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Binatural impulsiona desenvolvimento sustentável no Cerrado com potencial de gerar R$ 405 bilhões ao ano até 2030

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Potencial econômico do desenvolvimento sustentável no Cerrado

O Cerrado, uma das regiões mais ricas em biodiversidade e recursos naturais do Brasil, enfrenta desafios relacionados à expansão agrícola e exploração ambiental. Segundo relatório do Fórum Econômico Mundial, a adoção de práticas sustentáveis pode adicionar mais de R$ 400 bilhões ao Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro por ano até 2030. Deste montante, cerca de R$ 108 bilhões seriam provenientes da bioenergia e energias renováveis.

O estudo aponta que alcançar esse potencial depende da intensificação sustentável da agricultura em terras já produtivas, regeneração de áreas degradadas e investimentos em energia renovável e indústria verde.

Binatural: compromisso com sustentabilidade e desenvolvimento regional

Com duas usinas, incluindo uma em Formosa (GO), a Binatural destaca-se pelo compromisso com práticas sustentáveis no Cerrado. André Lavor, CEO e cofundador da empresa, ressalta:

“O desenvolvimento regional sustentável é fundamental para preservar recursos naturais e promover a economia local, buscando aliar crescimento econômico à qualidade de vida das comunidades.”

Nos últimos cinco anos, a Binatural investiu mais de R$ 550 milhões em Goiás e Bahia, reforçando seu papel no desenvolvimento econômico e social dessas regiões.

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Inovação: uso da casca da castanha de baru para energia

Recentemente, a Binatural começou a utilizar a casca da castanha de baru, antes considerada um resíduo para agricultores locais, como fonte de aquecimento nas caldeiras das usinas. Com poder calorífico superior ao da lenha, essa iniciativa fortalece a economia circular, valoriza a agricultura familiar e contribui para a conservação do bioma Cerrado.

Lavor destaca que a cultura do baru ajuda na recuperação de áreas degradadas e na promoção da biodiversidade, além de resgatar tradições regionais.

Apoio à agricultura familiar e impacto ambiental

Atualmente, a Binatural apoia mais de 25 mil famílias de agricultores, oferecendo suporte técnico e financeiro para fomentar a produção sustentável.

Desde sua fundação, a empresa já produziu 2,4 bilhões de litros de biodiesel, contribuindo para evitar a emissão de 7,48 milhões de toneladas de gases de efeito estufa — equivalente ao plantio de 52,3 milhões de árvores.

Biodiesel e energia renovável na mitigação das mudanças climáticas

A produção de biocombustíveis renováveis, combinada com práticas agrícolas sustentáveis e reaproveitamento de resíduos, coloca a Binatural como protagonista na construção de um sistema energético mais limpo. Essas ações são essenciais para reduzir os impactos das mudanças climáticas e promover a sustentabilidade no Cerrado.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Custo oculto do trator pode consumir parte da renda da safra

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Com as máquinas no campo para o plantio da safra 2026/27, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) chama a atenção para um custo que nem sempre aparece nas contas da propriedade. Além do diesel, o cálculo da hora trabalhada pelo trator deve incluir depreciação, manutenção, seguro, mão de obra e o capital investido no equipamento.

A metodologia da Conab e estudos da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) consideram despesas fixas e variáveis para determinar o custo da hora-máquina. Quando parte desses gastos é ignorada, o trator pode parecer econômico mesmo reduzindo a margem da atividade.

O impacto é maior quando o equipamento trabalha poucas horas por ano. Depreciação, seguro e capital imobilizado continuam pesando sobre a propriedade, mas passam a ser divididos por um período menor de utilização. A conta ajuda a decidir entre manter ou trocar a máquina, compartilhá-la com vizinhos ou contratar o serviço.

A depreciação corresponde à perda de valor durante a vida útil. Em uma simulação, um trator comprado por R$ 200 mil e vendido dez anos depois por R$ 80 mil terá perdido R$ 120 mil, o equivalente a R$ 12 mil por ano.

Com 500 horas anuais de trabalho, a depreciação será de R$ 24 por hora. Se o uso cair para 250 horas, o valor subirá para R$ 48 por hora. A diferença mostra por que a ociosidade pode tornar uma máquina cara mesmo sem aumentar o consumo de combustível.

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O diesel é calculado pela multiplicação do consumo horário pelo preço do litro. Um trator que utiliza oito litros por hora, com combustível a R$ 6, terá uma despesa de R$ 48 por hora.

Na simulação, ao acrescentar R$ 28 referentes à manutenção e ao operador, os custos variáveis chegam a R$ 76 por hora. Somados aos R$ 24 da depreciação, o resultado é de R$ 100. O cálculo simplificado ainda não inclui seguro, juros, lubrificantes e o custo do capital próprio.

Cada produtor deve substituir os valores do exemplo pelos números da propriedade. Preço de compra, possível valor de revenda, vida útil, horas trabalhadas, consumo de combustível e histórico de manutenção alteram o resultado.

O horímetro do painel é a referência mais segura para medir o uso. A marcação pode ser registrada antes e depois de cada operação ou no fechamento do mês. Notas fiscais e ordens de serviço também ajudam a calcular os gastos reais com peças, pneus e oficina.

Com o custo apurado, é possível compará-lo com o preço cobrado por prestadores da região. A terceirização tende a ser mais vantajosa quando o trator permanece parado durante grande parte do ano, desde que o serviço esteja disponível dentro da janela adequada. Um atraso no plantio, na pulverização ou na colheita pode gerar perda superior à economia obtida.

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Compartilhar a máquina ou prestar serviços a propriedades vizinhas também pode aumentar o número de horas trabalhadas e diluir os custos fixos. Já a compra de um equipamento novo só se justifica quando a economia operacional e o ganho de capacidade compensam o investimento.

Regulagem e condução completam a conta. Pressão inadequada dos pneus, excesso de lastro e incompatibilidade entre trator e implemento aumentam a patinagem, o consumo e o desgaste. A manutenção preventiva, por sua vez, reduz o risco de paralisações nos períodos mais importantes da safra.

O cálculo deve ser atualizado quando houver mudanças relevantes no preço do diesel, nos juros, nos salários ou nas despesas de manutenção. A calculadora oferece uma estimativa para orientar a decisão, mas o resultado mais confiável depende dos registros financeiros e operacionais da própria fazenda.

Serviço

A metodologia utilizada pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), com os critérios para o cálculo dos custos de máquinas agrícolas, pode ser consultada clicando aqui.

Fonte: Pensar Agro

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