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BASF participa da primeira edição da Fruit Attraction no Brasil

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Para impulsionar o legado da horticultura brasileira e o mercado de frutas e hortaliças, a BASF estará presente na primeira edição da Fruit Attraction no Brasil. A feira é um dos principais eventos internacionais do segmento hortifruti e acontecerá entre os dias 16 e 18 de abril, na cidade de São Paulo.

Com vasta extensão territorial e diversidade climática, o Brasil é o terceiro maior produtor de hortifruti no mundo. Entre os principais estados produtores estão São Paulo, Minas Gerais, Bahia, Rio Grande do Sul e Paraná, segundo dados da Embrapa.

A BASF é uma empresa de soluções para agricultura que atua em todas as fases das lavouras, com sementes, proteção de cultivos e ferramentas de agricultura digital. O mercado hortícola é uma das prioridades da companhia no país.

No evento, a marca de sementes e hortaliças Nunhems® compartilhará o caso de sucesso da melancia Pingo Doce, lançada no mercado brasileiro a partir de um modelo de negócio desenvolvido na Espanha. A proposta é de uma fruta de qualidade e atrativa que estimula o consumo no país.

Para garantir um produto diferenciado, a marca investe no gerenciamento de toda a cadeia produtiva, que inclui logística, armazenamento e comercialização. Mais de 80% da produção já é certificada, o que atesta os mais altos padrões de produção.

Na lavoura, a fruta exige um manejo mais cuidadoso e sustentável, com economia de água na irrigação das plantas até 30% e manutenção de um ambiente benéfico para as abelhas. A rastreabilidade é outro diferencial para conhecer a origem do produto.

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Além da segurança oferecida ao consumidor, a fruta ainda tem características como o tamanho reduzido que facilita o transporte e evita desperdícios, sabor, quantidade reduzida de sementes e cores vibrantes que aguçam o paladar. Com todos estes atributos, a Pingo Doce tem se destacado nas gôndolas dos supermercados, agradando os consumidores mais exigentes.

“A Pingo Doce inaugurou um novo modelo envolvendo a produção e comercialização de frutas no país. Transformamos a melancia num produto diferenciado e que gera benefícios para toda a cadeia produtiva”, explica Golmar Beppler Neto, gerente comercial da Nunhems.

Além de melancia, a empresa também oferece ao mercado sementes híbridas para alta qualidade de produção de outros vegetais presentes no dia a dia do consumidor, como cenoura e tomate.

Produtos para o controle de pragas e doenças

Para manter a sua posição entre os maiores produtores hortícolas do mundo, os produtores devem buscar por soluções que contribuam no manejo das lavouras, visando principalmente o controle de pragas e doenças. Como empresa com foco em inovação, a BASF apresentará no evento dois grandes lançamentos globais voltados para proteção de cultivos. A molécula Revysol®, que está presente em lançamentos da empresa voltados para o tratamento de doenças que afetam os cultivos de batata, maçã, tomate, uva e citros. Outra novidade é a molécula Inscalis®, que tem efeito no controle de insetos que prejudicam a qualidade de cultivos como a batata e o tomate.

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“A empresa investe cerca de 950 milhões de euros por ano em pesquisa e desenvolvimento (P&D) de inovações voltadas para os cultivos agrícolas em todo o mundo. Isto demonstra o comprometimento da BASF com o sucesso das produções agrícolas. Entendemos a complexidade da produção agrícola e contribuímos com alternativas para o manejo eficiente que vai refletir numa produção com maior volume e qualidade, sem perder o foco na sustentabilidade. A BASF mantém um forte compromisso com a sustentabilidade, buscando constantemente soluções que promovam práticas ainda mais sustentáveis”, comenta Katty Corrente, líder de Marketing Cultivos Hortifruti de Soluções para Agricultura da BASF.

Atenção: este produto é perigoso à saúde humana, animal e ao meio ambiente. Uso agrícola. Venda sob receituário agronômico. Consulte sempre um agrônomo. Informe-se e realize o manejo integrado de pragas. Descarte corretamente as embalagens e os restos dos produtos. Leia atentamente e siga as instruções contidas no rótulo, na bula e na receita. Utilize os equipamentos de proteção individual.

Fonte: BASF

Fonte: Portal do Agronegócio

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Algodão recua na Bolsa de Nova York após sequência de altas e mercado acompanha avanço da safra brasileira

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Após semanas consecutivas de valorização, os preços do algodão passaram a registrar recuo na Bolsa de Nova York. A movimentação foi destacada em análise semanal divulgada pelo Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária, que aponta mudanças no cenário climático e no mercado global de commodities como os principais fatores de pressão sobre as cotações da pluma.

Segundo o instituto, o contrato do algodão com vencimento em julho de 2026 chegou a atingir ¢US$ 87,77 por libra-peso no início de maio, acumulando valorização de 33,09% em relação aos níveis observados no começo de março.

No entanto, o movimento perdeu força nos últimos dias, e o contrato encerrou a semana cotado a ¢US$ 77,42 por libra-peso, refletindo uma correção do mercado após a forte alta recente.

Clima nos EUA e petróleo influenciam mercado da pluma

De acordo com o relatório, a valorização observada anteriormente foi impulsionada por fatores como o conflito entre Estados Unidos e Irã, que elevou os preços internacionais do petróleo, além das condições climáticas desfavoráveis durante a semeadura da safra 2026/27 nos Estados Unidos.

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Com a recuperação das condições climáticas nas regiões produtoras norte-americanas, o mercado passou a reavaliar os riscos relacionados à oferta global da fibra.

Outro fator que contribuiu para a retração das cotações foi a queda nos preços do petróleo. Esse movimento aumenta a competitividade das fibras sintéticas derivadas do petróleo em relação ao algodão, reduzindo parte da demanda pela fibra natural no mercado têxtil internacional.

Correções técnicas e safra brasileira ampliam pressão

Além dos fundamentos ligados ao clima e ao petróleo, o mercado também registrou movimentos de realização de lucros e correções técnicas após sucessivas sessões de valorização na Bolsa de Nova York.

O início da colheita da safra brasileira também passou a ocupar o radar dos investidores e agentes do setor.

O avanço da oferta de pluma no Brasil, um dos maiores exportadores mundiais de algodão, tende a ampliar a disponibilidade global da fibra nas próximas semanas, cenário que pode continuar pressionando os preços internacionais.

Mercado segue atento ao comportamento da demanda global

Mesmo com o recente recuo, analistas avaliam que o mercado do algodão ainda permanece sensível a fatores climáticos, geopolíticos e econômicos.

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A evolução da safra norte-americana, o ritmo das exportações brasileiras e o comportamento da demanda da indústria têxtil global continuarão sendo determinantes para a direção das cotações nos próximos meses.

Além disso, o setor acompanha de perto os movimentos do petróleo e das fibras sintéticas, que exercem influência direta sobre a competitividade do algodão no mercado internacional.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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