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Bolsas da China fecham em mínima de dois meses; Hong Kong também cai

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Nesta terça-feira, as ações na China fecharam em baixa, marcando os níveis mais baixos em quase dois meses. Este foi o primeiro dia de negociações após um feriado. Ao mesmo tempo, as ações em Hong Kong também registraram queda significativa, influenciadas por dados robustos de emprego nos Estados Unidos, que reduziram drasticamente as expectativas de cortes de juros pelo Federal Reserve ainda este ano.

Os investidores agora estão de olho nos dados de crédito de maio da China, que serão divulgados esta semana, para avaliar a saúde geral da economia. Uma pesquisa da Reuters indicou que os novos empréstimos em iuanes na China provavelmente se recuperaram em maio em relação a abril, após o banco central ter incentivado os bancos a acelerar a concessão de empréstimos para sustentar a economia.

Desempenho dos Índices

O índice de Xangai caiu 0,76%, marcando o fechamento mais fraco desde 23 de abril, enquanto o índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, recuou 0,87%, atingindo o nível mais baixo desde 25 de abril. Em Hong Kong, o índice Hang Seng teve queda de 1,04%, fechando no menor nível desde 31 de maio.

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Desempenho de Outros Mercados Asiáticos
  • Tóquio: O índice Nikkei avançou 0,25%, fechando a 39.134 pontos.
  • Seul: O índice KOSPI valorizou-se 0,15%, terminando a 2.705 pontos.
  • Taiwan: O índice TAIEX registrou uma baixa de 0,30%, fechando a 21.792 pontos.
  • Cingapura: O índice STRAITS TIMES desvalorizou-se 0,39%, encerrando a 3.309 pontos.
  • Sydney: O índice S&P/ASX 200 recuou 1,33%, fechando a 7.755 pontos.
Expectativas e Análise

A expectativa de novos dados de crédito é fundamental para os investidores, pois pode fornecer uma visão mais clara sobre a direção da economia chinesa. O incentivo do banco central para aumentar os empréstimos é uma tentativa de manter a economia estável em meio a desafios econômicos globais. Enquanto isso, a robustez dos dados de emprego nos EUA e suas implicações sobre as políticas do Federal Reserve continuam a influenciar os mercados asiáticos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Conab moderniza armazém e entrega equipamentos a produtores

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A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) entregou, na última quinta-feira (18), a modernização da Unidade Armazenadora (UA) de Ananindeua (PA), devolvendo 17,5 mil toneladas de capacidade estática ao mercado. Com a reforma, a estatal busca reduzir o gargalo de armazenagem na região, permitindo que o produtor paraense tenha onde guardar sua safra com segurança e evitar a venda forçada no momento da colheita, quando os preços costumam ser pressionados pela oferta elevada.

O reforço na logística faz parte de um conjunto de medidas para alavancar a produção no Estado, que incluiu o aporte de R$ 3,1 milhões via Programa de Aquisição de Alimentos (PAA). Além do capital para comercialização, a estatal entregou oito mini colheitadeiras e quatro kits de maquinários, focados em resolver gargalos operacionais que limitam a escala e a produtividade da agricultura familiar local.

O volume de R$ 3,1 milhões será direcionado à compra de 147,2 toneladas de alimentos, além da entrega de 18,8 toneladas de sementes crioulas e 23,5 mil mudas frutíferas. A estratégia é fomentar a agrobiodiversidade e garantir que as comunidades tenham insumos de qualidade para o plantio.

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A Associação Estadual de Agricultores e Guardiões da Agrobiodiversidade na Amazônia (Aefaga), de Igarapé-Açu, foi uma das entidades beneficiadas, com um contrato de R$ 615 mil. O recurso viabilizará a distribuição de mudas e sementes para 385 famílias em Ananindeua, Santa Luzia do Pará e Viseu, conectando a produção dessas propriedades ao mercado.

Desde 2023, a atuação da Conab no Pará soma mais de R$ 96,3 milhões em investimentos, distribuídos em 328 projetos. O trabalho alcança 94 municípios, permitindo a comercialização de 12,2 mil toneladas de alimentos produzidos por cerca de 8,3 mil famílias. As ações visam garantir renda ao produtor e, ao mesmo tempo, regular o abastecimento regional, oferecendo infraestrutura de estocagem para o escoamento eficiente da produção.

Fonte: Pensar Agro

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