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Bioestimulante à base de alga Ascophyllum nodosum impulsiona alta produtividade da soja no Brasil

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O uso de bioestimulantes tem se mostrado decisivo para aumentar o potencial produtivo das lavouras. No Desafio Nacional de Máxima Produtividade de Soja, promovido pelo Comitê Estratégico Soja Brasil (CESB), os produtores com os maiores rendimentos relataram a utilização de bioestimulantes como parte da estratégia para alcançar resultados excepcionais.

Entre os produtos mais eficazes está o extrato da alga marinha Ascophyllum nodosum, reconhecido por seu desempenho positivo em diversas culturas, incluindo a soja. Essa solução natural tem se consolidado como uma alternativa sustentável para uma agricultura mais eficiente, produtiva e resiliente.

Campeões nacionais e regionais aplicam biossoluções de ponta

No ranking do CESB, o Grupo Agro Mallon, da Fazenda Santa Bárbara, em Canoinhas (SC), conquistou o título de Campeão Nacional e da Região Sul, com produtividade de 135,49 sacas por hectare. Na categoria Irrigado, os campeões foram Thais Storti e Paulo Storti, da Fazenda Santana, em Itapeva (SP), com 126,71 sacas por hectare, sob a consultoria de Adriano Leite de Oliveira.

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Esses resultados reforçam o papel do extrato de Ascophyllum nodosum como aliado estratégico para alcançar altas produtividades com sustentabilidade.

Benefícios da alga marinha para a fisiologia da planta

Bruno Carloto, gerente de marketing estratégico da Acadian no Brasil e Paraguai, destaca:

“Os agricultores percebem cada vez mais o valor das soluções biológicas de alta tecnologia. O extrato de Ascophyllum nodosum impacta diretamente a fisiologia das plantas, gerando resultados consistentes em produtividade.”

O extrato contém compostos bioativos como polissacarídeos, aminoácidos, fitormônios naturais e antioxidantes, que aumentam a tolerância das plantas a estresses ambientais, como seca, calor excessivo e deficiências nutricionais. Além disso, estimula o desenvolvimento radicular, melhora a absorção de nutrientes e promove o crescimento vegetativo, permitindo que o produtor alcance o máximo potencial genético da lavoura mesmo em condições adversas.

Acadian: pioneirismo em biossoluções com Ascophyllum nodosum

A Acadian Sea Beyond, maior empresa independente de cultivo, colheita e extração de algas marinhas do mundo, é pioneira no desenvolvimento de biossoluções agrícolas com Ascophyllum nodosum, alga colhida nas águas geladas do Atlântico Norte, no Canadá. Todo o processo de coleta e extração é controlado para preservar os compostos bioativos, garantindo resistência às variações climáticas.

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Carloto reforça:

“Nosso compromisso vai além da produtividade. Entregamos tecnologias limpas, com baixo impacto ambiental e alto retorno agronômico. Esta é a agricultura do futuro, e ela já está acontecendo.”

Parceria com o CESB fortalece inovação no agronegócio

Como parte da estratégia para impulsionar a inovação no setor, a Acadian tornou-se parceira oficial do CESB no Desafio Nacional de Máxima Produtividade de Soja. A colaboração busca incentivar o uso de biossoluções avançadas e apoiar os produtores na construção de sistemas agrícolas mais eficientes e resilientes.

Carloto conclui:

“Estamos orgulhosos de caminhar ao lado do CESB, apoiando produtores que combinam conhecimento técnico e responsabilidade ambiental.”

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Milho no RS entra na reta final da colheita com produtividade acima de 7,4 t/ha

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Mercado Externo

O cenário internacional para o milho segue marcado por volatilidade, com atenção às safras da América do Sul e ao ritmo das exportações dos Estados Unidos. A evolução da colheita no Sul do Brasil, especialmente no Rio Grande do Sul, contribui para a oferta global, ainda que em menor escala frente ao Centro-Oeste. A regularidade climática recente no Estado ajuda a sustentar expectativas positivas de produtividade, fator que pode influenciar o equilíbrio global de oferta.

Mercado Interno

A colheita do milho no Rio Grande do Sul se aproxima da conclusão, atingindo 90% dos 803.019 hectares cultivados na safra 2025/26, conforme a Emater/RS-Ascar. O avanço foi mais lento na última semana devido às chuvas, principalmente na Metade Sul, que elevaram a umidade dos grãos e dificultaram a operação de máquinas.

As áreas restantes correspondem a lavouras implantadas fora da janela ideal, ainda em fases reprodutivas ou de enchimento de grãos. As precipitações recorrentes desde março favoreceram o desenvolvimento dessas áreas, consolidando o potencial produtivo.

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No milho destinado à silagem, a colheita também está praticamente concluída, alcançando 87% da área. No entanto, a umidade elevada tem prejudicado o processo de ensilagem, podendo impactar a qualidade da fermentação.

Preços

Os preços do milho no mercado interno tendem a refletir o avanço da colheita e a qualidade do produto. A elevada umidade dos grãos em algumas regiões pode gerar descontos na comercialização, além de aumentar os custos com secagem. Por outro lado, a produtividade consistente no Estado ajuda a equilibrar a oferta regional.

Indicadores
  • Área cultivada (milho grão): 803.019 hectares
  • Área colhida: 90%
  • Produtividade média: 7.424 kg/ha
Produção estimada: 5,96 milhões de toneladas
  • Milho silagem:
    • Área: 345.299 hectares
    • Colheita: 87%
    • Produtividade média: 37.840 kg/ha
  • Soja (RS):
    • Área cultivada: 6,62 milhões de hectares
    • Colheita: 68%
    • Produtividade média: 2.871 kg/ha
  • Feijão 1ª safra:
    • Área: 23.029 hectares
    • Produtividade média: 1.781 kg/ha
  • Feijão 2ª safra:
    • Área: 11.690 hectares
    • Produtividade média: 1.401 kg/ha
  • Arroz irrigado:
    • Área: 891.908 hectares
    • Colheita: 88%
    • Produtividade média: 8.744 kg/ha
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Análise

A reta final da colheita do milho no Rio Grande do Sul confirma uma safra tecnicamente positiva, sustentada por produtividade acima da média histórica. No entanto, o excesso de chuvas no período final impõe desafios logísticos e pode afetar a qualidade dos grãos, exigindo maior gestão pós-colheita.

O cenário climático também impacta outras culturas relevantes no Estado. A soja avança de forma mais lenta, com grande variabilidade produtiva devido ao regime irregular de chuvas ao longo do ciclo. Já o arroz mantém bom desempenho, enquanto o feijão evidencia forte dependência de irrigação para alcançar melhores rendimentos.

No curto prazo, o produtor gaúcho segue atento às condições climáticas para concluir a colheita e preservar a qualidade da produção, fator determinante para a rentabilidade em um ambiente de margens mais apertadas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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