AGRONEGÓCIO

Boa Esperança e Pedra 90 recebem tapa-buraco da Prefeitura de Cuiabá

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria de Obras Públicas, segue avançando com o cronograma de manutenção viária e, nesta terça-feira (25), realizou a operação tapa-buraco em pontos estratégicos da cidade, atendendo a demandas da população. Entre os bairros contemplados estão Boa Esperança e Pedra 90, garantindo mais segurança para motoristas e pedestres.

Além dessas localidades, as equipes da prefeitura também atuaram nos bairros Chácara dos Pinheiros, Santa Izabel, Dr. Fábio I, e nas avenidas General Mello e General Valle. Ao todo, aproximadamente 2,3 km de vias foram recuperados.

“O trabalho de recuperação asfáltica é contínuo e planejado com base nas necessidades da população. Seguimos firmes na missão de proporcionar mais mobilidade e conforto para quem trafega pelas ruas da nossa capital”, destacou o secretário de Obras Públicas, Reginaldo Teixeira.

Os serviços incluem a aplicação de manta asfáltica, um processo que reforça a aderência do pavimento e reduz o desgaste precoce. Para garantir a segurança e a fluidez do trânsito, os trechos em manutenção são devidamente sinalizados, com fitas zebradas e bloqueios parciais quando necessário.

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A recomposição asfáltica segue um rigoroso padrão técnico, começando pela remoção da umidade e limpeza das fissuras, com auxílio de caminhão-pipa e retroescavadeiras. Em seguida, uma camada de brita fina é aplicada antes do preenchimento com asfalto quente, que passa pelo processo de compactação e nivelamento para assegurar a qualidade do acabamento.

A programação das intervenções é definida com base nas demandas mais urgentes registradas pela população, que pode solicitar os serviços por meio do canal de atendimento ZapObras, via WhatsApp, no número (65) 9 9216-0484. Em casos de bloqueio total da via, a Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob) coordena os desvios necessários.

#PraCegoVer

A imagem mostra trabalhadores executando a operação tapa-buraco no bairro Pedra 90. Eles vestem uniformes cinza e estão aplicando lama asfáltica no pavimento. Ao fundo, um ônibus com o letreiro “720 – Pedra 90” está estacionado na via.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

Investimentos em pesquisa elevam produtividade e competitividade do agro de Mato Grosso do Sul

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Os investimentos em pesquisa agropecuária seguem como um dos principais pilares para o aumento da produtividade e da competitividade do agronegócio em Mato Grosso do Sul. Com atuação consolidada no nordeste do Estado, a Fundação Chapadão vem ampliando sua área de abrangência e fortalecendo parcerias com instituições públicas e privadas para o desenvolvimento de tecnologias voltadas às principais culturas agrícolas.

Às vésperas de completar 29 anos de atuação, a instituição atende municípios como Chapadão do Sul, Costa Rica, Paraíso das Águas, Alcinópolis, Cassilândia, Paranaíba e Coxim, com expansão gradual de projetos para outras regiões do norte sul-mato-grossense.

Soja e milho seguem como foco central das pesquisas regionais

O presidente da Fundação Chapadão, Ilton Henrichsen, destaca que as condições climáticas da região norte de Mato Grosso do Sul favorecem a consolidação das culturas de soja e milho, que permanecem como prioridade das pesquisas.

Segundo ele, a estabilidade climática reduz impactos de veranicos mais frequentes em outras regiões, o que contribui para maior previsibilidade produtiva.

“A soja e o milho estão muito consolidados na nossa região. Por isso, as pesquisas continuarão focadas no desenvolvimento de novas cultivares, no aumento da produtividade e em soluções para os desafios que surgem a cada safra”, afirma.

Cana-de-açúcar e diversificação agrícola entram no radar científico

Além das grandes culturas, a expansão da cana-de-açúcar em áreas consideradas marginais e a presença de usinas na região têm ampliado a demanda por novas linhas de pesquisa.

Henrichsen ressalta que a cultura já é uma realidade em parte do território e deve ganhar mais espaço nos estudos técnicos.

“A cana já é uma realidade em parte da região e existe uma demanda crescente por conhecimento técnico”, destaca.

Outras cadeias produtivas, como citros em municípios como Cassilândia e Paranaíba, também aparecem como potenciais áreas de expansão da pesquisa agropecuária regional.

