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Brasil estima gasto de R$2,3 bilhões em operação com arroz importado e controle de preço

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O governo brasileiro anunciou uma estimativa de gastos de R$2,3 bilhões em uma operação inicial para aquisição de arroz importado, seguida pelo controle de preço do produto destinado ao varejo. Essa iniciativa foi comunicada pelo Ministério da Agricultura em nota oficial.

A ação visa mitigar as “consequências sociais e econômicas” das recentes enchentes que assolaram o Rio Grande do Sul, o principal estado produtor de arroz do país, conforme destacado no comunicado, que cita uma portaria interministerial publicada em edição extraordinária do Diário Oficial da União.

O objetivo declarado pelo governo é evitar que eventuais perdas na safra gaúcha impactem os preços do arroz, embora produtores locais tenham afirmado que a colheita estava quase completa e que havia oferta suficiente para suprir a demanda nacional, sem a necessidade de importações adicionais.

De acordo com a nota divulgada, os gastos referentes ao primeiro leilão de compra pela estatal Conab serão limitados a R$1,7 bilhão, enquanto os dispêndios para a “equalização de preços na venda do produto” estão estimados em R$630 milhões.

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“Esses valores são exclusivos para o primeiro leilão da Conab. O arroz será disponibilizado ao consumidor final por um preço tabelado de R$4 por quilo…”, afirmou o ministério, enfatizando que o produto será comercializado sob a marca do governo federal.

A portaria autoriza a Conab a adquirir até 300 mil toneladas de arroz beneficiado importado. A importação será conduzida por meio de leilão público, realizado por intermédio da interligação de bolsas de mercadorias, conforme aviso a ser publicado pela Conab, conforme instruído pelo ministério.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Prefeitura de Cuiabá remove sete toneladas de lixo de condomínio interditado por risco à saúde pública

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos (Limpurb), retirou, em dois dias de trabalho, sete toneladas de lixo da área externa de um condomínio de casas abandonadas localizado na Rua Nossa Senhora de Santana, na região Centro-Sul da capital. O imóvel foi interditado preventivamente durante a Operação Escudo Urbano por representar risco à saúde pública.

A limpeza contou com uma força-tarefa formada por 15 agentes de conservação e um operador de roçadeira da Limpurb. A execução dos serviços foi acompanhada por um profissional de segurança do trabalho da empresa, garantindo a adoção das medidas necessárias para a proteção das equipes durante a ação.

A operação envolveu a Secretaria Municipal de Ordem Pública (Sorp), a Defesa Civil, a Vigilância em Saúde Ambiental, a Limpurb, a Secretaria Municipal de Infraestrutura e Obras e a Energisa Mato Grosso.

A secretária municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, reforçou que a responsabilidade pela conservação do imóvel é dos proprietários. “Estamos promovendo a limpeza e adotando medidas emergenciais para proteger a população. No entanto, trata-se de uma propriedade privada, e o dever de manutenção é dos proprietários, que serão responsabilizados pelos custos de toda essa intervenção”, destacou.

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O imóvel foi alvo de três ações fiscais ao longo de 2025, incluindo notificações para que o responsável realizasse a limpeza e a manutenção da área diante dos riscos estruturais constatados. Como as determinações não foram cumpridas, foi necessária a adoção da interdição preventiva. A medida, amparada pela Portaria nº 36/2026, publicada na Gazeta Municipal de sexta-feira (5), regulamenta o processo administrativo cautelar de interdição total ou parcial de imóveis urbanos que apresentem risco iminente, conforme previsto na Lei Complementar nº 589/2025.

Durante a Operação Escudo Urbano, a fiscalização lavrou dois autos de infração com base na Lei Complementar nº 589/2025. O primeiro, no valor de R$ 10,4 mil, foi aplicado em razão da falta de limpeza do lote, da existência de criadouros de vetores e do abandono do imóvel, com prazo de 30 dias para regularização. O segundo auto de infração, no valor de R$ 27,2 mil, foi emitido devido à existência de criadouros de vetores, ao abandono do imóvel, ao grave risco estrutural e à utilização do espaço de forma a gerar insegurança pública. Nesse caso, o prazo concedido para regularização é de 90 dias.

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A Vigilância em Saúde Ambiental identificou condições favoráveis à proliferação de pombos, escorpiões, morcegos e mosquitos transmissores de doenças como dengue, zika e chikungunya. No local, foram realizadas ações para eliminar abrigos e focos que favoreciam a permanência desses animais, além do recolhimento de amostras para análise laboratorial e identificação de possíveis riscos à saúde.

A Defesa Civil de Cuiabá emitiu laudo técnico confirmando o comprometimento estrutural das edificações. Durante a vistoria, foram identificados 30 imóveis, vários deles com estruturas avariadas e em precárias condições de conservação. Um relatório técnico será elaborado para subsidiar a atuação da Procuradoria-Geral do Município quanto à responsabilização do proprietário, diante da necessidade de intervenções nas edificações deterioradas.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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