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Biogénesis Bagó reforça atuação no mercado pet com aquisição da Mundo Animal

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A Biogénesis Bagó, multinacional de biotecnologia especializada em saúde e bem-estar animal, anunciou a aquisição do laboratório brasileiro Mundo Animal, consolidando sua posição como uma das principais empresas do setor na América Latina e no mundo. A aquisição amplia o portfólio global da companhia, que agora oferece mais de 200 soluções voltadas para animais de companhia.

Com 40 anos de experiência no mercado brasileiro, o Mundo Animal possui uma unidade industrial e de pesquisa em Pindamonhangaba (SP), onde desenvolve suplementos nutricionais, medicamentos, e produtos de higiene e beleza para pets. A empresa conta com mais de 100 colaboradores e oferece 170 produtos no segmento pet.

Fortalecimento da Estratégia Global

A integração com o Mundo Animal está alinhada à estratégia global da Biogénesis Bagó de diversificação de territórios e espécies, como explica a diretora corporativa de Marketing e Técnica para Pets, Carol Galli:

“Essa nova etapa nos permitirá ter um time dedicado, um portfólio altamente diversificado e forte presença no mercado. Estamos prontos para oferecer mais saúde, bem-estar e longevidade aos pets.”

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Segundo Marcelo Bulman, country manager Brasil e diretor comercial para a América Latina Norte da Biogénesis Bagó, a operação é mais um passo estratégico:

“A aquisição do Mundo Animal, somada às decisões corporativas recentes, reforça nosso compromisso com o crescimento no segmento pet, em especial no Brasil, que é o terceiro maior mercado do mundo nessa área.”

Investimentos no Brasil

Além da aquisição do Mundo Animal, a Biogénesis Bagó firmou um acordo de transferência de tecnologia com o Instituto Tecnológico do Paraná (TECPAR) para a produção de vacinas antirrábicas no Brasil. A empresa também adquiriu recentemente uma planta industrial em Campo Largo (PR), com capacidade para produzir mais de 10 milhões de doses de vacinas para pets.

Esses movimentos estratégicos têm como objetivo posicionar a Biogénesis Bagó entre as dez maiores empresas do segmento no Brasil, conforme o ranking do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Saúde Animal (Sindan).

Compromisso com inovação e qualidade

A gerente da Unidade de Negócios Pet, Priscila Martins, destacou o potencial da integração entre as duas empresas:

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“Uniremos tecnologia, inovação e paixão para oferecer as melhores soluções ao mercado, beneficiando pets, tutores e toda a cadeia produtiva.”

Com essa expansão, a Biogénesis Bagó reforça seu compromisso com o desenvolvimento de produtos inovadores e de alta qualidade para apoiar veterinários e tutores, promovendo a saúde e o bem-estar dos animais de estimação.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Safra de café em Minas Gerais avança com expectativa de recuperação produtiva e pressão nos preços

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A safra de café 2026 em Minas Gerais avança com perspectiva de recuperação produtiva e melhora na qualidade dos grãos, segundo novo levantamento divulgado pelo Sistema Faemg Senar. Apesar do cenário mais positivo no campo, produtores seguem cautelosos diante da volatilidade do mercado internacional, da pressão sazonal da colheita e das incertezas climáticas para os próximos meses.

De acordo com o informativo de mercado do café referente a maio de 2026, a safra mineira está na fase preparatória para a colheita, embora algumas regiões já apresentem trabalhos bastante avançados.

Colheita de café avança no Cerrado Mineiro e Matas de Minas

Segundo os relatos de campo apresentados no levantamento, regiões como Matas de Minas e Cerrado Mineiro já registram avanço significativo da colheita devido à altitude, utilização de variedades mais precoces e aplicação de maturadores.

A expectativa do setor é de uma safra maior em relação ao ciclo anterior, com recuperação da produtividade e melhora na qualidade física dos grãos.

Os técnicos apontam que os cafés apresentam peneira maior e melhor formação, cenário que pode favorecer o rendimento industrial e ampliar o potencial para produção de cafés especiais em Minas Gerais.

Mercado futuro do café oscila com expectativa de maior oferta brasileira

No mercado internacional, os contratos futuros do café arábica negociados na ICE Futures US registraram forte volatilidade durante abril.

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Segundo o relatório, o movimento refletiu ajustes técnicos provocados pela expectativa de avanço da colheita brasileira — fator considerado baixista — ao mesmo tempo em que preocupações climáticas e estoques globais ainda apertados ofereceram sustentação às cotações.

A média mensal do contrato maio/2026 ficou em US$ 3,00 por libra-peso, equivalente a aproximadamente R$ 1.996,70 por saca, retração de 3% frente ao mês anterior.

Mesmo com expectativa de safra maior no Brasil, o mercado ainda não trabalha com cenário confortável de oferta global, o que mantém a volatilidade elevada nas negociações internacionais.

Mercado físico do café em Minas Gerais registra queda nos preços

No mercado físico brasileiro, os preços também recuaram em abril, embora as negociações tenham permanecido relativamente sustentadas pela postura cautelosa dos produtores.

Segundo o levantamento, muitos cafeicultores seguem segurando parte das vendas à espera de preços mais atrativos.

O indicador do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada para café arábica tipo 6 bebida dura registrou média mensal de R$ 1.811,90 por saca, queda de 6,3% no período.

Entre as regiões produtoras de Minas Gerais, todas encerraram abril em baixa:

  • Montanhas de Minas: queda de 7,2%, com média de R$ 1.685,50/sc;
  • Chapada de Minas: retração de 2,8%, média de R$ 1.735,00/sc;
  • Cerrado Mineiro: média de R$ 1.871,40/sc, queda de 4,5%;
  • Sul de Minas: média de R$ 1.861,60/sc, baixa de 5,6%.
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Clima e risco de geadas seguem no radar do setor cafeeiro

As condições climáticas continuam sendo um dos principais fatores de atenção para os produtores de café em Minas Gerais.

O relatório aponta que maio marca a transição entre o período úmido e o seco nas regiões cafeeiras do estado, com redução gradual das chuvas e temperaturas ainda acima da média.

No entanto, a entrada de frentes frias aumenta o risco de ocorrência de geadas, especialmente nas áreas produtoras de café arábica.

O setor acompanha de perto a evolução do clima, já que eventuais episódios de frio intenso podem afetar a produtividade e a qualidade das lavouras durante a fase de colheita e desenvolvimento final da safra.

Especialistas recomendam que os produtores monitorem simultaneamente o mercado físico, os contratos futuros e as previsões meteorológicas para melhorar a gestão comercial e reduzir riscos diante da volatilidade atual do setor cafeeiro.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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