Fundação Chapadão nasceu para enfrentar crise de nematoides na soja

De acordo com o diretor-executivo da instituição, André Bartolomeu Piesanti, a Fundação Chapadão surgiu no fim da década de 1990 a partir de um problema crítico enfrentado por produtores rurais: a infestação de nematoides que comprometia a viabilidade da soja.

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O movimento de produtores, aliado a instituições como a Embrapa e o Governo do Estado, deu origem a uma estrutura de pesquisa voltada à solução de problemas reais do campo.

Mais de 500 mil hectares são atendidos com pesquisas aplicadas

Atualmente, a Fundação desenvolve pesquisas em uma área superior a 500 mil hectares, com foco em:

  • validação de cultivares
  • manejo de pragas e doenças
  • fertilidade do solo e nutrição vegetal
  • controle de nematoides
  • sementes e genética
  • tecnologias para mitigação de efeitos climáticos

Segundo Piesanti, a validação regional de cultivares é essencial para orientar decisões do produtor.

“Analisamos potencial produtivo, comportamento diante de doenças, melhor época de plantio e adaptação ao clima”, explica.

Investimentos públicos sustentam avanço da pesquisa agropecuária

A Fundação Chapadão recebe apoio financeiro do Governo de Mato Grosso do Sul para manutenção das atividades de pesquisa. Os recursos são utilizados principalmente em insumos, materiais de campo e execução de experimentos.

Segundo a instituição, os aportes somaram cerca de R$ 2,5 milhões por safra em 2023 e 2024, subindo para R$ 3,7 milhões na safra 2024/2025, com previsão de aproximadamente R$ 2,7 milhões para 2026/2027.

Sustentabilidade e rastreabilidade ganham centralidade no agro

Além da produtividade, a sustentabilidade ambiental se tornou um dos eixos centrais das pesquisas. Piesanti destaca que mercados internacionais exigem cada vez mais rastreabilidade e comprovação de boas práticas.

A evolução tecnológica, segundo ele, permite maior transparência na origem da produção, com exemplos como a rastreabilidade total do algodão.

“Hoje o comprador estrangeiro quer saber de onde veio o produto”, afirma.

Inteligência artificial acelera transformação digital no campo

A incorporação da inteligência artificial ao agronegócio é outro destaque apontado pela Fundação. A tecnologia já é aplicada no monitoramento de lavouras, mecanização e análise de dados.

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A instituição ainda não possui estrutura dedicada exclusivamente à IA, mas busca parcerias para integrar ferramentas de análise preditiva, identificação de riscos e apoio à tomada de decisão.

“A IA pode prever cenários e identificar riscos antes que eles aconteçam”, observa Piesanti.

Ciência, genética e análise de dados ampliam impacto das pesquisas

Para o engenheiro agrônomo Fábio Lima Abrantes, a inteligência artificial já contribui para transformar grandes volumes de dados em informações estratégicas para o produtor rural.

Na área de genética, as pesquisas avaliam desde cultivares comerciais até materiais em desenvolvimento, considerando resistência a doenças, tolerância ao déficit hídrico e adaptação climática.

O trabalho da Fundação abrange mais de 600 mil hectares, com impacto direto em municípios como Chapadão do Sul, Costa Rica, Paraíso das Águas, Coxim e Sonora.

Laboratórios garantem diagnóstico e suporte técnico ao produtor

A estrutura laboratorial da Fundação Chapadão desempenha papel fundamental no suporte às pesquisas e ao atendimento dos produtores rurais.

Segundo a engenheira agrônoma Aniele Versotto Teixeira, os laboratórios realizam diagnósticos de doenças, análises de produtos biológicos e testes de viabilidade de microrganismos utilizados no controle de pragas.

“Isso permite uma recomendação mais precisa e assertiva”, explica.

A manutenção dessa estrutura exige investimentos contínuos em equipamentos, insumos e capacitação técnica, reforçando a importância do apoio institucional.

Pesquisa agropecuária sustenta competitividade do Mato Grosso do Sul

O conjunto de ações evidencia o papel estratégico da pesquisa científica no avanço do agronegócio sul-mato-grossense. A integração entre instituições, governo e setor produtivo tem impulsionado ganhos de produtividade, sustentabilidade e inovação no campo.

Com o avanço de tecnologias como genética aplicada, análise de dados e inteligência artificial, a tendência é de maior eficiência e competitividade na agricultura regional nos próximos anos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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