimadas e incêndios florestais durante o período.

A medida destaca ainda os impactos sobre povos indígenas, ribeirinhos e moradores da zona rural. As 36 terras indígenas, que abrigam 246 aldeias e 16 povos, podem enfrentar isolamento, dificuldades no abastecimento de alimentos e medicamentos, perdas na produção de subsistência e agravamento da insegurança alimentar. O decreto também cita a possibilidade de interrupção do transporte escolar em comunidades acessíveis apenas por via fluvial.

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Com a publicação do decreto, a Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil ficará responsável por coordenar as ações de enfrentamento, em conjunto com órgãos estaduais, federais e prefeituras. Caberá ao órgão monitorar os níveis dos rios, as condições meteorológicas e os focos de calor, além de apoiar os municípios na elaboração de planos de contingência.

O governo também autorizou a realização de despesas emergenciais, como contratação de serviços, aquisição de insumos, instalação de abrigos e distribuição de água por carros-pipa nas localidades mais afetadas. As ações terão prioridade para comunidades indígenas, ribeirinhas e rurais, além de escolas e unidades de saúde.

Durante a vigência do decreto, também serão reforçadas as ações de prevenção e combate às queimadas, bem como campanhas de conscientização sobre o uso racional da água e os cuidados com a saúde em períodos de calor intenso e baixa umidade. O texto ainda autoriza agentes da Defesa Civil, em situações de risco iminente, a ingressar em imóveis para prestar socorro, determinar evacuações e requisitar temporariamente propriedades particulares, quando necessário, com garantia de indenização em caso de danos.

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Com validade de seis meses, o decreto busca agilizar a mobilização de recursos e a adoção de medidas administrativas para reduzir os impactos da estiagem e garantir assistência às populações mais vulneráveis.

Fonte: Pensar Agro

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