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Balança Comercial: Superávit atinge US$ 23,85 bilhões, com crescimento de 15,5% até segunda semana de abril

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De acordo com dados divulgados nesta terça-feira (15/4) pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Secex/MDIC), a balança comercial brasileira registrou um superávit de US$ 23,85 bilhões até a segunda semana de abril de 2024, representando um aumento de 15,5% em comparação ao mesmo período do ano anterior.

No decorrer do mês, as exportações totalizaram US$ 14,39 bilhões, enquanto as importações atingiram US$ 9,62 bilhões, resultando em um saldo positivo de US$ 4,77 bilhões e uma corrente de comércio de US$ 24,01 bilhões.

Na segunda semana de abril, o superávit comercial foi de US$ 1,96 bilhão, com uma corrente de comércio de US$ 11,55 bilhões, impulsionado por exportações no valor de US$ 6,75 bilhões e importações de US$ 4,79 bilhões.

Comparativo Mensal

As exportações apresentaram uma queda de 4,4% em relação ao mesmo período de abril de 2023, com uma média de US$ 1,43 bilhão até a segunda semana de abril deste ano. Já as importações registraram uma diminuição de 9,5% nessa mesma comparação, com uma média de US$ 962,32 milhões.

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Exportações e Importações por Setor e Produtos

No acumulado até a segunda semana de abril de 2024, comparando com o mesmo período do ano anterior, os setores apresentaram os seguintes desempenhos:

  • Agropecuária: queda de US$ 101,33 milhões (-20,6%) nas exportações e crescimento de US$ 4,04 milhões (21,0%) nas importações.
  • Indústria Extrativa: crescimento de US$ 68,47 milhões (24,2%) nas exportações e queda de US$ 29,54 milhões (-32,6%) nas importações.
  • Indústria de Transformação: queda de US$ 25,52 milhões (-3,6%) nas exportações e queda de US$ 73,69 milhões (-7,8%) nas importações.

Esses números evidenciam o cenário atual da balança comercial brasileira, com impactos significativos nos diversos setores da economia.

Balança Comercial Preliminar Parcial – 2º semana de abril/2024

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Estratégias nutricionais e uso de enzimas reduzem perdas e melhoram desempenho de poedeiras

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A presença de fatores antinutricionais nas dietas de poedeiras pode comprometer o aproveitamento de nutrientes, o desempenho produtivo e até a qualidade estrutural das aves. Entre os principais compostos estão o fitato, os polissacarídeos não amiláceos (PNAs) e os inibidores de tripsina.

De acordo com o zootecnista da Auster Nutrição Animal, Allan Dias, esses elementos reduzem o valor nutritivo de ingredientes vegetais comumente utilizados nas rações, como milho e farelo de soja, especialmente quando há inclusão de matérias-primas alternativas para redução de custos.

Impactos dos compostos antinutricionais na digestibilidade e produção

Cada fator antinutricional atua de forma distinta no organismo das aves. Os PNAs reduzem a disponibilidade de nutrientes e energia na dieta. O fitato impede a utilização do fósforo presente em ingredientes vegetais e pode afetar a integridade da mucosa intestinal. Já os inibidores de tripsina reduzem a digestibilidade das proteínas.

Segundo Allan Dias, esses efeitos impactam diretamente o desempenho das poedeiras, com reflexos na taxa de postura, na qualidade da casca dos ovos e no peso das aves.

Enzimas são principais ferramentas para melhorar aproveitamento nutricional

O uso de enzimas é uma das principais estratégias para reduzir os efeitos dos fatores antinutricionais e melhorar a eficiência das dietas.

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Para os PNAs, enzimas como xilanase auxiliam na quebra de arabinoxilanos presentes no milho, enquanto glucanase e galactosidase reduzem os impactos de glucanos e galactosídeos no farelo de soja, aumentando o aproveitamento energético dos alimentos.

No caso do fitato, as fitases são fundamentais para liberar fósforo e cálcio presentes em ingredientes vegetais.

Já os inibidores de tripsina exigem maior controle, pois enquanto os do tipo Kunitz podem ser inativados pelo calor, os do tipo Bowman-Birk permanecem parcialmente ativos e podem comprometer a digestibilidade quando presentes em níveis superiores a 3,5 mg/g. Por isso, o controle de qualidade no processamento do farelo de soja é considerado essencial.

Outros fatores antinutricionais também impactam a qualidade das dietas

Além de PNAs, fitato e inibidores de tripsina, outros compostos também podem interferir no desempenho das aves, como os taninos presentes no sorgo e o gossipol encontrado no farelo de girassol.

Esses elementos podem reduzir o consumo de ração e afetar a qualidade dos ovos, reforçando a necessidade de rigor na seleção e no controle das matérias-primas utilizadas na formulação das dietas.

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Soluções enzimáticas ampliam eficiência nutricional nas granjas

Diante da complexidade dos desafios nutricionais, a Auster Nutrição Animal desenvolveu a Linha Aela Postura, que combina fitase e carboidrases de amplo espectro para melhorar a liberação de energia, fósforo e aminoácidos a partir dos ingredientes da dieta.

Segundo Allan Dias, a formulação utiliza fitase de alta velocidade de atuação, aumentando o aproveitamento do fósforo fítico, além de xilanase capaz de atuar sobre diferentes tipos de arabinoxilanos e xilanos presentes no milho, potencializando o uso energético do ingrediente.

A linha também permite formulações personalizadas, com inclusão de enzimas como α-galactosidase e β-glucanase, de acordo com as necessidades de cada granja.

Redução de custos e manutenção de desempenho são destaques da tecnologia

De acordo com a empresa, os resultados econômicos observados em granjas que utilizam a Linha Aela Postura indicam redução de custos de ração entre R$ 15,00 e R$ 30,00 por tonelada, mantendo desempenho equivalente ao padrão das linhagens de poedeiras.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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