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Brangus Sta Cruz Leiloará Cotas das Principais Matrizes do Sumário Genômico Natura 2024

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A Brangus Sta Cruz, conduzida por Augusto e Eduardo Barbosa Caldeirão, promoverá no dia 3 de agosto, a partir das 14 horas (horário de Brasília), o Leilão Reserva Brangus Sta Cruz. O evento será transmitido pelo MF Leilões e contará com condições especiais de pagamento em 30 parcelas, sendo seis duplas e 18 simples, além de um bônus de R$ 1.000,00 no frete para pré-lances no lote.

O leilão oferecerá uma seleção de 100 embriões, 10 prenhezes, 10 novilhas prenhes e 10 doadoras TOP 1% no Sumário Genômico Natura 2024, divididos em cinco matrizes inteiras e cinco cotas de 50%. Além disso, serão apresentadas vacas, novilhas e dois reprodutores, incluindo o destaque STA CRUZ P221 Titanium, atualmente em coleta na CRV Lagoa.

“Nossa trajetória é pautada nas melhores linhagens brasileiras, americanas e argentinas, consolidando nosso plantel como uma referência nacional. Temos animais no topo dos sumários e diversos touros nas principais centrais de inseminação artificial, atendendo a demandas tanto locais quanto internacionais. A excelência desse trabalho será evidenciada neste leilão”, afirma Augusto Barbosa Caldeirão.

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Histórico da Brangus Sta Cruz

Em 2024, a Brangus Sta Cruz celebra 50 anos na pecuária de corte, 30 anos na seleção de Brangus e 27 anos no Programa Gensys-Natura. Inicialmente, as raças Angus, Simental e Hereford eram utilizadas no cruzamento industrial, com o Brangus sendo integrado na década de 1990, dando origem à Brangus Sta Cruz, na Fazenda Mutuca.

Os primeiros animais foram adquiridos de criatórios renomados como GAP Genética e Condomínio Rural Weiler, com embriões e sêmen importados da Argentina e dos Estados Unidos, berço do Brangus. O foco estava nas linhagens Camp Cooley (Brinks), Suhn’s, Mound Creek e Doguet’s Ranch.

Nos últimos cinco anos, a Brangus Sta Cruz tem investido em avaliações genômicas para acelerar a seleção, identificando precocemente novos candidatos a touros e doadoras. “Desenvolvemos nossa própria identidade com matrizes comprovadas, que serão apresentadas no leilão. Essa genética certamente resultará em animais de destaque nos principais sumários da raça”, conclui o promotor.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

El Niño em 2026 deve aumentar pressão de pragas e reforça uso de controle biológico no agronegócio

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O possível retorno do fenômeno El Niño em 2026 já acende alerta no agronegócio brasileiro. O evento climático tende a intensificar a instabilidade das safras, alterando regimes de chuva e temperatura e, consequentemente, elevando a pressão de pragas e doenças nas principais regiões produtoras do país.

Projeções meteorológicas indicam alta probabilidade de formação do fenômeno a partir do segundo semestre de 2026, com impactos distintos entre as regiões produtoras: excesso de chuvas no Sul, estiagens no Norte e Nordeste e variações térmicas no Centro-Oeste e Sudeste.

Condições climáticas favorecem aumento da pressão de pragas agrícolas

Segundo especialistas, o cenário típico do El Niño cria condições favoráveis à rápida multiplicação de insetos-praga, especialmente em sistemas de produção mais intensivos.

De acordo com a doutora em Entomologia pela ESALQ/USP e CEO da Life Biological Control, Cristiane Tibola, o aumento de temperatura e o estresse hídrico aceleram o ciclo biológico de pragas importantes no campo.

Entre os principais riscos estão o avanço da cigarrinha-do-milho (Dalbulus maidis) e da lagarta Spodoptera frugiperda, além do aumento da pressão de outras espécies em diferentes culturas.

Soja e milho devem enfrentar maior risco de pragas no cenário de El Niño

Na cultura da soja, especialistas apontam maior incidência de lagartas desfolhadoras, como falsa-medideira e Helicoverpa, além de mosca-branca e percevejos.

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Em anos de El Niño, o ambiente mais quente e úmido favorece o crescimento populacional desses insetos, ampliando o potencial de danos econômicos e elevando os custos de manejo fitossanitário.

No milho, a combinação entre estresse climático e instabilidade hídrica também tende a intensificar a pressão de pragas-chave, exigindo maior atenção do produtor rural.

Controle biológico ganha protagonismo no Manejo Integrado de Pragas

Diante do cenário de maior risco fitossanitário, o Manejo Integrado de Pragas (MIP) com base em soluções biológicas ganha força como estratégia central nas lavouras brasileiras.

O uso de bioinsumos permite maior seletividade no controle de pragas, preservação de inimigos naturais e redução da dependência de inseticidas químicos, contribuindo para a sustentabilidade dos sistemas produtivos.

Macrobiológicos e baculovírus ampliam eficiência no controle de pragas

Entre as tecnologias biológicas disponíveis, o uso de macrobiológicos tem se destacado no controle de percevejos, especialmente em lavouras de soja.

Soluções como o Defender Soy, desenvolvido com a microvespa Telenomus podisi, atuam no controle de ovos do percevejo-marrom (Euschistus heros), interrompendo o ciclo da praga antes que ela atinja o estágio de maior dano econômico.

No controle de lagartas, bioinseticidas à base de baculovírus vêm ganhando espaço, especialmente em áreas com resistência a inseticidas convencionais. Produtos da linha Destroyer são utilizados no manejo de espécies como Spodoptera frugiperda, falsa-medideira e Helicoverpa.

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Soluções integradas ampliam eficiência operacional no campo

Tecnologias combinadas, como Defender Duo e Defender Triple, permitem o controle simultâneo de diferentes pragas, ampliando o espectro de ação e otimizando operações de manejo.

Esse tipo de estratégia contribui para maior eficiência operacional, redução de aplicações químicas e melhor aproveitamento das áreas produtivas.

Crescimento dos bioinsumos reforça mudança no modelo produtivo

A Life Biological Control destaca que atualmente detém o maior portfólio de produtos à base de baculovírus no mercado brasileiro, acompanhando a expansão do uso de bioinsumos no país.

Com sede em Piracicaba (SP), a empresa registrou crescimento superior a 200% nas vendas nos últimos 12 meses, impulsionado pela adoção crescente de tecnologias biológicas e pelo avanço do Manejo Integrado de Pragas.

Sustentabilidade e resiliência ganham peso na estratégia do produtor

Em um cenário de maior instabilidade climática, especialistas apontam que o controle biológico deve deixar de ser apenas uma alternativa complementar para se tornar parte central da estratégia de manejo nas propriedades rurais.

A tendência é que sistemas produtivos mais resilientes, baseados em tecnologia, monitoramento e bioinsumos, ganhem protagonismo na busca por eficiência produtiva e sustentabilidade no agronegócio brasileiro.

Fonte: Portal do Agronegócio pragas_agro

Fonte: Portal do Agronegócio

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