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Biotrop Inova com Lançamento de Lagarticida Biológico para Manejo Integrado de Pragas

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As lagartas, pragas agrícolas de grande impacto, podem comprometer severamente a produtividade das lavouras desde as fases iniciais de desenvolvimento. Este problema é agravado por condições climáticas como altas temperaturas e elevada umidade, que favorecem a proliferação desses insetos. Visando uma solução eficaz e sustentável, a Biotrop, empresa líder em soluções biológicas para a agricultura, acaba de lançar o Biobrev Full, um inseticida microbiológico de amplo espectro com tecnologia inovadora e distintos modos de ação.

O Biobrev Full se destaca pela sua eficácia no controle das principais espécies de lagartas de relevância agrícola, oferecendo uma combinação sinérgica de isolados bacterianos que produzem compostos tóxicos para os insetos. A fórmula avançada do produto inclui microrganismos na forma de endósporos, permitindo compatibilidade com agroquímicos e outros produtos biológicos, além de garantir dois anos de validade sem necessidade de refrigeração.

“O Biobrev Full é composto por duas cepas complementares de Bacillus thuringiensis e pela inovadora Brevibacillus laterosporus, que produzem antibióticos e toxinas que atuam no intestino médio das lagartas. A ação ocorre quando as lagartas ingerem o produto e as enzimas quebram os cristais CRY, que se transformam em toxinas ativas. Paralelamente, as toxinas VIPS são secretadas para o exterior das células, causando morte celular e perda da função intestinal”, explica Thales Facanali Martins, Gerente de Portfólio da Biotrop.

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Para Thales, esses diferenciais tornam o Biobrev Full um produto único no mercado, destacando-se por sua capacidade de oferecer diferentes cristais, toxinas e antibióticos. “Sem dúvida, o Biobrev Full é uma excelente ferramenta para o manejo de resistência das lagartas em relação aos produtos tradicionais. Com ele, o produtor rural não só protege a lavoura, mas também contribui para a regeneração do solo, utilizando um produto 100% natural, rentável e que não agride o meio ambiente”, conclui.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Preços do trigo sobem no Brasil com oferta restrita e ajuste no mercado em abril

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O mercado brasileiro de trigo encerrou abril com valorização nas principais regiões produtoras, sustentado pela oferta restrita, firmeza dos vendedores e necessidade de recomposição de estoques por parte dos moinhos. O movimento reflete um ajuste no mercado interno, especialmente diante da menor disponibilidade no Sul e da crescente exigência por qualidade do grão.

Mercado interno: escassez e qualidade sustentam preços

A baixa oferta disponível nas regiões produtoras foi determinante para a sustentação das cotações ao longo do mês. A comercialização mais seletiva, com foco em lotes de melhor qualidade, também contribuiu para o cenário de valorização.

No Paraná, a média FOB interior avançou 3% em abril, alcançando R$ 1.407 por tonelada. Já no Rio Grande do Sul, o movimento foi mais expressivo, com alta de 8%, elevando a referência para R$ 1.295 por tonelada.

O comportamento reforça um mercado mais ajustado, com menor volume disponível e maior rigor na negociação, principalmente em relação ao padrão do produto.

Acumulado de 2026 mostra recuperação relevante

No primeiro quadrimestre de 2026, a alta acumulada dos preços é significativa, indicando uma mudança importante na dinâmica do mercado desde o início do ano:

  • Paraná: +20%
  • Rio Grande do Sul: +25%
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Apesar da recuperação no curto prazo, na comparação anual as cotações ainda permanecem abaixo dos níveis registrados no mesmo período do ano anterior, com recuos de 9% no Paraná e 10% no Rio Grande do Sul.

Esse cenário evidencia que o mercado doméstico reage aos fundamentos internos, mas ainda enfrenta limitações impostas pelo ambiente externo.

Mercado externo: referência argentina e incertezas de qualidade

A Argentina segue como principal referência para a formação de preços do trigo no Brasil. Em abril, as indicações nominais para o produto com teor de proteína acima de 11,5% permaneceram estáveis, ao redor de US$ 240 por tonelada.

No entanto, o cenário internacional aponta para possíveis ajustes. O trigo hard norte-americano registrou valorização de 7,8% no mês e acumula alta de 27% em 2026, sinalizando pressão altista global.

Além disso, persistem incertezas quanto ao padrão de qualidade do trigo argentino disponível para exportação, o que pode influenciar diretamente a competitividade e os preços no mercado regional.

Câmbio limita repasse da alta internacional

Apesar do viés altista nos fundamentos domésticos e da pressão externa, o câmbio tem atuado como principal fator de contenção para os preços no Brasil.

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A valorização do real frente ao dólar reduz a paridade de importação, limitando o repasse das altas internacionais para o mercado interno. Com isso, mesmo diante de um cenário global mais firme, os avanços nas cotações domésticas ocorrem de forma mais moderada.

Tendência: mercado segue sensível à oferta e ao câmbio

A perspectiva para o curto prazo é de manutenção de um mercado ajustado, com preços sustentados pela oferta restrita e pela demanda pontual dos moinhos.

No entanto, a evolução do câmbio e o comportamento das cotações internacionais seguirão sendo determinantes para a intensidade dos movimentos no Brasil, especialmente em um cenário de integração crescente com o mercado global.

Fonte: Portal do Agronegócio

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